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	<title>Meia Palavra&#187; Stephen King</title>
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		<title>Meia Palavra Indica: Livros que marcaram nossa infância</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Oct 2011 17:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Meia Palavra</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ou nossa adolescência &#8211; porque todo adolescente vira criança no dia 12 de outubro para também ganhar presente. Já fizemos um Indica de livros infantis, infantojuvenis, mas dessa vez é diferente &#8211; não queremos ser repetitivos. A equipe do Meia Palavra não vai apenas indicar boas obras, mas falar de livros que marcaram sua infância, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2011/10/guri.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-14909" style="border: 0pt none; margin: 5px;" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2011/10/guri-300x213.jpg" alt="" width="270" height="192" /></a>Ou nossa adolescência &#8211; porque todo adolescente vira criança no dia 12 de outubro para também ganhar presente. Já fizemos um Indica de livros infantis, infantojuvenis, mas dessa vez é diferente &#8211; não queremos ser repetitivos. A equipe do Meia Palavra não vai apenas indicar boas obras, mas falar de livros que marcaram sua infância, e não são necessariamente histórias para crianças. São livros que tivemos a sorte de ter em mãos e, por algum motivo, deixaram aquela lembrança boa dos tempos de meninice e nos marcaram de alguma forma &#8211; a partir deles estabelecemos nossas preferências literárias, ou descobrimos coisas novas, ou simplesmente vimos que ler é bacana.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o Dia das Crianças, então, vamos ser nostálgicos e lembrar desses livros que lemos e relemos na nossa infância!<span id="more-14896"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2011/10/tia-nastacia.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-14898" style="border: 0pt none; margin: 5px;" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2011/10/tia-nastacia-230x300.jpg" alt="" width="161" height="210" /></a>Liv &#8211; Histórias de Tia Nastácia (Monteiro Lobato):</strong> Posso dizer que fui uma criança com muita sorte, pois minha mãe sempre me influenciou a ler e eu sempre tive acesso àquelas historinhas infantis encantadoras. Escolhi <em>Histórias de Tia Nastácia</em> porque esse foi o primeiro livro que eu li na minha primeira visita à biblioteca (a grande amiga de todos os leitores). Lembro que eu precisava de uma história do Monteiro Lobato para um trabalho de escola, mas não tinha nada em casa. Então, minha mãe me levou até o paraíso dos livros e eu trouxe esse tesouro pra casa. Lançado em 1937, é de um enredo simples e encantador: Pedrinho resolve pedir à Tia Nastácia que conte todas as histórias que sabe, e lá se vão ao longo de 44 histórias, narrativas sobre o folclore brasileiro encantando o leitor (e eu também!) por 74 anos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2011/10/8585466154.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-14900" style="border: 0pt none; margin: 5px;" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2011/10/8585466154.jpg" alt="" width="198" height="200" /></a>Taize &#8211; <strong>Duendes e Gnomos (Heloisa Prieto)</strong>: </strong>Um dos primeiros livros com mais palavras que ilustrações que lembro ter lido foi esse, aos 9 ou 10 anos de idade. Encontrei ele na biblioteca da minha escola, mas não naquelas idas semanais em que a bibliotecária colocava uma pilha de livros infantis em cima de uma mesa e escolhíamos um para levar para casa por uma semana. Na verdade, não lembro como encontrei ele, só sei que estava em uma estante por aí, não naquela pilha, e o tamanho do livro (56 páginas, muito mais do que qualquer outro livro que já tinham dado para mim) chamou a atenção. Tirei da estante, me sentei em uma das mesas redondas da biblioteca e comecei a ler lá mesmo. Duendes e Gnomos é uma espécie de guia de seres mágicos que habitam mundos fantásticos. Traz lendas de vários lugares do mundo e o mais legal é que ele tem um ar meio &#8220;macabro&#8221;, já que Heloisa não deixa de fora os seres que pendem mais para o lado do mal, e as histórias sobre eles eram as que eu mais gostava. Lembro que olhava por muito tempo cada ilustração, e como era um livro em que o texto importava mais, demorei um tempo para terminá-lo. Mas por que? Ora, porque não podia levar o livro para casa! Toda vez que ía até a biblioteca na hora de pegar um emprestado, eu não encontrava esse, era como se ele sumisse. Mas, felizmente, meu professor deixava eu ir até a biblioteca quando eu acabava os exercícios de outras matérias &#8211; principalmente matemática -, e assim consegui ler ele até o fim, e várias vezes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2011/10/45122641.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-14901" style="border: 0pt none; margin: 5px;" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2011/10/45122641-196x300.jpg" alt="" width="157" height="240" /></a>Anica &#8211; <strong>A morte tem sete herdeiros</strong> (Ganymedes José e Stella Carr): </strong>Pense em todos aqueles elementos bacanas de romances ingleses ao estilo Agatha Christie. Um tio rico que morre e uma das cláusulas do testamento é que os sobrinhos (possíveis herdeiros) passem uma noite no casarão do falecido. Alguns desses hóspedes começam a ser assassinados, criando um clima de mistério misturado com momentos muito engraçados. Foi um dos meus livros favoritos de infância, lembro de ler e reler várias vezes, inclusive de insistir em ler para minha mãe, de tanto que gostei (e sim, ela pacientemente ouviu a narrativa enquanto preparava o jantar, e lembra deste livro até hoje). É o tipo de história que acabou sendo a semente não só para meu gosto por leitura (porque depois dele outros tantos viriam), mas também fez com que eu criasse um gosto especial por romances envolvendo crimes e fantasmas, que carrego comigo até os dias de hoje. Impossível ver a capa desse livro e não pensar com carinho em tudo o que ele representou para mim, especialmente para o que eu viria e me tornar como leitora.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2011/10/Michael-Ende-A-hist%C3%B3ria-sem-fim-1985-1986-Editora-Martins-Fontes-e-Editora-Presen%C3%A7a.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-14902" style="border: 0pt none; margin: 5px;" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2011/10/Michael-Ende-A-hist%C3%B3ria-sem-fim-1985-1986-Editora-Martins-Fontes-e-Editora-Presen%C3%A7a-194x300.jpg" alt="" width="155" height="240" /></a>Lucas &#8211; <strong>História sem Fim</strong> (Michael Ende):</strong> Conheci a história do jovem Bastian Balthazar Bux através do filme de 1984, mas tão logo me deparei com o livro na biblioteca, tratei logo de amealhá-lo e devorá-lo. <em>História sem Fim</em> pode parecer a primeira vista uma &#8216;simples&#8217; história de aventuras e fantasia, mas não se deixe enganar, ele é mais do que isso. Para além das aventuras empolgantes de Bastian com Fuchur, o dragão da sorte; Atreiú, o intrépido menino-caveleiro (como esquecer a morte do cavalo de Atreiú naquela cena memorável e sinistra do filme?), a Tartaruga-anciã ou a Imperatriz-Menina; <em>História sem Fim</em> lida com a fantasia e os contos de fadas como o desenrolar da imaginação das pessoas, como derivativos de sua capacidade de se encantarem com o mundo a sua volta e viajarem para outros através das histórias. O que nos vem como desencantamento, para Bastian, em sua saga, vem como o enfrentamento com o avanço do &#8216;nada&#8217;, a destruição de Fantasia pela racionalidade exagerada ou pela esterilidade do não-imaginar, não-criar, não-fabular. <em>História sem Fim</em> é daqueles livros que você certamente vai querer ter para poder ler para seu filho antes de dormir, uma história tocante que enleva desde pequeninos até os nem tão pequeninos assim.