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	<title>Meia Palavra&#187; Zumbis</title>
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		<title>Sangue Quente (Isaac Marion)</title>
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		<pubDate>Fri, 27 May 2011 19:01:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anica</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A primeira vez que li Isaac Marion foi em uma tradução do conto I am a zombie filled with love que li no blog Jesus Me Chicoteia. Foi paixão a primeira leitura, entrou naquela seleta lista dos contos favoritos. Marion mostra ali um estilo bastante introspectivo mas ao mesmo tempo tão cativante, com passagens como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2011/05/sangue-quente-300x431.jpg"><img class="size-medium wp-image-10640 alignleft" style="border: 0pt none;margin: 5px" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2011/05/sangue-quente-300x431-208x300.jpg" alt="" width="208" height="300" /></a>A primeira vez que li Isaac Marion foi em<a title="tradução" href="http://www.jesusmechicoteia.com.br/traduo-canhestra" target="_blank"> uma tradução</a> do conto <em>I am a zombie filled with love</em> que li no blog Jesus Me Chicoteia. Foi paixão a primeira leitura, entrou naquela seleta lista dos contos favoritos. Marion mostra ali um estilo bastante introspectivo mas ao mesmo tempo tão cativante, com passagens como &#8220;<em>Não há um motivo real para nada disso mas, como eu disse, o mundo foi simplificado. O amor foi simplificado. Tudo é fácil agora. Ontem minha perna caiu, e eu nem liguei.</em>&#8220;. E justamente por ter gostado tanto do conto é que fiquei muito feliz quando soube que Marion o transformou em um romance chamado <em>Warm Bodies</em>, e mais feliz ainda quando vi que a Leya trouxe para o Brasil a tradução desse livro, chegando aqui com o título <em>Sangue Quente</em>.</p>
<p style="text-align: justify">Mas aí caímos no velho problema das altas expectativas. É evidente que com <em>Sangue Quente</em> finalmente em mãos eu simplesmente devorei o livro, porque precisava ver o que Marion tinha feito daquela história que eu tanto gostara. A questão é que, infelizmente, o romance não fica a altura do conto, talvez justamente por ter que apresentar mais elementos que justifiquem o gênero (mais longo). Então por mais que o livro seja bom e valha a pena conferir, para quem conheceu <em>I am a zombie filled with love</em> fica um gostinho um pouco &#8220;agridoce&#8221;, digamos assim.</p>
<p style="text-align: justify"><span id="more-10639"></span>Descontado esse detalhe, é interessante ver o que Marion faz com o universo zumbi. De certa forma se aproxima muito do filme <a title="colin" href="http://www.mozw.com.br/2010/05/17/colin/" target="_blank">Colin</a>, já que transforma o que é normalmente o antagonista das histórias em protagonista, oferecendo-lhe o ponto de vista da narrativa. E para quem pensa que isso significa &#8220;Miooooolos!&#8221; apenas, calma que não é bem assim. R, o narrador da história, pode até não conseguir falar de forma eloquente, mas seus pensamentos são tais como os de um humano. E até bastante profundos, o que gera uma série de ironias bem interessantes (e na maioria das vezes melancólicas).</p>
<p style="text-align: justify">E aí Marion também pega um dos meus pontos fracos: uma das personagens, Julie, parece ser fã de Beatles. Zumbis e citações mil de Beatles, tem como não gostar? Talvez a única coisa que eu teria deixado de fora são os momentos com o namorado de Julie, parece dar uma esfriada na história (e era sobre isso que eu falava da diferença do romance para o conto). Somando a isso momentos de ação típicas de histórias assim, além de ótimas explicações de porque os zumbis parecem ser tão apaixonados por cérebros, o fato é que <em>Sangue Quente </em>é realmente um ótimo passatempo para quem gosta de histórias de mortos-vivos.</p>
<p style="text-align: justify">Acredito, porém, que ele encontrará alguma dificuldade chegando aqui no Brasil, por dois motivos. O primeiro é aquela citação de Stephenie Meyer na capa. As fãs de <em>Crepúsculo</em> já tiveram tempo de migrar para outras obras, então não sei se isso funcionará para atrair esse público, e é provável que afaste os que não querem nem ouvir falar do livro de Meyer. O outro motivo é que apresentando a sinopse de forma breve, o que temos é um zumbi que se apaixona por uma humana. Aí a relação com Stephenie Meyer fica ainda mais problemática.</p>
<p style="text-align: justify">Então para quem está com medo de ter um Edward e Bella versão zumbis em mãos, fiquem tranquilos. Há sim o romance na história, isso é indiscutível. Mas em literatura o que mais vale não é bem o que se conta mas como se conta, e Marion dá um jeito de tornar esse plot até meio absurdo algo bastante interessante, e muito gostoso de ler. Dê uma chance para <em>Sangue Quente</em>, especialmente se for fã de histórias de zumbis. E se gostar, depois dá uma lida em <a title="I am a zombie filled with love" href="http://www.burningbuilding.com/zombie.htm" target="_blank">I am a zombie filled with love</a> para ver de onde o romance se originou.</p>
<p><strong>Sangue Quente</strong><br />
Isaac Marion<br />
Tradução: Cassius Medauar<br />
Páginas: 256<br />
Preço sugerido: R$ 34,90</p>
<p style="text-align: center">Saiba mais sobre essa e outras obras no site da <strong>Editora Leya</strong></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.leya.com.br/"><img class="aligncenter size-full wp-image-2400" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2011/03/leyalogo.jpg" alt="" width="279" height="127" /></a></p>
<p><a title="comente" href="http://www.meiapalavra.com.br/showthread.php?tid=7017" target="_blank">COMENTE ESSE ARTIGO NO FÓRUM MEIA PALAVRA</a></p>
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		<title>Links e Notícias da Semana #24</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Feb 2011 14:04:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felippe Cordeiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Moacy Scliar, escritor (fonte: Uol) Luiz Schwarcz homenageia seu amigo Moacyr Scliar, no Blog da Companhia. No mesmo blog, Joca Reiners Terron fala sobre como nascem os nomes dos personagens. No Ambrosia, Allan Sieber em sua coluna Fortuna Crítica fala de Memória de Elefante, de Caeto. No Amálgama, André Cancian fala sobre o livro The [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h6 style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-7160 aligncenter" style="border: 0pt none; margin-top: 5px; margin-bottom: 5px;" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2011/02/moacyr-scliar-retirada-do-uol.jpg" alt="" width="550" height="433" /><span style="font-weight: normal;"><em>Moacy Scliar, escritor (fonte: Uol)</em></span></h6>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.blogdacompanhia.com.br/2011/02/moacyr-scliar-minha-segunda-mae/" target="_blank">Luiz Schwarcz</a> homenageia seu amigo<strong> Moacyr Scliar</strong>, no <strong>Blog da Companhia</strong>. No mesmo blog, <a href="http://www.blogdacompanhia.com.br/2011/02/como-nascem-os-nomes/" target="_blank">Joca Reiners Terron</a> fala sobre como nascem os nomes dos personagens. No <strong>Ambrosia</strong>, <a href="http://www.ambrosia.com.br/2011/02/17/fortuna-critica-memoria-de-elefante-caeto/" target="_blank">Allan Sieber</a> em sua coluna Fortuna Crítica fala de <em>Memória de Elefante</em>, de <strong>Caeto</strong>. No <strong>Amálgama</strong>, <a href="http://www.amalgama.blog.br/02/2011/sam-harris-ciencia-moral/" target="_blank">André Cancian</a> fala sobre o livro <em>The Moral Landscape</em>, de  <strong>Sam Harris</strong>, sobre como a ciência pode determinar o que é moral. No <a href="http://vidaordinaria.com/2011/02/os-melhores-desenhos-dos-anos-80/">Vida Ordinária</a>, Os 10 desenhos mais clássicos dos anos 80. Renan, do <a href="http://judao.mtv.uol.com.br/cinema/revelado-titulo-do-novo-filme-do-homem-aranha-e-primeira-imagem-oficial-do-uniforme-completo/" target="_blank">Judão</a>, noticiou sobre o novo título do filme do <strong>Homem-Aranha</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.publishnews.com.br/telas/noticias/detalhes.aspx?id=62040">A Biblioteca do Centro Brasileiro Britânico</a> tem mais de 7 mil títulos em inglês e mais PublishNews: <a href="http://www.publishnews.com.br/telas/noticias/detalhes.aspx?id=62096">Professor de literatura vence o Benvirá</a>, <a href="http://www.publishnews.com.br/telas/noticias/detalhes.aspx?id=62077">Bafta: Harry Potter é premiado </a>e <a href="http://www.publishnews.com.br/telas/noticias/detalhes.aspx?id=62078">Flip confirma Franco Moretti</a>. <a href="http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/874136-augusto-de-campos-faz-80-anos-e-irmao-haroldo-ganha-exposicao.shtml">Augusto de Campos</a> faz 80 anos, e irmão Haroldo ganha exposição. Na <strong>Gazeta do Povo</strong>, <a href="http://www.gazetadopovo.com.br/charges/index.phtml?ch=Benett&amp;id=1096875" target="_blank">uma divertida tira</a> sobre analfabetismo no término de um livro e no mesmo site <a title="filmes do oscar" href="http://www.gazetadopovo.com.br/colunistas/conteudo.phtml?tl=1&amp;id=1096824&amp;tit=Filmes-do-Oscar" target="_blank"><strong>Cristovão Tezza</strong> fala sobre os filmes do oscar</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://rascunho.rpc.com.br/index.php?ras=secao.php&amp;modelo=2&amp;secao=25&amp;lista=0&amp;subsecao=0&amp;ordem=3515">O absurdo como meta</a> e afinal, <a href="http://www.gazetadopovo.com.br/cadernog/conteudo.phtml?tl=1&amp;id=1095965&amp;tit=O-que-e-um-classico" target="_blank">o que é um clássico</a>? Não consegue achar um livro? Tente o <a href="http://www.livrosdificeis.com.br/">Livros Difíceis</a>. No <a href="http://www.bibliophile.com.br/?p=1238">Bibliophile</a>: casais apaixonados, por livros. O Cafe Press mostra <a href="http://www.cafepress.com/+truth_universal_quote_jr_ringer_tshirt,30375386?CMP=CJ-CLICK-10463747&amp;tid=LiteraryGifts&amp;sid=LiteraryGifts&amp;cjpid=3123248&amp;PID=7532081&amp;utm_medium=affiliate&amp;utm_campaign=none&amp;utm_source=cj">camiseta para fãs de Jane Austen</a> e para <a href="http://www.cafepress.com/+bib,35767177?CMP=CJ-CLICK-10463747&amp;tid=LiteraryGifts&amp;sid=LiteraryGifts&amp;cjpid=3123248&amp;PID=7532081&amp;utm_medium=affiliate&amp;utm_campaign=none&amp;utm_source=cj">bebês bibliófilos</a>. E no <a href="http://sobrecapas.blogspot.com/2011/02/novas-capas-da-martin-claret.html">Sobrecapas:</a> as novas capas da martin claret.</p>
<p style="text-align: justify;">O diário do grande ABC fala sobre<a href="http://www.dgabc.com.br/News/5866010/hora-dos-zumbis.aspx"> Zumbis</a>. A revista independente de quadrinhos <a href="http://quomics.com/br/info/publicacoes/revista-beleleu-para-ipad/">Beleléu</a> lançou sua versão para iPad. Na <strong>Folha de São Paulo</strong>, MOMA recebe exposição dos <a href="http://www1.folha.uol.com.br/multimidia/videocasts/875454-museu-de-arte-moderna-de-ny-expoe-violoes-de-picasso-veja.shtml">&#8220;violões de Picasso&#8221;</a> e o nonagenário e best-seller, <a href="http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/874512-stephane-hessel-o-embaixador-da-indignacao.shtml">Stephane Hessel</a>, o &#8220;embaixador da indignação&#8221; (um panfleto de 32 páginas que virou coqueluche na Europa, e vai ser lançado até aqui, pela Leya).</p>
<p style="text-align: justify;">No <strong>Mundo de K</strong>,<a href="http://mundodek.blogspot.com/2011/02/william-carlos-williams.html?utm_source=feedburner&amp;utm_medium=twitter&amp;utm_campaign=Feed%3A+MundoDeK+%28Mundo+de+K%29&amp;utm_content=Twitter"> Kovacs</a> comentou a poesia de <strong>William Carlos Williams</strong>. <a href="http://wp.clicrbs.com.br/mundolivro/2011/02/10/os-cumplices/?topo=77,1,1">Tássia Kastner </a>resenhou <em>Só Garotos</em>, de <strong>Patti Smith</strong>, no <strong>Mundo Livro</strong>. No<a href="http://b33p.me/2011/02/15/o-grande-gatsby-para-nintendo/?utm_source=feedburner&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=Feed:+b33p+(b33p)"> b33p</a>, o jogo da Nintendo de O Grande Gatsby. <a href="http://oleitorcomum.blogspot.com/2011/02/do-comeco-ao-fim.html">Tuca resenhou</a> <em>O Gato diz Adeus</em>, do<strong> Michel Laub</strong>, n&#8217;<strong>O Leitor Comum.</strong> E no <a href="http://editora.cosacnaify.com.br/blog/?p=6807">Blog da Cosac</a>, <strong>Macedonio Fernández</strong>, este desconhecido protagonista. A<a href="http://www.artilhariacultural.com/2011/02/14/onde-os-velhos-nao-tem-vez-comarc-mccarthy/" target="_blank"> Manu</a> resenhou <em>Onde os velhos não tem vez</em> lá no<strong> Artilharia Cultural</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Já segue o <a href="http://twitter.com/meiapalavra">@meiapalavra</a>?</p>
<p style="text-align: justify;">No site da <a href="http://revistacult.uol.com.br/home/2011/02/o-testamento-filosofico-de-gyorgy-lukacs/">Revista Cult</a> saiu uma matéria instigante sobre um  lançamento da editora Boitempo: Prolegômenos para uma Ontologia do Ser  Social, de um titã do marxismo, <strong>György Lukács</strong>. A <a href="http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-53/diario/minha-natureza-atormentada">Revista Piauí</a> publicou trechos do soturno diário de <strong>John Cheever</strong>. E você sabia que <a href="http://www.lavoz.com.ar/ciudadanos/se-duplicaron-descargas-web-libros-espanol">duplicou a venda </a>de livros digitais em espanhol em janeiro? Saiba mais sobre a <a href="http://blogs.estadao.com.br/a-biblioteca-de-raquel/2011/02/13/metamorfose-para-o-e-book-2-0/">Metamorfose para o e-book 2.0.</a></p>
<p style="text-align: justify;">Descubra a India pop de <strong>Arthur Veríssimo</strong>, lá no<a href="http://www.saraivaconteudo.com.br/Artigo.aspx?id=519"> Saraiva Conteúdo</a>. <a href="http://entretenimento.uol.com.br/ultnot/livros/resenhas/impossibilidade-de-entender-e-definir-o-tempo-esta-em-novo-livro-do-italiano-antonio-tabucchi.jhtm">Marta Barbosa</a> resenha o novo livro de <strong>Antonio Tabucchi</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Por último, fique por dentro dos últimos lançamentos da <strong>Companhia das Letras</strong>:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>O campo e a cidade</em>, de<strong> Raymond Williams</strong><br />
<em> O caderno de Liliana</em>, de <strong>Livia Garcia-Roza</strong><br />
<em> Ordinário</em>, de <strong>Rafael Sica</strong> (que tem seu lançamento em SP hoje no Espaço + Soma lá na Vila Madalena)</p>
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		<title>Crítica genética: Areia nos Dentes</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Jan 2011 15:14:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tuca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pouco tempo depois de minha leitura e resenha de Areia nos dentes, o autor veio a Curitiba. Infelizmente – apesar do meu assédio via twitter – não foi para lançar o livro na Itiban (com cartaz de divulgação gritando FAROESTE + ZUMBIS!!!, com as três exclamações e tudo mais), mas participar do projeto Autores e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2011/01/Areia-nos-dentes.jpg"><img class="size-medium wp-image-6360 alignright" style="border: 0pt none; margin: 5px;" title="Areia nos dentes" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2011/01/Areia-nos-dentes-197x300.jpg" alt="" width="197" height="300" /></a>Pouco tempo depois de minha leitura e <a href="http://oleitorcomum.blogspot.com/2010/09/no-animals-were-harmed-or-molested.html">resenha</a> de <em>Areia nos dentes</em>,  o autor veio a Curitiba. Infelizmente – apesar do meu assédio via  twitter – não foi para lançar o livro na Itiban (com cartaz de  divulgação gritando <em>FAROESTE + ZUMBIS!!!</em>, com as três exclamações e tudo mais), mas participar do projeto <em>Autores e Ideias</em> do SESC-PR.Ao  menos deu pra fazer um tour com ele pela Itiban Comic Chop e pelo  Brooklyn Coffee Shop, antes dele ir ao Paço da Liberdade para falar  sobre livros digitais junto com Sergio Rodrigues. E se você conhece  Curitiba, sabe que o café não é exatamente <em>do lado</em> dos quadrinhos, então deu pra trocar uns dois dedos de prosa bacana pelo trajeto.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembro-me  de ter falado, lá pelas tantas, que pretendia comprar a reedição de seu  romance de estreia. Ele falou que não precisava, mas eu nunca fui muito  bom de ouvir conselhos, não. Comprei e disse a mim mesmo <em>Pronto, esse eu vou sortear no meu blog</em>. Mas quem disse que eu tive coragem, ainda mais sabendo que ele tinha <a href="http://blog.antonioxerxenesky.com/?p=567" target="_blank">alterado o texto</a> e incluído cerca de quatro páginas, dividas entre diversos capítulos?</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-6359"></span>Então  me dediquei a mapear onde estariam os parágrafos e frases a mais,  comparando as edições lado a lado. Um bom amigo – chamemo-lo D. –  informou-me que há algo chamado de “crítica genética” que se assemelha  com o que fiz – exceto que a comparação seria entre os manuscritos e as  obras publicadas, não entre edições. Depois  da releitura, apreciei certos acréscimos, enquanto achei outros  desnecessários. Se em alguns momentos buscou-se explicitar situações  decisivas mais adiante na trama – conquanto já sugeridas no texto da  primeira edição –, em outros as alterações soaram pouco convincentes em  sua tentativa de “aperfeiçoar” a abordagem. Estes últimos ocorreram  principalmente na parte metalinguística da trama: há um escritor  contando <em>a história de seus antepassados</em>. Talvez  eu tenha sido muito duro com tais parágrafos porque em meu exemplar  eles estavam marcados lateralmente, o que me levava a analisá-los mais  detidamente e questionar se haveria necessidade deles – chegando, muitas  vezes, à resposta negativa. Talvez, não: estou certo disso.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas  isso não chega a atrapalhar o livro. O livro continua bastante  divertido e ainda refere-se a temas caros à literatura universal, tais  como a relação entre pais e filhos e a rivalidade entre famílias. Um bom  livro, que ajuda a criar expectativas para o seguinte, de contos,  intitulado <em>A página assombrada por fantasmas</em> – também a ser publicado pela editora Rocco.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sobre o autor</strong>: Arthur Tertuliano é bacharel em Direito  pela UFPR e apaixonado por literatura. Sempre está com um livro na mão  pra aproveitar cada momento possível pra ler (de vez em quando é visto  andando e lendo, quando o trajeto é familiar). Escreve n’<a href="http://oleitorcomum.blogspot.com/">O Leitor Comum</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><a title="comente" href="http://www.meiapalavra.com.br/showthread.php?tid=1339&amp;pid=103340#pid103340" target="_blank">COMENTE ESSE ARTIGO NO FÓRUM MEIA PALAVRA</a></p>