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2011/10/s_MLB_v_O_f_138855726_1188.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-14903" style="border: 0pt none; margin: 5px;" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2011/10/s_MLB_v_O_f_138855726_1188.jpg" alt="" width="160" height="226" /></a>Kika &#8211; A Dança da Morte (Stephen King): </strong>Talvez pareça estranho um livro assim numa lista sobre a infância. Mas esse foi meu primeiro livro &#8220;de gente grande&#8221;. Tenho uma sorte tremenda de ser de uma família de leitores assíduos e colecionadores, e foi assim que, no auge dos meus 11 anos, escolhi na biblioteca da minha mãe este livro do Stephen King. Atrativos para uma menina de 11 anos: Uma caveira na capa, Morte no título e 860 páginas sem figuras. A Dança da Morte é a história de várias pessoas, sobreviventes de uma epidemia de vírus da gripe modificado pelos militares. 99,99% das pessoas morrem, e quem sobrevive é atormentado por dois sonhos. Alguns sonham com uma simpática senhora na varanda de sua casa, outros tem sonhos com um senhor elegante e lascivo em Los Angeles. A peregrinação dos sobreviventes até seus sonhos, e as consequências apocalípticas de uma epidemia como essa podem parecer clichê hoje em dia, mas a prosa de Stephen King, marcada pelo conflito psicológico e a atenção aos detalhes faz desse um dos melhores livros da minha infância.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Luciano &#8211; <strong>As mais belas histórias da Antiguidade Clássica (Thomas Bulfinch):</strong> </strong>Os meus primeiros interesses em literatura surgiram de forma um pouco confusa. Por um lado, tinha uns livros infantis. Por outro, minha avó lia José de Alencar e Turma da Mônica para mim. Mas a primeira coisa que eu realmente tive vontade de ler, e que realmente me impressionou, foram as versões do norte-americano Thomas Bulfinch para os clássicos da mitologia grega &#8211; confesso que um pouco disso foi influênciado pelos Cavaleiros do Zodíaco. De qualquer maneira, as histórias de Bulfinch realmente me encantaram &#8211; tanto que, antes dos doze anos de idade, eu me aventurei a ler os três volumes de tamanho um tanto quanto considerável. O primeiro deles com inúmeros contos sobre deuses e heróis greco-romanos, o segundo apresentando uma adaptação em prosa da Ilíada (o que, é claro, eu só fui descobrir muitos anos depois) e o terceiro fazendo a mesma coisa, mas com a Eneida. Talvez hoje eu nem fosse prestar tanta atenção nos livros, mas eles foram bastante importantes por dois motivos: o primeiro foi terem me tirado o medo de livrões; o segundo foi terem aberto minha cabeça para culturas e conhecimentos dos mais diversos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2011/10/A-Droga-da-Obedi%C3%AAncia.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-14904" style="border: 0pt none; margin: 5px;" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2011/10/A-Droga-da-Obedi%C3%AAncia-199x300.jpg" alt="" width="159" height="240" /></a>Palazo &#8211; <strong>Coleção &#8220;Os Karas&#8221; (Pedro Bandeira)</strong>: </strong>Durante minha infância e adolescência li poucos livros, geralmente por indicação, ou imposição, da própria escola. Para a minha surpresa e alegria, um desses livros foi &#8220;A droga da obediência&#8221;, de Pedro Bandeira. E foi com olhos vorazes que eu devorei a história dos cinco amigos e suas aventuras para desvendar os mais curiosos casos políciais. Estranho seria se eu não tivesse me encantado pela inteligência de Crânio, os disfarces de Calú, pela habilidade de Magrí todos eles liderados por Miguel. Mas o que eu mais queria era ser como Chumbinho, o caçula do grupo, e decifrar o código vermelho para usá-lo no dia-a-dia das aulas. Ou então encontrar um esconderijo tão interessante quanto o forro do vestiário do colégio Elite. As aventuras &#8220;dos Karas&#8221; dividem-se em cinco livros &#8211; <em>A Droga da Obediência, Pântano de Sangue, Anjo da Morte, A Droga do Amor e Droga de Americana</em>. Cada um deles contém uma aventura policial pela qual o grupo passará para desvendar um crime. Dos cinco, eu li os três primeiros, mas mesmo depois de mais velho fico instigado a ter e ler a coleção completa para relembrar minha infância e, quiçá, apresentar a leitura aos meus filhos.</p>
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		<title>Links e notícias da semana #56</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 17:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Taize Odelli</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cachorros são bons companheiros de leitura, pelo menos aqui no Book Porn Se na semana passada foram divulgados os finalistas do Prêmio Jabuti 2011, essa semana teve desclassificação. A Raquel Cozer alertou lá na Biblioteca de Raquel e 3 livros saíram da disputa. E dias depois, mais um acabou saindo da lista de finalistas. Aproveitando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2011/09/tumblr_ls3x1kSpqZ1qkjodno1_1280.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-14613" style="border-style: initial;border-color: initial;border-width: 0px" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2011/09/tumblr_ls3x1kSpqZ1qkjodno1_1280-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a><em>Cachorros são bons companheiros de leitura, pelo menos aqui no <a href="http://bookporn.tumblr.com/post/10830325175">Book Porn</a></em></p>
<p style="text-align: justify">Se na semana passada foram divulgados os finalistas do Prêmio Jabuti 2011, essa semana teve desclassificação. A Raquel Cozer alertou lá na <a href="http://abibliotecaderaquel.folha.blog.uol.com.br/arch2011-09-18_2011-09-24.html#2011_09-23_15_58_49-167024240-0">Biblioteca de Raquel</a> e 3 livros saíram da disputa. E dias depois, <a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/especial/rs/segundocaderno/19,0,3507937,Organizacao-do-Jabuti-desclassifica-mais-um-finalista.html">mais um acabou saindo da lista de finalistas</a>. Aproveitando que falamos de prêmios, o Sérgio Rodrigues, do <a href="http://veja.abril.com.br/blog/todoprosa/resenha/o-vencedor-do-i-concurso-de-resenhas-sobre-%E2%80%98zilanda%E2%80%99/">Todoprosa</a>, publicou o texto vencedor do seu primeiro concurso de resenhas.</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://m.estadao.com.br/noticias/impresso,paginas-da-investida-japonesa,776903.htm" target="_blank">Vem aí nova leva de romances japonês em tradução direta: </a>14 Contos e O Substituto de Kenzaburou Oe, E Depois de Natsume Soseki, Chuva Negra de Masuji Ibuse e 1Q84 de Haruki Murakami. Art Spiegelman vai lançar <a href="http://updateordie.com/blog/2011/09/27/metamaus-a-historia-por-tras-da-historia/">MetaMaus</a>, um livro sobre sua famosa graphic novel. E <a href="http://omelete.uol.com.br/cinema/dr-sleep-stephen-king-oficializa-continuacao-de-o-iluminado/">Stephen King</a> anunciou que vai escrever a continuação de O Iluminado. No blog <a href="http://livroecafe.com/2011/09/23/leitura-errada/" target="_blank">Livro &amp; Café</a>, Francine Ramos escreveu sobre sua leitura errada a respeito de um livro de Ian McEwan. E lá no <a href="http://mundofantasmo.blogspot.com/2011/09/2670-livros-proibidos-i-2492011.html" target="_blank">Mundo Fantasmo</a>, Braulio Tavares comentou sobre a Semana dos Livros Proibidos, nos Estados Unidos, e no <a href="http://paineldasletras.folha.blog.uol.com.br/arch2011-09-25_2011-10-01.html#2011_09-26_17_13_40-160637125-0">Painel das Letras</a> tem o top 10 dos livros censurados na terra do Tio Sam. <a href="http://paginacultural.com.br/autores/a-maldicao-da-leitura-parte-1/" target="_blank">A maldição da leitura: parte 1</a>, por Homero Gomes.</p>
<p style="text-align: justify">Prometemos divulgar aqui o vencedor da promoção do <a href="http://blog.meiapalavra.com.br/2011/09/27/promocao-meia-palavra-livronauta/">Meia Palavra com o Livronauta</a>, então aí vai: quem ganhou o livro da Meg Cabot foi o <a href="http://twitter.com/#%21/fabiowjardim" target="_blank">@fabiowjardim</a>, parabéns!</p>