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		<title>Areia nos dentes, Antônio Xerxenesky</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 11:03:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tuca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não sei quanto a vocês, mas costumo fazer alguns jogos mentais internos (se alguém souber o termo exato para isso, me informe). Do tipo de “se eu atravessar a faixa de pedestres antes do semáforo ficar vermelho para mim, eu mereço um sorvete”; ou de “se aquele livro estiver disponível na biblioteca, vou pegar emprestado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2011/01/images.jpeg"><img class="size-full wp-image-6357 alignright" style="border: 0pt none; margin: 5px;" title="images" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2011/01/images.jpeg" alt="" width="183" height="275" /></a>Não  sei quanto a vocês, mas costumo fazer alguns jogos mentais internos (se  alguém souber o termo exato para isso, me informe). Do tipo de “se eu  atravessar a faixa de pedestres antes do semáforo ficar vermelho para  mim, eu mereço um sorvete”; ou de “se aquele livro estiver disponível na  biblioteca, vou pegar emprestado e ler imediatamente”. No sebo, pensei  em algo como “se encontrar o livro do Xerxenesky, eu compro”. BAM!  Resultado: na quarta-feira passada, quase fiz um soneto em louvor ao  estabelecimento, pelo pouco valor que tem dado à literatura  contemporânea brasileira.<em> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Sim, mas como você conheceu o autor?</em> Esta é uma excelente pergunta: não dá pra simplesmente inventar um  sobrenome desses: mesmo os jogos mentais mais bestas devem apresentar  certa verossimilhança. Foi assim: um amigo tinha me perguntado o que  estava achando de <em>Noturno do Chile</em>, de Roberto Bolaño, e comentou que <a href="http://twitter.com/xerxenesky" target="_blank">@xerxenesky</a> o defendia. Perguntei quem era esse cara e recebi <a href="http://twitter.com/xerxenesky/status/18618086192" target="_blank">essa resposta</a>.  Como adoro uma psicologia reversa, gosto criado desde a leitura da obra  de Lemony Snicket, pesquisei um pouco sobre o escritor e seus livros  publicados.“Se  tem zumbis no meio, só pode ser bom”: assim inicia a orelha, escrita  por Daniel Galera, em tom de verdade incontestável.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-6356"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Nos últimos anos  tenho visto alguns filmes do gênero (<em>Extermínio</em>, <em>Extermínio 2</em>, <em>Zumbilândia</em> e <em>Dance of the dead</em>,  por exemplo) e já começo a ter maiores inclinações para concordar com  essa teoria. Mas é fácil notar que a expressão mais utilizada para  definir o livro (“faroeste + zumbis”) não dá conta de seu conteúdo.A  história, arquetípica, é ambientada em Mavrak (nome estranho para o  qual há uma explicação interessante) e protagonizada por famílias  rivais: a dos Marlowe e a dos Ramírez. Essa é a parte do faroeste. Mas  para melhor explicar a sequência de eventos desencadeados – que incluem a  chegada de um xerife, sexo no feno, problemas entre pais e filhos,  vírus de computador, xamãs e, finalmente, seres esfomeados por carne  humana – eu findaria estragando a bala perdida literária que a última  frase do segundo capítulo é.</p>
<p style="text-align: justify;">A sensação é exatamente essa: você corre em  meio ao tiroteio, acha um local seguro e, de repente, ouve um  estilhaço: havia uma janela às suas costas. Sabe essa sensação?O  enredo, bem construído e que soa – tamanha a naturalidade – como se  escrito em pleno deserto, é acompanhado por recursos gráficos e uma  linguagem adequada. O diferente uso de fontes tipográficas em momentos  oportunos, como um trecho de diário ou uma cena de saloon que parece  extraída um filme clássico de <em>western</em>, gerou uma atração imediata, quando folheado ainda na livraria. Quanto à linguagem, permita-me copiar um trechinho antes:<em> </em></p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p><em>Sombras  de cavalos e pessoas cavalgam e caminham nas casas de madeira clara. Os  ouvidos de Juan escutam somente o vento e a areia. Ele nada pressente. O  sol do meio-dia está eclipsado por uma nuvem cinza. Agacha-se e põe a  cabeça contra o solo. Não há passos ou movimento em um raio de  quilômetros. Levanta-se. Sua orelha fica cheia de areia por fora e por  dentro. Uma esfera de poeira se aproxima. Abre a boca e sente pequenos  grãos de areia se grudarem nas frestas de seus dentes, a sensação mais  desagradável que conhece. Tenta cuspir parte da areia, mas, ao abrir a  boca para isso, tudo que consegue é absorver outro punhado de grãos.  Fecha a boca em desistência. Aguarda. Caminha. Olha. Espera.</em></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">O  livro é curto, mas não se afoba. O narrador escolhe bem palavras e  metáforas relacionadas à areia, tudo para que a sensação de aridez do  deserto seja plenamente vivenciada: quer algo melhor do que o parágrafo  anterior para explicar às mocinhas enojadas a razão de se cuspir tanto  em <em>westerns</em>? Quer algo mais bonito do que narrar os efeitos da tequila com <em>já sentia os tendões a relaxar, as amarras do mundo e da realidade afrouxando, um peso sendo suspenso</em>?  Lá pelas tantas do romance, dá pra ter certeza que a leitura está nos  abandonando na parte de baixo de uma imensa ampulheta: imersos, ou  melhor, enterrados na trama.</p>
<p style="text-align: justify;">Um  de meus métodos peculiares para dimensionar a qualidade de um livro  reside em sua capacidade de me fazer vivenciar o mundo pelo olhar de  outrem. Vou tentar explicar: não curto futebol, mas Michel Laub, em seu <em>O segundo tempo</em>,  me fez dar maior valor (enquanto elemento da narrativa) a essa paixão  nacional; apesar de curtir videogames, nunca tive um (e minha falta de  coordenação motora não ajudou muito quando joguei na casa de amigos),  mas <em>Mãos de Cavalo</em>, de Daniel Galera, me tornou um adolescente na época dos primórdios dos jogos de computador.</p>
<p style="text-align: justify;">Não que eu negasse a importância cultural dos faroestes: adorei Kill Bill e sei que muito do filme se deve a referências aos <em>westerns</em> favoritos de Tarantino. Mas devo admitir que nunca me interessei de  verdade por esses filmes. No entanto, depois dum livro bom como esse,  fiquei me lamentando por não ter uma opinião formada para, por exemplo,  uma pergunta como <em>qual é o melhor faroeste, </em>Era uma vez no oeste <em>ou</em> Meu ódio será tua herança<em>?</em> Queria poder defender apaixonadamente o meu favorito, tanto como quis  me importar realmente se o Palmeiras ganha ou perde, depois do livro do  Laub, ou como quis ser bom em algo além da primeira fase de <em>Super Mario</em> no Super Nintendo.</p>
<p style="text-align: justify;">E se isso não é uma das coisas mais legais que a literatura pode fazer pela gente, eu não sei o que pode ser.</p>
<p><strong>Areia nos dentes</strong><br />
Antônio Xerxenesky<br />
Páginas: 144<br />
Preço sugerido: R$ 25,00</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sobre o autor</strong>: Arthur Tertuliano é bacharel em Direito  pela UFPR e apaixonado por literatura. Sempre está com um livro na mão  pra aproveitar cada momento possível pra ler (de vez em quando é visto  andando e lendo, quando o trajeto é familiar). Escreve n’<a href="http://oleitorcomum.blogspot.com/">O Leitor Comum</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">Saiba mais sobre essa e outras obras no site da <strong>Não Editora</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.naoeditora.com.br/"><img class="aligncenter size-full wp-image-2400" title="Não Editora" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2010/08/naoeditoralogo.jpg" alt="" width="279" height="129" /></a>C<a title="comente" href="http://www.meiapalavra.com.br/showthread.php?tid=1339&amp;pid=103165#pid103165" target="_blank">OMENTE O ARTIGO NO FÓRUM MEIA PALAVRA</a></p>
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		<title>Louras Zumbis (Brian James)</title>
		<link>http://blog.meiapalavra.com.br/2010/07/12/louras-zumbis-brian-james/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 13:03:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Brian James]]></category>
		<category><![CDATA[Louras Zumbis]]></category>
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		<description><![CDATA[Já vão aí uns dois anos em que o que mais se tem visto sobre lançamentos para o público jovem são histórias de amor entre uma garota e alguma figura sobrenatural (o segundo normalmente sendo vampiro, certo?). A fórmula básica se repete exaustivamente, com pequenas variações que não chegam a de fato fazer diferença porque [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2010/07/louraszumbis.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2606" style="border: 0pt none;margin: 5px" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/uploads/2010/07/louraszumbis-194x300.jpg" alt="" width="194" height="300" /></a>Já vão aí uns dois anos em que o que mais se tem visto sobre lançamentos para o público jovem são histórias de amor entre uma garota e alguma figura sobrenatural (o segundo normalmente sendo vampiro, certo?). A fórmula básica se repete exaustivamente, com pequenas variações que não chegam a de fato fazer diferença porque no fim é tudo sobre o sujeito diferentão que atrai a menina para sua vida, que apresenta supostos perigos. No final das contas, quem ainda busca esses livros atrás de diversão acaba se desapontando e simplesmente deixando de lado títulos novos, pensando que será mais do mesmo.</p>
<p style="text-align: justify">E é por isso que li com certo alívio <a title="louras zumbis" href="http://www.record.com.br/livro_sinopse.asp?id_livro=24887" target="_blank"><strong><em>Louras Zumbis</em></strong></a>, de Brian James lançado aqui no Brasil pela <a title="galera record" href="http://www.record.com.br/grupoeditorial_editora.asp?id_editora=11" target="_blank">Galera Record</a>. Quando fiquei sabendo sobre o título, pensei que lá vinha outra história com uma heroína desajeitada perdidamente apaixonada, só que dessa vez por um zumbi. Bem, as coisas são diferentes com <em>Louras Zumbis</em>, porque não se trata de um livro romântico, mas de ação (ou, sendo mais específica, de horror).</p>
<p style="text-align: justify"><span id="more-2605"></span>Logo de início somos apresentados à Hannah Sanders, uma garota que vive mudando de cidade porque o pai precisa fugir das dívidas. Eles chegam na pequena Maplecrest, uma cidadezinha que ela pensa ser como qualquer outra no começo. Chegando no primeiro dia de aula, ela precisa enfrentar a rotina que já conhece bem para se adaptar ao novo ambiente. Hannah é já mudou tantas vezes que sequer tem dificuldades para reconhecer quem são as garotas populares da escola: as líderes de torcida, todas louras e perfeitas e admiradas pelos demais.</p>
<p style="text-align: justify">A história em muito apresenta essa adaptação de Hannah em Maplecrest, que apesar de alertada por Lukas, o &#8220;esquisitão&#8221; da escola ainda assim sente uma vontade irresistível de se aproximar dessas meninas. Aqui aquele ponto interessante do deslocamento, de simplesmente querer fazer parte de algo &#8220;normal&#8221;, mesmo que sabendo que com certo prazo de validade, acaba dando um histórico legal para a personagem. Mas é nos avisos de Lukas que começa a parte da ação: as meninas são mesmo zumbis ou é só exagero da parte de alguém que lê muito gibi?</p>
<p style="text-align: justify">E enquanto a protagonista ainda está querendo encontrar a resposta para essa dúvida, já temos a preparação do que são capítulos finais que já estavam fazendo falta em livros do gênero: muito mais tensão do que sacarina, e a conclusão (que eu obviamente não vou contar aqui) simplesmente me conquistou. Então se você já estava meio cansado desse tema porque nunca era o que você achava que TINHA que ser, dê uma chance para <em>Louras Zumbis</em>. Não segue a metáfora do ótimo <a title="generation dead" href="http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2009/08/13/10-perguntas-e-meia-para-daniel-waters/" target="_blank">Generation Dead de Daniel Waters</a>, mas diverte muito quem gosta do gênero.</p>
<p style="text-align: center">Saiba mais sobre essa e outras obras no site do <strong>Grupo Editorial Record</strong></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.record.com.br/"><img class="aligncenter size-full wp-image-2400" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2010/05/logorecord.jpg" alt="" width="338" height="98" /></a></p>
<p style="text-align: left"><a title="COMENTE" href="http://www.meiapalavra.com.br/showthread.php?tid=4726&amp;pid=81812#pid81812" target="_blank">COMENTE ESSE ARTIGO NO FÓRUM MEIA PALAVRA</a></p>
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		<title>Pride and Prejudice and Zombies (Seth Grahame-Smith)</title>
		<link>http://blog.meiapalavra.com.br/2009/12/12/pride-and-prejudice-and-zombies-seth-grahame-smith/</link>
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		<pubDate>Sat, 12 Dec 2009 17:05:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anica</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Jane Austen]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Estrangeira]]></category>
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		<category><![CDATA[Seth Grahan-Smith]]></category>
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		<description><![CDATA[“É uma verdade universalmente reconhecida que um zumbi, possuidor de um cérebro, deve estar em busca de mais cérebros.” É dessa forma que Seth Grahame-Smith abre seu Pride and Prejudice and Zombies (ainda não publicado no Brasil). O pastiche de Jane Austen fez tamanho sucesso lá fora que já aparece na lista de mais vendidos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="alignright size-medium wp-image-1911" style="margin: 5px" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/uploads/2010/03/pride-and-prejudice-and-zombies-207x300.jpg" alt="pride-and-prejudice-and-zombies" width="207" height="300" />“É uma verdade universalmente reconhecida que um zumbi, possuidor de um cérebro, deve estar em busca de mais cérebros.” É dessa forma que Seth Grahame-Smith abre seu <em>Pride and Prejudice and Zombies</em> (ainda não publicado no Brasil). O pastiche de Jane Austen fez tamanho sucesso lá fora que já aparece na lista de mais vendidos do New York Times e traz rumores de adaptação Hollywoodiana com nomes como Natalie Portman no elenco, além de possível publicação em português para o ano que vem. A questão é: ele agradará a legião cada vez maior de fãs dos comedores de cérebro?</p>
<p style="text-align: justify">Pelo menos da parte dessa que escreve, não. Infelizmente <em>Pride and Prejudice and Zombies</em> é uma decepção. É fato que as expectativas eram altíssimas, não só considerando o fato de ser bem sucedido no exterior, mas também por ter gostado muito de outro título do mesmo autor (<a href="http://www.anica.com.br/2009/05/16/how-to-survive-a-horror-movie/">How to Survive a Horror Movie</a>). O problema é que o livro não agrada muito quem o procura pelo humor.</p>
<p style="text-align: justify"><span id="more-1790"></span></p>
<p style="text-align: justify">Pouco há para se dizer sobre ele. É todo o <em>Orgulho e Preconceito</em> de Jane Austen recontado com a inclusão do elemento zumbi (o que fica bem óbvio só pelo título, certo?). A questão é que as (poucas) piadas não funcionam, e a repetição de certos elementos chegam a ser cansativos – como a competição entre a Elizabeth e o Darcy para saber quem é o mais fodão nas artes do extermínio de zumbis.</p>
<p style="text-align: justify">Sobre os fãs do romance da Austen, as reações podem ser bem contraditórias. Os mais puristas odiarão, com certeza. Mas <em>Pride and Prejudice and Zombies</em> pode agradar aqueles que conhecem o romance de cor, e reconhecerão passagens favoritas e o que Grahame-Smith fez delas incluindo os mortos-vivos. De minha parte acho que foi apenas chato, e talvez justamente por não ser tão apaixonada pela obra original.</p>
<p style="text-align: justify">Na verdade dessas “realidades alternativas” que andam pipocando por aí envolvendo Mr. Darcy e companhia, acredito que <em>Mr. Darcy, Vampyre</em> agrada muito mais, por não transcrever a história simplesmente, mas ir além – contando o que aconteceria depois do casamento entre Darcy e Elizabeth se o “herói” fosse na realidade um vampiro.</p>