<p style="text-align: justify">Scott Roeben traduz <a href="http://www.dribbleglass.com/Jokes/shakespeare.htm">o que as frases de Shakespeare realmente significam</a> (em inglês). Também em inglês, <a href="http://wins.failblog.org/2011/09/20/epic-win-photos-book-store-win/">o que livreiros nunca falam</a> (por pura educação), mas seria bom você ficar sabendo para evitar estresse (deles, no caso). <a href="http://super.abril.com.br/blogs/planeta/livro-eletronico-ou-de-papel-qual-e-mais-sustentavel/">Qual é mais sustentável</a>, o livro eletrônico ou o de papel? Se você escolher o livro digital, saiba que no Brasil o <a href="http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/internet/preco-de-banana/#.ToCykvi33r8.twitter">Kindle poderá ser vendido a R$ 250,00</a>. Mas enquanto o e-reader não chega aqui oficialmente, a <a href="http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/09/rival-do-ipad-kindle-fire-tem-7-polegadas-e-custa-partir-de-us-200.html">Amazon anunciou seu concorrente do iPad e as novas versões do Kindle</a>. Mas se o negócio é livro de papel mesmo, saiba que as <a href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/980544-venda-de-livros-porta-a-porta-deslancha.shtml">vendas de livros de porta a porta aumentaram no país</a>.</p>
<p style="text-align: justify">No <a href="http://livroseafins.com/a-primeira-minibiblioteca-de-curitiba-esta-quase-pronta/?utm_medium=twitter&amp;utm_source=twitterfeed">Livros e Afins</a>, Alessandro Martins mostra como está ficando a primeira minibiblioteca de Curitiba. Não tão legal assim foi a notícia de que <a href="http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/981404-bicicloteca-que-empresta-livros-para-moradores-de-rua-e-furtada.shtml">a biblioteca que empresta livros para moradores de rua de São Paulo foi furtad</a><a href="http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/981404-bicicloteca-que-empresta-livros-para-moradores-de-rua-e-furtada.shtml">a</a>. Em Porto Alegre, a Feira do Livro já tem seu novo patrono, ou melhor, patrona: a <a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/especial/rs/segundocaderno/19,1027,3503618,Feira-do-Livro-de-Porto-Alegre-sera-comandada-por-uma-mulher.html">escritora e professora Jane Tutikian</a>, primeira mulher do século XXI a comandar o evento literário. A organização da feira também anunciou que terá uma <a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/especial/rs/segundocaderno/19,0,3505850,Feira-do-Livro-tera-espaco-em-homenagem-a-Moacyr-Scliar.html">biblioteca infantil e juvenil em homenagem a Moacyr Scliar</a>.</p>
<p style="text-align: justify">Amanhã, às 16h, tem lançamento na Livraria Saraiva do Shopping Ibirapuera (SP) do livro &#8220;MS Novos 50&#8243;, onde 25 desenhistas e quadrinistas trazem suas versões dos personagens da Turma da Mônica, e Mauricio de Sousa estará lá! Já em Porto Alegre, na terça, dia 4, será lançado &#8220;Duplo Fantasia Heroica 2&#8243;, a continuação das novelas de Christopher Kastensmidt e Roberto de Sousa Causo que trazem histórias de aventura e fantasia ambientadas no Brasil (nós já <a href="http://blog.meiapalavra.com.br/2011/01/31/duplo-fantasia-heroica/">resenhamos o primeiro volume aqui!</a>). O lançamento será na Saraiva MegaStore do Praia de Belas Shopping, às 19h.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>10 textos mais lidos no Meia Palavra em Setembro:</strong></p>
<p style="text-align: justify">1. <a href="http://blog.meiapalavra.com.br/2009/02/24/autopsicografia-uma-analise/">Autopsicografia</a> – uma análise.</p>
<p style="text-align: justify">2. <a href="http://blog.meiapalavra.com.br/2011/01/06/hitler-ian-kershaw/">Hitler</a>, de Ian Kershaw</p>
<p style="text-align: justify">3. <a href="http://blog.meiapalavra.com.br/2011/08/29/o-livro-maldito-tudo-o-que-voce-precisa-saber-se-nao-for-um-mane-christopher-lee-barish/">O livro maldito: Tudo o que você precisa saber se não for um mané</a>, de Christopher Lee Barish</p>
<p style="text-align: justify">4. <a href="http://blog.meiapalavra.com.br/2011/09/06/isto-e-agua-david-foster-wallace/">Isto é água</a>, de David Foster Wallace</p>
<p style="text-align: justify">5. <a href="http://blog.meiapalavra.com.br/2011/05/27/sangue-quente-isaac-marion/">Sangue Quente</a>, de Isaac Marion</p>
<p style="text-align: justify">6. <a href="http://blog.meiapalavra.com.br/2011/09/07/amrik-ana-miranda/">Amrik</a>, de Ana Miranda</p>
<p style="text-align: justify">7. <a href="http://blog.meiapalavra.com.br/2011/08/31/shakespeare-escrevia-por-dinheiro-tipos-de-leitores/">Shakespeare escrevia por dinheiro: Tipos de leitores</a></p>
<p style="text-align: justify">8. <a href="http://blog.meiapalavra.com.br/2011/01/11/a-menina-que-nao-sabia-ler-john-harding-2/">A menina que não sabia ler</a>, de John Harding</p>
<p style="text-align: justify">9. <a href="http://blog.meiapalavra.com.br/2011/06/11/deuses-e-sapos-uma-leitura-do-poema-%E2%80%9Cos-sapos%E2%80%9D-de-manuel-bandeira/">Deuses e sapos: uma leitura do poema “Os sapos”</a>, de Manuel Bandeira</p>
<p style="text-align: justify">10. <a href="http://blog.meiapalavra.com.br/2009/01/30/o-morro-dos-ventos-uivantes-emily-bronte/">O Morro dos Ventos Uivantes,</a> de Emily Brontë</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Lançamentos da Companhia das Letras:</strong></p>
<p style="text-align: justify">Não há nada lá, de Joca Reiners Terron</p>
<p style="text-align: justify">Diálogos fabulosíssimos, de Gilles Eduar</p>
<p style="text-align: justify">Pequenos contos para sentir medo, de Christine Palluy (Tradução de Heloisa Jahn)</p>
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		<title>A Torre Negra &#8211; O Longo Caminho para casa (David, Furth, Lee e Isanove)</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jul 2011 20:18:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Deschain</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O diálogo entre o “formato” original e as adaptações costuma ser bastante conflituoso e gerar opiniões bastante distintas (e às vezes difusas) a esse respeito. Confesso que gostei bastante da adaptação de alguns recortes da história d’A Torre Negra para o arco Nasce o Pistoleiro, mas no caso do segundo arco, O Longo Caminho para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2011/07/A.Torre_.Negra_.O.Longo_.Caminho.para_.casa_.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-12242" style="border: 0pt none;margin: 5px" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2011/07/A.Torre_.Negra_.O.Longo_.Caminho.para_.casa_.jpg" alt="" width="200" height="305" /></a>O diálogo entre o “formato” original e as adaptações costuma ser bastante conflituoso e gerar opiniões bastante distintas (e às vezes difusas) a esse respeito. Confesso que gostei bastante da adaptação de alguns recortes da história d’<em>A Torre Negra</em> para o arco <a href="http://blog.meiapalavra.com.br/2011/07/08/a-torre-negra-nasce-o-pistoleiro-david-furth-lee-e-isanove/"><em>Nasce o Pistoleiro</em></a>, mas no caso do segundo arco, <em>O Longo Caminho para casa</em> (formado de cinco volumes), a adaptação deixou mais a desejar.</p>
<p style="text-align: justify">O abuso da “liberdade adaptativa” pode gerar problemas diversos, entre os quais desvios problemáticos no enredo primário ou na própria trama que sustenta o “universo” criativo original; a descaracterização dos personagens e demais criações presentes na linguagem-mãe entre diversos outros. O caminho a ser trilhado por uma adaptação é deveras tortuoso, pois se por um lado ele está à sombra da produção da qual deriva, por outro é forçoso que se sustente “por si só”, pois apresenta linguagem e recursos diferentes que devem servir de escopo para que haja uma relativa autonomia nessa adaptação.</p>