<p style="text-align: justify">De qualquer forma, o negócio é torcer para que se realmente exista uma adaptação de <em>Pride and Prejudice and Zombies</em> como estão comentando, ela seja boa o suficiente para permitir versões cinematográficas de outros ótimos livros de zumbis, como por exemplo World War Z (que ainda está só na base dos rumores) e mesmo a série da Anita Blake. Para quem ficou curioso, seguem duas páginas do livro (em inglês, clique para ampliar).</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.meiapalavra.com.br/showthread.php?tid=4368">COMENTE ESSE ARTIGO NO FÓRUM MEIA PALAVRA</a></p>
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		<title>Areia nos Dentes (Antônio Xerxenesky)</title>
		<link>http://blog.meiapalavra.com.br/2009/09/07/areia-nos-dentes-antonio-xerxenesky/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Sep 2009 12:27:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Antônio Xerxenesky]]></category>
		<category><![CDATA[Areia nos Dentes]]></category>
		<category><![CDATA[Faroeste]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Zumbis]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde agosto do ano passado, quando li uma resenha da Ágata no blog do Meia Palavra comentando esse livro morro de vontade de ler. O fato do autor ter sido tão bacana e topado uma entrevista (10 perguntas e Meia de abril desse ano) aumentaram ainda mais a curiosidade. Faroeste. Com zumbis. Eu sei, eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="alignleft" style="border: 0pt none;margin: 5px" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2008/08/areia.jpg" alt="" width="183" height="272" />Desde agosto do ano passado, quando li uma resenha da Ágata <a title="areia nos dentes" href="http://blog.meiapalavra.com.br/2008/08/26/areia-nos-dentes-%E2%80%93-antonio-xerxenesky/" target="_blank">no blog do Meia Palavra</a> comentando esse livro morro de vontade de ler. O fato do autor ter sido tão bacana e topado uma entrevista (<a title="10 perguntas e meia" href="http://blog.meiapalavra.com.br/2009/04/27/10-perguntas-e-meia-para-antonio-xerxenesky/" target="_blank">10 perguntas e Meia de abril desse ano</a>) aumentaram ainda mais a curiosidade. Faroeste. Com zumbis. Eu sei, eu sei. Eu me vendo fácil para esse negócio de histórias de zumbis, mas no caso de <em>Areia nos Dentes</em> eu fico mais do que feliz por isso. Porque é um daqueles livros que eu colocaria fácil, fácil entre um dos melhores que li esse ano. E ó, nem tem tanto zumbi assim.</p>
<p style="text-align: justify">A narrativa mostra um sujeito tentando recuperar a história da família ao escrever um livro sobre os tempos em que viviam em um povoado no sul dos Estados Unidos. Aos poucos o narrador vai interrompendo a narrativa, seja por um problema com o computador, seja por embriaguez. E quando você já está afoito pensando: cadê os zumbis, cadê, cadêêê?, Já era.  Xerxenesky já prendeu sua atenção e você quer saber dos dois Juans. Você já consegue sentir o calor e a poeira da Mavrak, cidade dos antepassados do narrador.</p>
<p style="text-align: justify"><span id="more-1486"></span>E o que é mais interessante é como ele vai alinhavando a história, com muita metalinguagem e ótimas referências.  Não só isso, mas vários momentos que extrapolam o que esperamos de &#8216;normal&#8217; em um romance. Por exemplo, a parte de Juan correndo atrás de Samuel com o cavalo é fantástica, por causa da solução do autor para esse momento: duas colunas, uma nomeada Juan, outra Samuel.  Em cada uma temos um breve parágrafo mostrando o que cada um está pensando naquele momento. Eu me arrisco a dizer que nunca tinha visto algo igual em literatura, funcionando tão bem.</p>
<p style="text-align: justify">O mesmo vale para outras inovações, como a chegada dos zumbis, ou mesmo o momento que um vírus ataca o computador do narrador. Daqueles livros de autor-artesão, meio versão faroeste de <em>Budapeste</em>, eu arrisco dizer. O livro é tão bom que você devora e depois fica com aquele arrependimento de quem deveria ter &#8220;guardado um pouco para depois&#8221;. Os zumbis? Em certo momento o narrador diz:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify">Meu filho, Martín. Minha esposa, Maria. Não sei por onde eles andam, se há como reavê-los. Se estão vivos ou se estão mortos. Enquanto fico nessa dúvida, não estão vivos, nem mortos. São mortos-vivos. Andando em passo arrastado pelas ruas arenosas da minha memória.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify">Acho que isso já deixa bastante claro: <em>Areia nos Dentes</em> não é<em> só</em> um livro de zumbis.</p>
<p style="text-align: justify"><a title="areia nos dentes" href="http://www.anica.com.br/2009/08/20/areia-nos-dentes-antonio-xerxenesky/" target="_blank">ESSE ARTIGO FOI ORIGINALMENTE PUBLICADO NO .:HELLFIRE CLUB:. EM AGOSTO DE 2009</a></p>
<p style="text-align: justify"><a title="COMENTE" href="http://www.meiapalavra.com.br/showthread.php?tid=1339&amp;pid=64840#pid64840" target="_blank">COMENTE ESSE ARTIGO NO FÓRUM MEIA PALAVRA</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>10 perguntas e Meia para Daniel Waters</title>
		<link>http://blog.meiapalavra.com.br/2009/08/13/10-perguntas-e-meia-para-daniel-waters/</link>
		<comments>http://blog.meiapalavra.com.br/2009/08/13/10-perguntas-e-meia-para-daniel-waters/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 17:45:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anica</dc:creator>
				<category><![CDATA[10 perguntas e meia]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Waters]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Estrangeira]]></category>
		<category><![CDATA[Zumbis]]></category>

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		<description><![CDATA[Daniel Waters é autor dos livros Generation Dead e Kiss of Life, uma série sobre zumbis que (infelizmente) ainda não tem tradução no Brasil.  Apesar de não divulgar por aí informações básicas como local e data de nascimento, o escritor é bastante aberto ao contato com os  leitores, mantendo um blog constantemente atualizado com informações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2010/07/generationdead.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2843" style="border: 0pt none;margin: 5px" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2010/07/generationdead.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a>Daniel Waters é autor dos livros <em><a title="generation dead" href="http://blog.meiapalavra.com.br/2009/06/28/zumbis-na-literatura/" target="_blank">Generation Dead</a></em> e <em>Kiss of Life</em>, uma série sobre zumbis que (infelizmente) ainda não tem tradução no Brasil.  Apesar de não divulgar por aí informações básicas como local e data de nascimento, o escritor é bastante aberto ao contato com os  leitores, mantendo um <a title="daniel waters" href="http://watersdan.blogspot.com/" target="_blank">blog</a> constantemente atualizado com informações sobre o processo de escrita de seus livros.  Então, torcendo para que <em>Generation Dead</em> chegue logo em português por aqui, é com muito orgulho que trazemos para vocês nosso primeiro 10 perguntas e Meia internacional. Por questão até de clareza publicaremos a tradução da entrevista junto com o original. A tradução é de Gabriel O. Brum (o <a title="tilion" href="http://blog.meiapalavra.com.br/author/tilion/" target="_blank">Tilion</a>).</p>
<p style="text-align: justify"><strong>1. Livros e filmes de zumbi normalmente passam uma ideia de crítica à nossa sociedade. Quando você escreveu Generation Dead, você estava pensando em algo mais do que uma história de horror?</strong></p>
<p style="text-align: justify">Sim, com certeza. Ou pelo menos em tipos diferentes de histórias de horror.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>2. Qual é sua opinião sobre essa febre de livros de vampiros para adolescentes? Teve algum que você já leu e gostou?</strong></p>
<p style="text-align: justify">Acho que a febre pelos vampiros é ótima, especialmente porque ela levou de maneira bem natural a uma febre por zumbis.</p>
<p style="text-align: justify">Na verdade não li nenhum dos livros de vampiros para adolescentes mais recentes.</p>
<p style="text-align: justify"><span id="more-1331"></span><strong>3. Quais são seus filmes de zumbi favoritos?</strong></p>
<p style="text-align: justify">The Stepford Wives [no Brasil, Mulheres Perfeitas/As Possuídas] e Invasion of the Body Snatchers [Vampiros de Alma] (gosto mais do original). Se preferir o gênero mais tradicional, com Romero não tem erro, mas meu favorito sempre foi Return of the Living Dead [A Volta dos Mortos-Vivos].</p>
<p style="text-align: justify"><strong>4. Que outros livros você recomendaria para alguém que já leu Generation Dead e Kiss of Life?</strong></p>
<p style="text-align: justify">Hm. Acho que depende se os leitores gostaram deles ou não!</p>