<p style="text-align: justify">Os quadrinhos que formam o arco <em>O Longo Caminho para casa</em> apresentam determinados problemas por conta de, a meu ver, dois pontos em especial: tomaram liberdades adaptativas muito grandes e descaracterizaram elementos importantes da história original. Notem que não estou falando que devamos atirar as cinco edições (ou o encadernado) no lixo e o renegarmos ao limbo das produções dignas de asco; mas sim que devemos ter em mente que existem problemas pontuais, que, pela própria condição estigmatizada de adaptação, são redimensionados e assumem peso diferente.</p>
<p style="text-align: justify"><span id="more-12241"></span></p>
<p style="text-align: justify">Vamos aos fatos: a história começa exatamente onde o primeiro arco parou, quando o ka-tet de Roland, depois de ter cumprido sua missão no Baronato de Mejis, se encontra enredado pelos eventos colaterais inesperados e pela urgência de deixarem aquelas terras, pois estavam sendo perseguidos por um grupo de bandidos. Há pouquíssimas referências a essa fuga em <em>Mago e Vidro</em>, quarto livro da saga literária, de modo que essas “lacunas” ou pontos de sustentação frágil na trama, sejam preenchidos por eventos de ação e aventuras, que dão o tom sombrio e western que caracteriza o Mundo-Médio.</p>
<p style="text-align: justify">O detalhe, e aqui começam os problemas, é que essa insistência nos “silêncios” da saga literária acabam por exigir uma concretude que a ampliação cediça do original não permite. Para sustentar essa sub-trama (a qual não é dada tamanha atenção nos livros) certas escolhas tiveram que ser feitas e, com isso, renúncias lhes sobrevieram. Roland está espiritualmente seqüestrado pela Toranja de Merlin (um artefato similar a uma bola de cristal ligado às artimanhas malévolas do Rei Rubro), e vive uma situação etérea paralelamente aos percalços que seus parceiros (Alain John e Cuthbert Allgood) experimentam fugindo e mantendo a salvo eles mesmos e o corpo de Roland.</p>
<p style="text-align: justify">Mais detalhes da saga geral da Torre Negra são revelados no universo incorpóreo da Toranja de Merlin, com bastante habilidade e fidelidade à trama original; o que pesa são as adaptações que essas viagens incorpóreas tem de ter para fazerem sentido no quadrinho como produção relativamente autônoma. Os diálogos com o Rei Rubro, as circunstâncias do resgate de Roland e a atribuição de poderes a personagens que não tinham poder (com conseqüências bizarras) são pontos em que a necessidade de sustentação própria acaba descaracterizando o universo criado por King.</p>
<p style="text-align: justify">Reitero aqui que o caminho tortuoso das adaptações pesa sobre suas próprias potencialidades, por isso é que <em>O Longo Caminho para casa</em> pode ser entendido sob duas formas: em relação ao contexto original, ele peca em diversos pontos (pela necessidade de “encaixar-se” no quebra-cabeça já montado); mas é valioso quando adentra na seara dos silêncios da saga original, seguindo trilhas que o autor deixou como meras picadas.</p>
<p style="text-align: justify">Não cabe a mim invalidar os quadrinhos ou bani-los do universo estruturado em torno da Torre Negra (até porque as HQs passaram pelo crivo de King, o arquiteto desse universo), mas compreender acertos e erros, limitações e potencialidades é expediente de qualquer fã, categoria na qual estou inscrito.</p>
<p><strong>A Torre Negra – O Longo Caminho para casa</strong><br />
Tradução de Eduardo Tanaka<br />
136 páginas<br />
Preço Sugerido: R$ 59,90</p>
<p style="text-align: center">Saiba mais sobre essa e outras obras no site da <strong>Editora Objetiva</strong></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.objetiva.com.br"><img class="aligncenter size-full wp-image-2400" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2010/09/logoobjetiva.jpg" alt="" width="279" height="127" /></a></p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.meiapalavra.com.br/showthread.php?tid=7576&amp;pid=125205#pid125205">DISCUTA ESSA RESENHA NO FÓRUM MEIA PALAVRA</a></p>
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		<title>A Torre Negra &#8211; Nasce o Pistoleiro (David, Furth, Lee e Isanove)</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jul 2011 13:56:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Deschain</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2011/07/A.Torre_.Negra_.Stephen.King_.HQ_.1.jpg"><img class="size-full wp-image-12077 alignright" style="border: 0pt none;margin: 5px" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2011/07/A.Torre_.Negra_.Stephen.King_.HQ_.1.jpg" alt="" width="200" height="306" /></a>Stephen King é um nome que causa torções de nariz em muitos leitores, mas que causa também boas lembranças a vários outros. De minha parte digo que é um autor cujos livros, apesar de todos os pesares que podem ser levantados contra ele, eu curto ler. Minha única experiência com ele foi a saga d’<em>A Torre Negra</em>, que é uma das mais loucas e frenéticas histórias que já tive a oportunidade de ler, e, como grande parte das obras literárias de King, tem grande potencial quando pensado a partir da linguagem cinematográfica, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify">Não à toa <a href="http://blog.meiapalavra.com.br/2009/03/07/sem-ideia-para-roteiros-que-tal-ler-algo-desse-cara-aqui/">tantas obras suas já amealharam sua adaptação cinematográfica</a>. Contudo, não é sobre cinema baseado em King que essa resenha se debruça, mas sobre outra espécie de adaptação, que tem em comum com o cinema o recurso da imagem: os quadrinhos. <em>A Torre Negra</em> conta com uma interessante adaptação quadrinhesca, assinada por Peter David, Robin Furth, Jae Lee e Richard Isanove. A título de esclarecimento, essa primeira resenha é sobre os 7 volumes que compõem um arco,<em> Nasce o Pistoleiro</em>.</p>
<p style="text-align: justify">A profusão de personagens, de sub-tramas e de elementos, típicos da narrativa de King, é habilmente sintetizada pelos autores, que conseguiram estabelecer outro fio narrativo e localizá-lo dentro do enredo sem comprometer nem o andamento da história nem deixar de trazer algo diferencial para quem já travou contato com a vasta saga literária, composta de sete volumes e mais de 4000 páginas.</p>
<p style="text-align: justify"><span id="more-12076"></span></p>
<p style="text-align: justify">Aliás, isso é um ponto bastante importante a ser ressaltado, porque, se você não leu os livros, é bom saber de duas coisas: 1ª &#8211; você entenderá a história das HQs, mas (e essa é a segunda “coisa”), caso queira ler o livro posteriormente, já terá boa parte da saga na mão, o que fará com que as deduções venham a tona no momento em que os livros forem lidos, podendo “estragar” algumas surpresas. Particularmente não acho que você deva se limitar a um ou a outro, embora eu deva dizer que, a meu ver, a leitura na cronologia de publicação do autor é melhor. De qualquer modo, o critério é do leitor.</p>
<p style="text-align: justify">Depois esse imbróglio inicial, à história: temos um recorte bastante interessante no qual a história se localiza, a juventude de Roland Deschain, o pistoleiro protagonista da saga fantástica-western do Mundo Médio. A história que é contada no volume 4 (<em>Mago e Vidro</em>) é trazido ao centro dos quadrinhos e a trajetória do primeiro <em>ka-tet</em> de Roland, com Alain Johns e Cuthbert Allgood, desde sua formação de pistoleiros até a missão de que são incumbidos no Baronato de Mejis.</p>
<p style="text-align: justify">Confesso que minha reação inicial ao estilo dos desenhos foi meio receosa, não apreciei muito, esperava algo mais convencional e rico em detalhes, mas ao passo em que a história foi sendo contada e eu ia me lembrando das leituras dos livros, não dava para dizer que a escolha da oposição de luminosidade e sombra como marcação dos traços tenha sido uma má escolha. É justamente nesse clima lúgubre que as aventuras se passam. O Mundo Médio não é um lugar cheio de luzes e caprichos, a escolha do traço precisava refletir isso.</p>
<p style="text-align: justify">A morbidez que esse estilo traz ressalta bastante os olhos dos personagens, os traços macabros (como a carne sendo devorada pelos urubus ou a face encarnada do Rei Rubro),  e no jogo de oposição entre luz e sombra que a cena tem seus elementos principais delineados.</p>
<p style="text-align: justify">Outro recurso que achei bastante interessante é que, justamente por essa escolha matizada de luz e trevas, ficam bem mais em evidência a dramaticidade das cenas. Os quadrinhos não são aquela seqüência mecânica de movimento, mas a dramatização quase épica que é bastante o que, em boa parte da história, King tenta conferir a saga da Torre Negra.</p>
<p style="text-align: justify">Como King indica pelos posfácios dos livros, ele não planejava desde o começo como seria a história, o que ele relata ao início do primeiro livro é que ele encontrou algumas pontas soltas e resolveu expandi-las a partir de contos publicados em revistas de Fantasia, Terror e Ficção Científica. Esse caráter incompleto e não delineado de maneira mais exata de antemão, faz com que ele abuse em “desvios” de vez em quando e acabe deixando o enredo principal um pouco obscuro. Esse é um dos méritos dos HQs, e que faz valer a pena até para quem já leu os livros: a história é recontada com outros pontos de orientação, fazendo, inclusive, com que a saga literária faça mais sentido.</p>
<p style="text-align: justify">Leitor prévio dos livros ou não, certamente há bastante coisa legal a ser aproveitada nas HQs de <em>A Torre Negra</em>.</p>
<p><strong>A Torre Negra &#8211; Nasce o Pistoleiro</strong><br />
Tradução de Eduardo Tanaka<br />
208 páginas<br />
Preço Sugerido: R$ 59,90</p>
<p style="text-align: center">Saiba mais sobre essa e outras obras no site da <strong>Editora Objetiva</strong></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.objetiva.com.br"><img class="aligncenter size-full wp-image-2400" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2010/09/logoobjetiva.jpg" alt="" width="279" height="127" /></a></p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.meiapalavra.com.br/showthread.php?tid=7545">COMENTE ESSA RESENHA NO FÓRUM MEIA PALAVRA</a></p>
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		<title>O Iluminado (Stephen King)</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Mar 2011 19:39:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anica</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Todo hotel tem fantasma, diz uma personagem de O Iluminado (do escritor norte-americano Stephen King) em determinado momento. O problema é que diz sem saber quais são os fantasmas que andam pelos corredores do Overlook, localizado em uma região que fica completamente isolada em tempos de nevasca. Jack Torrance e sua família (a esposa Wendy [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2011/03/O-Iluminado.jpg"><img class="size-medium wp-image-8192 alignright" style="border: 0pt none;margin: 5px" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2011/03/O-Iluminado-208x300.jpg" alt="" width="208" height="300" /></a>Todo hotel tem fantasma, diz uma personagem de <em>O Iluminado</em> (do escritor norte-americano Stephen King) em determinado momento. O problema é que diz sem saber quais são os fantasmas que andam pelos corredores do Overlook, localizado em uma região que fica completamente isolada em tempos de nevasca. Jack Torrance e sua família (a esposa Wendy e o filho Danny) vão passar o inverno no hotel, de modo a cuidar dessse para que quando chegasse época de receber hóspedes novamente, ele estivesse impecável.</p>
<p style="text-align: justify">A questão é que King vai montando aos poucos uma bomba relógio. O que acontecerá no Overlook durante o frio não é mistério para o leitor, que a todo momento recebe elementos de uma tragédia que está por vir: o homem contratado para o mesmo serviço de Jack em um inverno anterior matou mulher e filhos. Jack tem problemas com a bebida, e mais do que isso, simplesmente surta do nada &#8211; incluindo no histórico o fato de ter quebrado o braço do filho uma vez. E somando a tudo isso, temos Danny, o &#8220;iluminado&#8221;, que consegue ler mentes, ver fantasmas e prever o futuro.</p>
<p style="text-align: justify"><span id="more-8189"></span>É interessante que King tenha conseguido escrever uma obra de horror tão arrepiante quando foge do recurso típico das histórias do gênero, famosas por assustarem pelo que não mostram, o que não contam. Em <em>O Iluminado</em> quanto mais se revela mais assustador ele fica. Jack em uma determinada situação encontra um <em>scrapbook</em> com histórias do Overlook, recheadas de mortes violentas o que de certa forma nos apresenta aos fantasmas que rondarão os corredores do hotel. Ou ainda no começo da estadia da família Torrance, quando o gerente pergunta ao telefone como está Jack e ele diz irônico &#8220;Fique tranquilo que ainda não matei minha esposa e filho, estou deixando isso para o fim da estação quando estiver mais entediado&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify">E é realmente assustador, porque foge também daquela máxima de que fantasmas não podem fazer nada contra você. Os fantasmas do Overlook podem e fazem de tudo com as personagens da história. E então outros elementos vão começando a contribuir para a atmosfera de terror, como o barulho do elevador subindo e descendo sozinho, ou mesmo quando até Wendy passa a escutar os fantasmas circulando pelo hotel.</p>
<p style="text-align: justify">Porém, acredito que <em>O Iluminado</em> seja um livro em dois: ele tem seus momentos de terror puro, que é quando foca nos fantasmas, mas também de suspense, quando Jack começa a enlouquecer e já sabemos o que estará por vir. Nesse segundo momento Stephen King é genial, desenvolvendo uma narrativa de tirar o fôlego, que mal dá tempo do leitor se recuperar e já coloca mais tensão nos eventos.</p>
<p style="text-align: justify">Aos que já conhecem o filme fica a pergunta de qual é melhor, e eu acho que eles acabam sendo tão diferentes que não tem muito como comparar. É quase como se Kubrick tivesse aproveitado o básico do enredo de Stephen King e com isso fez a versão para o cinema. Há diversos elementos do livro que ficaram de fora (talvez por funcionar unicamente nos livros, como os topiários que &#8220;protegem&#8221; o Overlook da estrada), e mais do que isso, a condução da narrativa se dá de formas diferentes nas duas mídias.</p>
<p style="text-align: justify">Por isso é difícil escolher o melhor entre filme e livro Mas quanto ao segundo, é certo que <em>O Iluminado</em> não deve nada às melhores histórias de fantasmas já escritas, e ainda traz um ótimo suspense, que deve agradar a todos os fãs do gênero.</p>
<p><strong>O iluminado</strong><br />
Stephen King<br />
Tradução: Betty Ramos de Albuquerque<br />
Páginas: 314<br />
Preço sugerido: R$47,90</p>
<p style="text-align: center">Saiba mais sobre essa e outras obras no site da <strong>Editora Objetiva</strong></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.objetiva.com.br"><img class="aligncenter size-full wp-image-2400" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2010/09/logoobjetiva.jpg" alt="" width="279" height="127" /></a></p>
<p><a href="http://meiapalavra.com.br/showthread.php?tid=6713" target="_blank">COMENTE ESSE ARTIGO NO FÓRUM MEIA PALAVRA</a></p>
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		<title>Links e Notícias da Semana #22</title>
		<link>http://blog.meiapalavra.com.br/2011/02/04/links-e-noticias-da-semana-22/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Feb 2011 14:04:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felippe Cordeiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pedro Juan Gutiérrez, escritor cubano Sexta-feira, 04 de fevereiro de 2011, mais um sexto dia da semana para conferir o que rolou em sites e blogs de cultura e entretenimento, tudo agrupado aqui no Meia Palavra! Se você tem dúvidas sobre manuscritos, publicações, capas e demais setores da editoração, a Companhia das Letras continua respondendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h5 style="text-align: center;"><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2011/02/Pedro-Juan-Gutierrez.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6687" title="Pedro Juan Gutierrez" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2011/02/Pedro-Juan-Gutierrez.jpg" alt="" width="430" height="410" /></a><strong> Pedro Juan Gutiérrez, escritor cubano</strong></h5>