<p style="text-align: justify">Acredito bastante na variação entre gêneros. Se os últimos vinte livros que você leu foram sobre vampiros, zumbis e elfos, dê um tempo e leia algum tipo de ficção realista. Ou mesmo não-ficção. Misture os gêneros.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>5. Qual foi o último livro que fez com que você ficasse com medo?</strong></p>
<p style="text-align: justify">Uma biografia sobre o meu quadrinista favorito, Wally Wood. Acho que se chamava Against the Grain. A obra me fez perceber como muitos dos meus ídolos criativos cometeram suicídio.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>6. Como você acha que a Internet pode ajudar os autores a divulgarem seus livros?</strong></p>
<p style="text-align: justify">Para mim, a melhor coisa que a Internet pode fazer por um autor é ajudá-lo a entrar em contato com seus leitores. Isso cria uma experiência mais abrangente e interativa para os leitores e ajuda autores velhos e solitários como eu a sentir que podem estar fazendo alguma diferença nas vidas das pessoas.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>7. Qual sua opinião sobre o download de livros?</strong></p>
<p style="text-align: justify">Acho ótimo. É claro que ainda nenhum dos meus livros está disponível para download!</p>
<p style="text-align: justify"><strong>8. Que dicas você daria para um autor que está começando a escrever?</strong></p>
<p style="text-align: justify">1. Escreva todo dia. 2. Leia todo dia.</p>
<p style="text-align: justify">Se você quiser escrever profissionalmente, eu acrescentaria 3. aprender como receber um golpe.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>9. É dificil assustar as pessoas hoje em dia? Será que quando há um pé na realidade as pessoas procurem mais os livros que misturam realidade e ficção do que os totalmente fictícios?</strong></p>
<p style="text-align: justify">O mundo é um lugar assustador e é difícil competir com a realidade. Mas se você consegue fazer com que as pessoas se importem com seus personagens e as situações pelas quais eles passam, você sempre pode assustá-las.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>10. O que é mais dificil fazer: moldar personagens para espelhar a sociedade ou um nicho que vai se criticar ou pegar atributos de pessoas reais e transformá-los em algo fantástico?</strong></p>
<p style="text-align: justify">Não sei o que é mais difícil, pois nunca tentei moldar meus personagens com base em pessoas reais. Sei que sempre incorporo a vida real (ou pelo menos a minha percepção distorcida da vida real) nas minhas obras, mas provavelmente sou mais como um corvo que cata objetos brilhantes aqui e ali do que o tipo de fera que engole as coisas inteiras.</p>
<p style="text-align: justify">Entendi corretamente a sua pergunta?</p>
<p style="text-align: justify"><strong>1/2. Se hoje fosse o Z day&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: justify">&#8230; eu tentaria me tornar menos saboroso.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify"><strong><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2009/08/kissoflife.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1333" style="border: 0pt none;margin: 5px" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2009/08/kissoflife.jpg" alt="kissoflife" width="259" height="388" /></a></strong><em>No original</em>:</p>
<p style="text-align: justify"><strong>1. Zombie books and movies are usually seen as a critical take on our society. Were you thinking about something that was more than just a horror story when you wrote Generation Dead?</strong></p>
<p style="text-align: justify">Yes, absolutely. Or different kinds of horror stories, anyhow&#8211;</p>
<p style="text-align: justify"><strong>2. What do you think about this craze of vampire books for teenagers? Is there any that you have read and liked?</strong></p>
<p style="text-align: justify">I think the vampire craze is great, especially as it led quite nature to a zombie craze.</p>
<p style="text-align: justify">I actually haven&#8217;t read any of the more recent teen vampire books.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>3. What are your favorite zombie movies?</strong></p>
<p style="text-align: justify">The Stepford Wives and Invasion of the Body Snatchers (I&#8217;m most fond of the original). For more traditional faire you can&#8217;t go wrong with Romero, but my favorite was always Return of the Living Dead.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>4. What other books would you recommend to someone who has already read Generation Dead and Kiss of Life?</strong></p>
<p style="text-align: justify">Hm. I guess it depends if they liked them or not!</p>
<p style="text-align: justify">I&#8217;m a big believer in cross-genre pollination. If you the last twenty books you&#8217;ve read have been about vampires, zombies, and elves, take a break with some realistic fiction. Or nonfiction, even. Mix it up.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>5. What was the last book that frightened you?</strong></p>
<p style="text-align: justify">A biography about my favorite comic book artist, Wally Wood. I think it was called Against the Grain. It made me realize how many of my creative idols committed suicide.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>6. How do you think the Internet can help authors in advertizing their books? </strong></p>
<p style="text-align: justify">The best thing, to me, that the Internet can do for an author is help he or she get in touch with their readership. Doing so provides a more well-rounded, interactive experience for the readers, and helps lonely old authors like myself feel like they might be making a difference in people&#8217;s lives.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>7. What do you think about downloading books? </strong></p>
<p style="text-align: justify">I think it is great. Of course, none of my work is available for download at this time!</p>
<p style="text-align: justify"><strong>8. What advices would you give to an author who is getting into writing?</strong></p>
<p style="text-align: justify">1. Write every day 2. Read every day</p>
<p style="text-align: justify">If you want to write professionally, I would add 3. learn how to take a punch.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>9. Is it hard to scare people nowadays? Is it possible that when there is a foot in reality people look more for books which blend reality and fiction than the ones that have a completely fictional backdrop? </strong></p>
<p style="text-align: justify">The world is a scary place, and it is difficult competing with reality. But if you can make people care about your characters and their situations, you can always scare them.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>10. What is more difficult to do, to shape characters in order for them to reflect society or a specific niche that you intend to make a criticism about, or to get attributes from real life people and change them into something fantastic?</strong></p>
<p style="text-align: justify">I don&#8217;t know which is harder, because I&#8217;ve never tried to model my characters off of real people. I&#8217;m sure that I&#8217;m incorporating real life (or my warped perception of real life, anyway) into my writing all the time, but I&#8217;m probably more like a crow that picks up shiny objects here and there rather than the type of beast that swallows things whole.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>1/2. If today was the Z-Day&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: justify">I would try and become less tasty.</p>
<p style="text-align: justify"><a title="COMENTE" href="http://www.meiapalavra.com.br/showthread.php?tid=3691" target="_blank">COMENTE ESSE ARTIGO NO FÓRUM MEIA PALAVRA</a></p>
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		<title>Zumbis na Literatura</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Jun 2009 12:36:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<description><![CDATA[O maior problema para situar historicamente as primeiras aparições de zumbis na Literatura está na delimitação da representação apropriada da figura. Enquanto para alguns leitores para ser zumbi basta ser um morto-vivo (undead), outros acreditam que essa definição é problemática se considerarmos outras personagens da literatura de horror, como os vampiros. Há ainda a questão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2009/06/night-of-the-living-dead-zombies.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1081" style="border: 0pt none;margin: 5px" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/uploads/2009/06/night-of-the-living-dead-zombies-300x224.jpg" alt="night-of-the-living-dead-zombies" width="300" height="224" /></a>O maior problema para situar historicamente as primeiras aparições de zumbis na Literatura está na delimitação da representação apropriada da figura. Enquanto para alguns leitores para ser zumbi basta ser um morto-vivo (<em>undead</em>), outros acreditam que essa definição é problemática se considerarmos outras personagens da literatura de horror, como os vampiros. Há ainda a questão do imaginário de grande parte dos leitores estar relacionado com os zumbis de filmes como o de <a title="george a. romero" href="http://www.imdb.com/name/nm0001681/" target="_blank">George A. Romero</a>, seres violentos e primitivos com corpos já em evidente estado de decomposição.</p>