<p style="text-align: justify;">Sexta-feira, 04 de fevereiro de 2011, mais um sexto dia da semana para conferir o que rolou em sites e blogs de cultura e entretenimento, tudo agrupado aqui no Meia Palavra!</p>
<p style="text-align: justify;">Se você tem dúvidas sobre manuscritos, publicações, capas e demais setores da editoração, a <strong>Companhia das Letras</strong> continua respondendo <a href="http://www.blogdacompanhia.com.br/2011/02/a-companhia-das-letras-responde-parte-4/">às perguntas do público em seu blog</a>. Ainda sobre a editora, que completa 25 anos em 2011, seguem os Lançamentos da semana:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Meu tipo de garota</strong>, de Buddhadeva Bose (Tradução de Isa Mara Lando)<br />
<strong> Américo – O homem que deu seu nome ao continente</strong>, de Felipe Fernández-Armesto (Tradução de Luciano Vieira Machado)<br />
<strong> Em risco</strong>, de Patricia Cornwell (Tradução de Rafael Mantovani)<br />
<strong> Dez mais histórias de fantasmas</strong>, de Michael Cox (Tradução de Ricardo Gouveia; Ilustrações de Michael Tickner)<br />
<strong> Muito barulho por nada</strong>, Andrew Matthews (Tradução Érico Assis; Ilustrações de Tony Ross)<br />
<strong> Gelo nos trópicos</strong>, de Cárcamo</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto isso, <a href="http://www.amalgama.blog.br/01/2011/cegueira-de-graciliano-ramos/" target="_blank">Daniel Lopes</a> fala sobre o &#8220;Ensaio sobre a cegueira&#8221; de <strong>Graciliano Ramos</strong>. E a <a href="http://blogs.estadao.com.br/a-biblioteca-de-raquel/2011/01/12/zodiaco-literario/" target="_blank">Raquel</a> falou sobre o Zodíaco Literário na sua biblioteca. No<a href="http://www.nytimes.com/2011/01/30/books/review/Nicholson-t.html?_r=4&amp;ref=books" target="_blank"> The New York Times</a>, os perigos de um perfil literário: livros que as pessoas leram ou dizem que leram. O jornalista e quadrinista <a href="http://blogdosquadrinhos.blog.uol.com.br/arch2011-02-01_2011-02-28.html#2011_02-01_17_36_38-135059040-25" target="_blank">Joe Sacco</a> foi confirmado para a Flip desse ano, que acontece entre os dias 6 e 10 de julho. <strong>Art Spiegelman</strong> foi o grande vencedor do<a href="http://www.bdangouleme.com/palmares-officiel"> Festival Internacional dos Quadrinhos de Angoulême</a> que terminou no último domingo.</p>
<p style="text-align: justify;">O <a href="http://www.artilhariacultural.com/2011/02/03/minhas-impressoes-sobre-o-kindle/">Artilharia Cultural</a> voltou de suas férias e <strong>Guilherme Tauil</strong> falou sobre o Kindle, da Amazon. No Várias Vogais, o<a href="http://variasvogais.wordpress.com/2011/02/02/o-rei-de-havana-pedro-juan-gutierrez/" target="_blank"> Diego</a> resenhou O Rei de Havana, do cubano<strong> Pedro Juan Gutiérrez</strong>. No Mundo de K, <a href="http://mundodek.blogspot.com/2011/01/roberto-ferri.html" target="_blank">Kovacs</a> comenta e indica as pinturas de <strong>Roberto Ferri</strong>; no <a href="http://mundodek.blogspot.com/2011/02/ernesto-sabato-el-escritor-y-sus.html" target="_blank">mesmo blog</a> há a resenha do livro O Escritor e seus Fantasmas, do argentino <strong>Ernesto Sábato</strong>. No <a href="http://livroseafins.com/21-dicas-para-conservar-seus-livros-e-sua-biblioteca/" target="_blank">Livros &amp; Afins</a>, 21 dicas para conservar seus livros e sua biblioteca. No<a href="http://www.scottpilgrimthemovie.com/avatarCreator/" target="_blank"> site oficial</a> do filme: faça um avatar ao estilo <strong>Scott Pilgrim</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">No <a href="http://veja.abril.com.br/blog/todoprosa/pelo-mundo/escrever-e-segundo-nabokov-bolano-duras-etc/" target="_blank">Todoprosa</a>, conselhos de autores sobre o ofício de escrever, de Nabokov a Bolaño. No Ambrosia, <a href="http://www.ambrosia.com.br/2011/02/03/um-lugar-qualquer-for-dummies/" target="_blank">Salvador Camino</a> deu sua interpretação para Um Lugar Qualquer, de Sofia Coppola. Na <a href="http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/8...asta.shtml" target="_blank">Folha.com</a>: Leite Derramado vai virar peça de teatro. Na <a href="http://www.rollingstone.com.br/secoes/no...no-cinema/">Rolling Stone</a>, outra adaptação, dessa vez de <strong>Stephen King</strong> (a Dança da Morte) pro cinema. E já imaginou <a href="http://www.all-the-worlds-a-page.com/products/iliad" target="_blank">a Ilíada toda em um único pôster</a>? A dica é da @biasmaal.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você tem twitter, que tal seguir o <a href="http://twitter.com/meiapalavra" target="_blank">@meiapalavra</a> e saber tudo que rola por aqui? E falando do Meia Palavra, você já está participando da Promoção Meia Palavra &#8220;Alma e Sangue&#8221;? <a title="alma e sangue" href="http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2011/01/30/promocao-meia-palavra-alma-e-sangue/" target="_blank"><strong>Clique aqui</strong></a> para saber mais.</p>
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		<title>A Trilogia dos Dólares de Sergio Leone</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 12:48:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Deschain</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foi lendo A Torre Negra que fiquei sabendo que o filme Três Homens em Conflito havia inspirado a criação não só do universo do Mundo-Médio como também todo o clima de tensão daquele lugar e os personagens. Como bom fã que sou da saga de Roland e seus ka-tet resolvi conferir se o filme era [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2010/08/a-fistful-of-dollars-movie-poster.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3151" style="border: 0pt none;margin: 5px" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2010/08/a-fistful-of-dollars-movie-poster.jpg" alt="" width="200" height="309" /></a>Foi lendo <em>A Torre Negra</em> que fiquei sabendo que o filme <em>Três Homens em Conflito</em> havia inspirado a criação não só do universo do Mundo-Médio como também todo o clima de tensão daquele lugar e os personagens. Como bom fã que sou da saga de Roland e seus <em>ka-tet </em>resolvi conferir se o filme era tudo aquilo que o Stephen King falava no prefácio do primeiro volume, <em>O Pistoleiro</em>.</p>
<p style="text-align: justify">Confesso que não só o filme citado por King mas também os outros dois que compõem a chamada Trilogia dos Dólares (<em>Por um punhado de dólares</em> [1964], <em>Por uns dólares a mais </em>[1965] e <em>Três Homens em Conflito</em> [1966]) são verdadeiras obras-primas da sétima arte. O primeiro e o segundo não tem tanto reconhecimento quanto o terceiro, e de fato perdem um pouco para o último, mas ainda assim são um excelente ensaio para o que viria a ser o desfecho da trilogia e também o próprio gênero <em>western.</em></p>
<p style="text-align: justify">
<span id="more-3150"></span></p>
<p style="text-align: justify">Os filmes de faroeste ou de velho oeste constituem um dos gêneros que mais possuem filmes que o representam. A trilogia consagrou todos os elementos clássicos de<em> western </em>em roteiros surpreendentemente bem amarrados e coerentes. Ouso dizer que <em>Três Homens em Conflito</em> é um dos roteiros mais bem amarrados do cinema.</p>
<p style="text-align: justify">
No primeiro filme entra-se no cenário de uma cidade (daquelas bem clássicas de velho oeste, com saloons de portas vai-e-vem, ferraria, cochos com água e lugares para amarrar o cavalo) dividida pela intriga de duas famílias rivais: os Rojos e os Baxter. Clint Eastwood, o pistoleiro sem identidade, chega e começa a jogar com a lealdade das duas famílias, pendendo ora para uma ora para outra, até que se vê em maus lençóis e tem de resolver a pendenga com muito chumbo, e dá-lhe gatilho mais rápido do oeste. Uma das melhores coisas dos filmes são os duelos, em que a câmera vai mostrando os rostos de cada um dos duelistas, suas mãos coçando para pegar as armas e atirar, aquela tensão quase sólida.</p>