<p style="text-align: justify">Um dos autores que melhor se aproximou dessa imagem antes mesmo dos filmes de Romero chegarem ao cinema foi H.P. Lovecraft, que em 1922 publicou <a title="herbert west: reanimator" href="http://www.dagonbytes.com/thelibrary/lovecraft/reanimator.htm" target="_blank">Herbert West: Reanimator</a> (sim, aquele filme foi adaptado dessa história). Na história de Lovecraft temos um elemento comum em muitas das tantas outras que viriam depois, a da ciência envolvida com o horror: os cadáveres sendo reanimados por conta de algum reagente misterioso (lembram do gás de <a title="a volta dos mortos-vivos" href="http://www.imdb.com/title/tt0089907/" target="_blank">A volta dos mortos-vivos</a> e de <a title="planet terror" href="http://www.imdb.com/title/tt1077258/" target="_blank">Planet Terror</a>?).</p>
<p style="text-align: justify"><span id="more-1080"></span>Como deve ter ficado claro, o cinema acabou conquistando um papel vital na construção do arquétipo do zumbi moderno, aqui incluindo não apenas Romero, mas diretores como <a title="lucio fulci" href="http://www.anica.com.br/2009/03/02/lucio-fulci/" target="_blank">Lucio Fulci</a>, que são fontes de inspiração para muito escritor que resolve se aventurar nesse nicho do horror. Aqui você poderá conferir dicas do <strong>Meia Palavra</strong> para cinco obras da literatura moderna que são exemplos dessa inspiração.</p>
<p style="text-align: justify"><strong><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2009/06/world_war_z_book_cover.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1082" style="border: 0pt none;margin: 5px" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/uploads/2009/06/world_war_z_book_cover-203x300.jpg" alt="world_war_z_book_cover" width="108" height="161" /></a>World War Z (Max Brooks)</strong>: Começar pelo melhor chega a ser injusto com os demais, mas o fato é que <em>World War Z</em> é um romance brilhante sob todos os aspectos, não só como história de zumbi. O narrador começa explicando que foi contratado para colher depoimentos dos sobreviventes da World War Z, e que como muita coisa foi deixada de lado nos relatórios oficiais, ele resolveu unir as histórias em um livro. Os relatos começam desde as primeiras aparições dos zumbis até o final da guerra, e têm o formato de &#8220;contos&#8221;, alguns deles terminando de maneira tal que você até precisa fechar o livro para recuperar o fôlego. Excelente, daqueles que até mesmo quem não gosta de zumbis deveria ler um dia.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify"><strong><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2009/06/celular_212.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1083" style="border: 0pt none;margin: 5px" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/uploads/2009/06/celular_212-208x300.jpg" alt="celular_212" width="111" height="161" /></a>Celular (Stephen King)</strong>: A ideia começa de forma interessante, com um sinal de linha misterioso que afetou todo mundo que estava falando ao celular naquele momento, transformando essas pessoas em zumbis. Os primeiros momentos, e mesmo a descrição de como lugares conhecidos para a personagem mudam drasticamente passado um tempo depois do sinal de linha são muito bons, elevando a tensão a pontos altíssimos. O que estraga é a conclusão, que além de ser meio sem pé nem cabeça pareceu extremamente preguiçosa. Mas ainda assim vale a leitura, tanto para os que gostam de horror quanto para os que gostam de histórias de zumbis.</p>
<p style="text-align: justify"><strong><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2009/06/generation_dead.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1084" style="border: 0pt none;margin: 5px" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/uploads/2009/06/generation_dead-199x300.jpg" alt="generation_dead" width="107" height="161" /></a>Generation Dead (Daniel Waters)</strong>: Muito embora a sinopse possa passar a falsa ideia de que trata-se de uma <em>Malhação</em> com zumbis (ou um <em>Crepúsculo</em> com zumbis), averdade é que Generation Dead vai fundo em uma das características principais das histórias envolvendo mortos-vivos: o uso da alegoria para fazer crítica social. Aqui adolescentes  que acabaram de morrer simplesmente voltam dos mortos, e passam a viver como &#8220;pessoas comuns&#8221;. O problema é que são marginalizados, e é impressionante como do preconceito dos adolescentes que surge o real horror do livro. Muito interessante, e já tem continuação: <em>Kiss of Life</em>.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify"><strong><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2009/06/6a00c2251fecfa8fdb0109d0f5e4bf000f-500pi.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1085" style="border: 0pt none;margin: 5px" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/uploads/2009/06/6a00c2251fecfa8fdb0109d0f5e4bf000f-500pi-185x300.jpg" alt="6a00c2251fecfa8fdb0109d0f5e4bf000f-500pi" width="109" height="161" /></a>The Laughing Corpse (Laurell K. Hamilton)</strong>: Em outra oportunidade eu comentei sobre a série da caça-vampiros Anita Blake, mas foi comentando o primeiro livro (e único que tem tradução disponível aqui no Brasil), <a title="vampiros na literatura" href="http://blog.meiapalavra.com.br/2009/01/15/vampiros-na-literatura/" target="_blank">Prazeres Malditos</a>. Mas no segundo livro da coleção o que pesa mais é o fato de Anita ser uma &#8220;animator&#8221; e poder levantar mortos e controlar zumbis, com a história praticamente focada nisso. Ironicamente é um dos melhores livros da série, com alguns momentos em que a tensão é muito bem desenvolvida e claro, com o ótimo senso de humor ácido da protagonista e narradora Anita Blake. O negócio é torcer para que a Rocco volte a publicar as traduções.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Eu sou um zumbi apaixonado (Isaac Marion)</strong>: na verdade não é um livro, mas um conto. Mas um conto tão, tão legal que merece um espaço aqui nas indicações. Você pode ler <a title="zombie filled with love" href="http://www.burningbuilding.com/filledwithlove.htm" target="_blank">em inglês no site do autor</a>, ou ler <a title="tradução do conto" href="http://www.jesusmechicoteia.com.br/traduo-canhestra" target="_blank">a tradução do Marco Aurélio lá no Jesus me chicoteia!</a>, mas o importante é: <span style="text-decoration: underline">leia</span>. Marion já publicou um livro que seria baseado nesse conto, o Warm Bodies, o problema é que ele lançou em tiragem limitada e no momento não tem como comprar, então só resta ler o conto mesmo.</p>
<p style="text-align: justify">***</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Só para terminar</strong>:</p>
<ul style="text-align: justify">
<li>Não sei se repararam em um padrão nessa lista de sugestões: quase todos não foram publicados aqui no Brasil ainda. Eu pessoalmente acho uma pena que um livro como<em> World War Z</em> não tenha tradução, e que as editoras brazucas estejam preferindo seguir o <em>hype</em> das histórias de vampiros e deixando de lado &#8216;n&#8217; títulos relacionados com zumbis, mesmo os que tem mais a ver com humor do que horror, como o <em>Pride and Prejudice and Zombies</em> do Seth Grahame-Smith. Fica a dica para as editoras aí: zumbis são legais. Zumbis pode ser engraçados, assustadores e até românticos, como nossas sugestões deixam claro. Vamos variar, minha gente.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify">
<ul style="text-align: justify">
<li>Não entrou na lista só porque ainda não li, mas continuo curiosíssima sobre o livro de zumbis do brazuca Antônio Xerxenesky, <a title="areia nos dentes" href="http://blog.meiapalavra.com.br/2008/08/26/areia-nos-dentes-%E2%80%93-antonio-xerxenesky/" target="_blank">Areia nos Dentes</a>.  Se ainda não leu <a title="10 perguntas e meia" href="http://blog.meiapalavra.com.br/2009/04/27/10-perguntas-e-meia-para-antonio-xerxenesky/" target="_blank">a entrevista com o autor aqui no <strong>Blog Meia Palavra</strong></a>, corre lá conferir porque está muito legal.</li>
</ul>
<p><a title="comente" href="http://www.meiapalavra.com.br/showthread.php?tid=3307" target="_blank"><strong>COMENTE ESSE ARTIGO NO FÓRUM MEIA PALAVRA</strong></a></p>
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		<title>Zumbis e afins</title>
		<link>http://blog.meiapalavra.com.br/2009/01/11/zumbis-e-afins/</link>