<p style="text-align: justify">
<a href="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2010/08/for-a-few-dollars-more-posters.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3152" style="border: 0pt none;margin: 5px" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2010/08/for-a-few-dollars-more-posters.jpg" alt="" width="200" height="309" /></a>Já na continuação, entra em cena Lee Van Cleef, figura antológica da trama (Walter das Sombras é praticamente um alter-ego dele em <em>A Torre Negra</em>, com algumas mudanças aqui e ali), que faz um pacto com Clint Eastwood para conseguir capturar um bando de ladrões que ronda as cercanias para roubar o banco de El Paso. Meu destaque nesse filme é para o vilão, El Índio, que me inspirou uma perturbação medonha. Aquele desequilíbrio ligado ao passado nebuloso dele, e o misterioso cordão com a foto de uma mulher e música que ele carrega instilam um medo absurdo, é o tipo de vilão desequilibrado, totalmente imprevisível, com um olhar perdido, pendendo para a loucura e o descontrole. É incrível como o filme consegue juntar tanto talento e tantas reviravoltas em uma só película.</p>
<p style="text-align: justify">
<a href="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2010/08/goodbaduglyiii.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3153" style="border: 0pt none;margin: 5px" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2010/08/goodbaduglyiii.jpg" alt="" width="200" height="296" /></a>O terceiro e melhor filme traz um <em>ethos</em> já consolidado, com cenários, conflitos, personagens e ritmo já clássicos. É necessário dar o merecido destaque da trilha sonora de Enio Morricone (também responsável pelo som de <em>A Batalha de Argel</em>), que conseguiu dar proporções épicas a cada duelo, os próprios acordes e os sons davam uma dimensão absurda as paisagens, a cada olhar fuzilador e a cada saque.</p>
<p style="text-align: justify">
<em>Três Homens em Conflito</em> junta Clint Eastwood (o Bom), Lee Van Cleef (o Mau) e Eli Wallach (o Feio, que já vinha dos outros dois filmes e se afirma de forma definitiva nesse), que em meio a Guerra de Secessão Americana, buscam um túmulo onde está enterrado uma grande quantidade de ouro. O problema é que cada um deles dispõe de uma parte da informação, de modo que eles precisem um do outro para chegar ao tal local. Obviamente nenhum deles está disposto a dividir com os demais.</p>
<p style="text-align: justify">Trens, duelos, saloons, diligências, cavalos, pistolas, sobretudos empoeirados, recompensas e cartazes de procurado estão espalhados por toda a trilogia. Sergio Leone, o diretor, colocou seu nome entre os grandes diretores de cinema com esses filmes, que atestam toda a genialidade de sua obra. Não é por acaso que Stephen King se maravilhou tanto a ponto de criar uma saga inteira (de 4000 páginas!) inspirando-se (entre outras coisas) nesses filmes.</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.meiapalavra.com.br/showthread.php?tid=5241" target="_blank">COMENTE ESSE ARTIGO NO FÓRUM MEIA PALAVRA</a></p>
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		<title>Meia Palavra Indica: Livros para ler no Dia Mundial do Rock</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 11:37:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Meia Palavra</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No dia 13 de Julho de 1985 foi realizado um concerto de rock para os famintos da Etiópia. Nesse dia diversas bandas do cenário do rock e pop da época fizeram shows memoráveis. Entre eles: Elvis Costello, U2, Queen, David Bowie, The Who, Sting, Phil Collins, Paul McCartney, Status Quo, entre outras. Um dos organizadores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2010/07/rock-n-roll.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2611" style="border: 0pt none; margin: 5px;" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2010/07/rock-n-roll.jpg" alt="" width="264" height="220" /></a>No dia 13 de Julho de 1985 foi realizado um concerto de rock para os famintos da Etiópia. Nesse dia diversas bandas do cenário do rock e pop da época fizeram shows memoráveis. Entre eles: Elvis Costello, U2, Queen, David Bowie, The Who, Sting, Phil Collins, Paul McCartney, Status Quo, entre outras. Um dos organizadores desse evento foi Bob Geldof, o famoso personagem principal do filme The Wall de Alan Parker, baseado no álbum homônimo do Pink Floyd. Esse dia ficou conhecido como O Dia Mundial do Rock e agora o Meia Palavra indica os melhores livros para se ler no dia 13 de julho:</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-2610"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/author/pips/">Pips</a></strong>: <em>Alta Fidelidade</em> (Nick Hornby): Imagine que você, homem, acabou de receber um pé na bunda do amor da sua vida, mas tenta ao máximo dizer que não foi o pior dos foras. Alta Fidelidade é um exemplo de romance de homens sobre mulheres, diferenciado justamente por causa que o coração partido nessa história é o de um homem. Seria mais uma história de amor? Como não parecer machista? Entre todos os devaneios e pensamentos possíveis, Rob Flemming tenta decifrar a alma feminina, e o amadurecimento de um cara, e o que é amor ou não, o que é obsessão e apego. E aí você se pergunta o que isso tem a ver com o dia do rock? Entre uma dúvida e um por quê, Rob intercala citações da música pop, fala sobre sua vida como dono de uma loja de vinis e o sonho de abrir uma gravadora. As músicas marcam cada momento de sua narrativa, todas compostas por um Top 5 das melhores, piores e tudo mais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/author/admin/">Anica</a>:</strong> <em>A Estrada da Noite</em> de Joe Hill tem tudo para agradar não só o público que adora histórias de horror, mas também os fãs do bom e velho rock n&#8217; roll. Recheado de referências à músicas e bandas famosas, conta a história de um velho roqueiro que resolve comprar para sua coleção de artigos bizarros um terno assombrado. A questão é que o fantasma do terno passa a persegui-lo e a todos perto dele, o que rende capítulos de tensão contínua que não devem nada aos bons livros de horror. Entre uma e outra brincadeira que Joe Hill deixa para os leitores apaixonados por rock, vale ressaltar que o título original é o nome de uma canção do Nirvana (Heart-Shaped Box) e que os cachorros do protagonista se chamam Angus e Bon, em uma referência ao pessoal do AC/DC. Ou seja, mesmo que terror não seja sua área, ainda dá para se divertir.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/author/kika/">Kika</a></strong>: <em>As Melhores Histórias da Mitologia Nórdica</em> &#8211; A.S. Franchini e Carmen Seganfredo Esse livro é feito especialmente para os fãs de metal. A mitologia nórdica é fonte de inspiração para muitas bandas, com suas histórias de sangue, trapaça, honra de guerreiro, força e sabedoria. Manowar, Tyr, Rhapsody e muitas outras bebem dessa fonte praticamente inesgotável de histórias, e os autores nos apresentam às mais significativas de um jeito interessante e divertido. Para os curiosos, é uma boa chance de ter seu primeiro contato direto com personagens como Odin, Thor, Loki, Fenrir, Freya, as três fiandeiras, bem como lugares como as profundas cavernas dos anões, a árvore da vida Yggdrasil, o salão de festas dos guerreiros &#8211; Vallhalla. Enfim, nesse dia do rock, eu sugiro que você conheça os deuses que inspiraram os deuses do metal.