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		<pubDate>Sun, 11 Jan 2009 16:25:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Colaborador Meia Palavra</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A morte sempre exerceu certo poder de atrações sobre o ser humano. Estamos presos ao fato de que todos - pelo menos até agora foram todos – temos que fazer a “passagem”. Somos tão obcecados pela morte que a todo o momento produzimos algum tipo de arte dedicada a nossa única certeza e verdade absoluta. Uma dessas artes são as HQs (histórias em quadrinhos) que a algum tempo tem tido como tema principal os zumbis, os mostos vivos, os vivos mortos e as coisas que andam e falam, mas estão mortas. Foi percebendo o alto número de HQs que lidam com o assunto “zumbi e afins” que decidi fazer meu top de quadrinhos sobre mortos-vivos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="aligncenter size-full wp-image-389" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2009/01/banner_dead.jpg" alt="banner_dead" width="550" height="100" /></p>
<p style="text-align: justify">A morte sempre exerceu certo poder de atração sobre o ser humano. Estamos presos ao fato de que todos &#8211; pelo menos até agora foram todos – temos que fazer a “passagem”. Somos tão obcecados pela morte que a todo o momento produzimos algum tipo de arte dedicada a nossa única certeza e verdade absoluta. Uma dessas artes são as HQs (histórias em quadrinhos), que há algum tempo tem tido como tema principal os zumbis, os mortos vivos, os vivos mortos e as coisas que andam e falam, mas estão mortas. Foi percebendo o alto número de HQs que lidam com o assunto “zumbi e afins” que decidi fazer meu top de quadrinhos sobre mortos-vivos.</p>
<p style="text-align: justify">Nas próximas linhas deixarei uma pequena descrição de cada uma das HQs que eu falar e vou dar minha opinião sincera de leitor sobre elas, levantando os pontos altos e baixos. Um ultimo detalhe é que não vou me aprofundar muitas nas descrições para evitar spoilers.</p>
<p style="text-align: justify"><span id="more-375"></span><strong><img class="size-full wp-image-379 alignleft" style="border: 0pt none;margin: 5px" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2009/01/landofthedead4.jpg" alt="landofthedead4" width="110" height="164" />5 – Terra dos Mortos (Land of the dead, 5 números)</strong> – Depois que a terra foi tomada por mortos-vivos, a humanidade foi obrigada a viver em cidades sitiadas e bem armadas contra qualquer invasão, que são realizadas por estúpidas formar de vida (ou falta de vida) que não fazem nada a não ser andar de um lado para o outro a procura de carne humana. Mas toda a “paz” acaba quando um grupo de “exterminadores de zumbis” liderados por Riley descobre que alguns desses mortos-vivos estúpidos não são tão burros assim. Baseado no roteiro do filme homônimo do Romero, com arte de Gabriel Rodriguez, adaptado por Chris Ryall e colorido por Jay Fotos.</p>
<p style="text-align: justify">Minha opinião: A verdade é que Terra dos Mortos só entrou nesse ranking por ter uma arte muito bem feita. O traço é bem detalhista e esse é o tipo de coisa que ajuda muito quando você quer ler algo que já viu nos cinemas. E também posso ressaltar o fato de que é bem engraçada e não falo da mesma “graça” que o filme tentou apresentar, na HQ os textos parecem ser melhores (ou fui eu que não gostei do filme?).</p>
<p style="text-align: justify"><strong><img class="alignright size-full wp-image-381" style="border: 0pt none;margin: 5px" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2009/01/raisethedead2.gif" alt="raisethedead2" width="115" height="175" />4 – Raise the dead (Raise the dead, 4 números)</strong> – Um vírus criado em laboratório se espalha por uma cidade inteira, transformando todos os contaminados em zumbis dominados pela raiva que só pensam em matar e se alimentar de carne, claro que nem sempre nessa ordem. E no meio dessa confusão toda está um grupo de sobreviventes formado por cinco adultos e duas crianças que encontram no criador do vírus, que vira um zumbi bonzinho, a última esperança de escapar do terror. Escrito por Leah Moore e John Reppion, arte de Hugo Petros e arte-final de Marc Rueda.</p>
<p style="text-align: justify">Minha Opinião: Você tem certeza que já leu Raise the Dead em algum lugar ou que já viu algum filme com o mesmo roteiro, até que chega na página onde um zumbi faz parte dos protagonistas. Ai você para e pensa: “Legal!” Quem ler apenas o primeiro número não vai ter vontade de continuar, porque ele é repleto de clichês, mas basta chegar no segundo número que a vontade de continuar aparece. As capas também são um espetáculo a parte.</p>
<p style="text-align: justify"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-382" style="border: 0pt none;margin: 5px" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2009/01/zombie1.gif" alt="zombie1" width="115" height="177" />3 &#8211; Zombie (Zombie, 3 números)</strong> – Quando Nanico e Gyp resolveram assaltar o banco da cidade, não imaginavam que na fuga teriam que lidar com dois reféns e logo depois com mortos-vivos resultantes de um acidente militar. Agora eles têm que arrumar uma forma de sair vivos de dentro de um shopping rodeado por zumbis que só querem sua carne fresca. Porém são em momentos de pressão que escolhas ruins são feitas. Roteiro de Mark Raight e arte de Kyle Hotz.</p>
<p style="text-align: justify">Minha opinião: Segundo fontes, se você pesquisar pode encontrar essa mesma série por apenas três reais em alguns sebos, mas Zombie vale mais que isso. Não é uma super HQ e nem vai mudar a sua vida, mas é o que eu chamo de “conhecimento básico”. Ela reúne elementos básicos de uma boa HQ sobre zumbis e é quase que uma introdução ao gênero. Recomendo para quem estiver afim de começar a ler.</p>
<p style="text-align: justify"><strong><img class="alignright size-full wp-image-383" style="border: 0pt none;margin: 5px" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2009/01/tag.jpg" alt="tag" width="120" height="186" />2 – Pega pega (Tag, 3 números)</strong> – Uma brincadeira sinistra começa desde tempo imemoriais, onde o objetivo é “pegar” alguém de quem você tenha algum rancor e passar para ele a pior maldição que existe: a morte. Depois de “pego”, a pessoa vai se transformando literalmente em um morto vivo sem as necessidades humanas tais como fome, sede ou até respirar, o corpo vai apodrecendo até que você ache outro para passar a maldição. Mitch foi pego e agora tem que encontrar um velho inimigo de escola, enquanto briga com sua ex-namorada e descobre que ela é mais estranha do que ele pensava. Arte de Kody Chamberlain e roteiro de Keith Giffen.</p>
<p style="text-align: justify">Minha Opinião: Esse segundo lugar no pódio é mais que merecido! Pega Pega é a HQ sobre mortos-vivos mais original que eu já li até esse momento. O que tem de tão especial? Simplesmente é a primeira onde os mortos não querem carne! Na verdade na HQ inteira poucos mortos-vivos aparecem e mesmo assim não são pessoas tão ruins, são gente como a gente. A arte não me agrada muito porque acho um pouco suja, mas o roteiro é genial. O final é de fazer chorar.</p>
<p style="text-align: justify"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-384" style="border: 0pt none;margin: 5px" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2009/01/walkingdead.gif" alt="walkingdead" width="115" height="178" />1 – The Walking Dead (The Walking Dead, ainda em produção)</strong> – Quando o policial Rick acorda de um coma, causado por um tiro que havia levado, percebe que está sozinho em um hospital cheio de pessoas que não estão vivas, mas que também não estão mortas. Rick tenta encontrar a sua mulher e filho em meio a uma cidade dominada por mortos-vivos. E se eu falar mais que isso, vou estragar todas as surpresas que a série de HQs tem a seu favor.</p>
<p style="text-align: justify">Minha Opinião: É estranho escolher para top uma HQ sobre a qual não posso falar muito sem estragar todas as surpresas contidas nela. The Walking Dead não é a mais original de todas as HQ sobre zumbis, porém é a que retrata melhor a realidade que seria o mundo se os mortos resolvessem voltar de seus túmulos. As páginas estão recheadas de teorias sendo colocadas em prática pelos seres humanos que restaram no planeta. Dentro dos 56 números que li até agora, vi um pouco de tudo. Desde pais zelosos tentando proteger seus filhos à novos imperadores se erguendo em meio as cinzas do mundo. Posso dizer que escolhi The Walking Dead como a melhor, porque ela é o relato fiel de uma coisa que (ainda) não aconteceu.</p>
<p style="text-align: justify">Espero que todos tenham gostado e que possam aproveitar a opinião, deixada aqui com o único intiuto de ajudar nas escolhas futuras de suas leituras. Para mim é um prazer fazer parte da equipe do blog Meia Palavra e poder difundir mais um pouco as HQs.</p>
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