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/author/luciano/"><strong>Luciano</strong></a>: <em>Conselhos de um discípulo de Morrison a um fanático de Joyce</em> (Roberto Bolaño e A. G. Porta)- Ángel e Ana. Ele é de barcelona. Ela latino-americana. Ele um escritor fadado ao insucesso. Ela uma deliquente. A vida na Espanha dos anos 80 não é fácil para essas personagems, por isso assaltam um banco. E assim começa uma conturbada carreira criminosa, que divide espaço com as outras paixões de Ángel, além de Ana: a música de Jim Morrison e a literatura de James Joyce. Obra primeira escrita a quatro mãos por Bolaño e A. G. Porta, já é um embrião do que seriam as respectivas obras posteriores de cada um. Ainda um pouco imaturo se comparado com o que veio depois mas&#8230; Um romance policial que começa com a letra de &#8216;The End&#8217; como epígrafe e que é repleto de alusões à Ulisses não pode ser nada mal, pode?</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/author/lucas-deschain/"><strong>Lucas</strong></a>: <em>Torre Negra</em> (Stephen King): Em discussão no Meia Palavra no tópico de Stephen King estive pensando sobre uma caracterização do universo d’A Torre Negra, e sendo breve poderia dizer que é um universo rock n’roll. Isso é vago e serve de pretexto para muitas discussões, mas parece que há uma música de rock para cada passagem do livro, a saga hauriu do rock seu clima épico, bruto e forte, parece que foi feito para ser acompanhado por rock n’roll (espero inclusive que eles lembrem disso no filme). Não a toa que a obra-prima de King possui trechos de músicas famosas como Paint It Black dos Rolling Stones; Hey Jude dos Beatles; Velcro Fly do Z.Z.Top; uma ou outra música do Bob Dylan etc. Além disso, recomendo Locomotive Breath, do Jethro Tull para a leitura do terceiro volume (As Terras Devastadas, meu predileto), é arrepiante. Isso sem contar que, se levarmos em consideração a estranha relação entre Terra e Mundo-Médio, dá para imaginar que a música The Wizard, do Black Sabbath deve ter um significado bem diverso no universo de Roland Deschain (principalmente a partir do quarto volume, Mago e Vidro).</p>
<p style="text-align: justify;"><a title="COMENTE" href="http://www.meiapalavra.com.br/showthread.php?tid=4989" target="_blank">DISCUTA ESSE ARTIGO NO FÓRUM MEIA PALAVRA</a></p>
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		<title>Zumbis na Literatura</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Jun 2009 12:36:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anica</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O maior problema para situar historicamente as primeiras aparições de zumbis na Literatura está na delimitação da representação apropriada da figura. Enquanto para alguns leitores para ser zumbi basta ser um morto-vivo (undead), outros acreditam que essa definição é problemática se considerarmos outras personagens da literatura de horror, como os vampiros. Há ainda a questão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2009/06/night-of-the-living-dead-zombies.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1081" style="border: 0pt none;margin: 5px" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/uploads/2009/06/night-of-the-living-dead-zombies-300x224.jpg" alt="night-of-the-living-dead-zombies" width="300" height="224" /></a>O maior problema para situar historicamente as primeiras aparições de zumbis na Literatura está na delimitação da representação apropriada da figura. Enquanto para alguns leitores para ser zumbi basta ser um morto-vivo (<em>undead</em>), outros acreditam que essa definição é problemática se considerarmos outras personagens da literatura de horror, como os vampiros. Há ainda a questão do imaginário de grande parte dos leitores estar relacionado com os zumbis de filmes como o de <a title="george a. romero" href="http://www.imdb.com/name/nm0001681/" target="_blank">George A. Romero</a>, seres violentos e primitivos com corpos já em evidente estado de decomposição.</p>
<p style="text-align: justify">Um dos autores que melhor se aproximou dessa imagem antes mesmo dos filmes de Romero chegarem ao cinema foi H.P. Lovecraft, que em 1922 publicou <a title="herbert west: reanimator" href="http://www.dagonbytes.com/thelibrary/lovecraft/reanimator.htm" target="_blank">Herbert West: Reanimator</a> (sim, aquele filme foi adaptado dessa história). Na história de Lovecraft temos um elemento comum em muitas das tantas outras que viriam depois, a da ciência envolvida com o horror: os cadáveres sendo reanimados por conta de algum reagente misterioso (lembram do gás de <a title="a volta dos mortos-vivos" href="http://www.imdb.com/title/tt0089907/" target="_blank">A volta dos mortos-vivos</a> e de <a title="planet terror" href="http://www.imdb.com/title/tt1077258/" target="_blank">Planet Terror</a>?).</p>
<p style="text-align: justify"><span id="more-1080"></span>Como deve ter ficado claro, o cinema acabou conquistando um papel vital na construção do arquétipo do zumbi moderno, aqui incluindo não apenas Romero, mas diretores como <a title="lucio fulci" href="http://www.anica.com.br/2009/03/02/lucio-fulci/" target="_blank">Lucio Fulci</a>, que são fontes de inspiração para muito escritor que resolve se aventurar nesse nicho do horror. Aqui você poderá conferir dicas do <strong>Meia Palavra</strong> para cinco obras da literatura moderna que são exemplos dessa inspiração.</p>
<p style="text-align: justify"><strong><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2009/06/world_war_z_book_cover.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1082" style="border: 0pt none;margin: 5px" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/uploads/2009/06/world_war_z_book_cover-203x300.jpg" alt="world_war_z_book_cover" width="108" height="161" /></a>World War Z (Max Brooks)</strong>: Começar pelo melhor chega a ser injusto com os demais, mas o fato é que <em>World War Z</em> é um romance brilhante sob todos os aspectos, não só como história de zumbi. O narrador começa explicando que foi contratado para colher depoimentos dos sobreviventes da World War Z, e que como muita coisa foi deixada de lado nos relatórios oficiais, ele resolveu unir as histórias em um livro. Os relatos começam desde as primeiras aparições dos zumbis até o final da guerra, e têm o formato de &#8220;contos&#8221;, alguns deles terminando de maneira tal que você até precisa fechar o livro para recuperar o fôlego. Excelente, daqueles que até mesmo quem não gosta de zumbis deveria ler um dia.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify"><strong><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2009/06/celular_212.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1083" style="border: 0pt none;margin: 5px" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/uploads/2009/06/celular_212-208x300.jpg" alt="celular_212" width="111" height="161" /></a>Celular (Stephen King)</strong>: A ideia começa de forma interessante, com um sinal de linha misterioso que afetou todo mundo que estava falando ao celular naquele momento, transformando essas pessoas em zumbis. Os primeiros momentos, e mesmo a descrição de como lugares conhecidos para a personagem mudam drasticamente passado um tempo depois do sinal de linha são muito bons, elevando a tensão a pontos altíssimos. O que estraga é a conclusão, que além de ser meio sem pé nem cabeça pareceu extremamente preguiçosa. Mas ainda assim vale a leitura, tanto para os que gostam de horror quanto para os que gostam de histórias de zumbis.</p>
<p style="text-align: justify"><strong><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2009/06/generation_dead.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1084" style="border: 0pt none;margin: 5px" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/uploads/2009/06/generation_dead-199x300.jpg" alt="generation_dead" width="107" height="161" /></a>Generation Dead (Daniel Waters)</strong>: Muito embora a sinopse possa passar a falsa ideia de que trata-se de uma <em>Malhação</em> com zumbis (ou um <em>Crepúsculo</em> com zumbis), averdade é que Generation Dead vai fundo em uma das características principais das histórias envolvendo mortos-vivos: o uso da alegoria para fazer crítica social. Aqui adolescentes  que acabaram de morrer simplesmente voltam dos mortos, e passam a viver como &#8220;pessoas comuns&#8221;. O problema é que são marginalizados, e é impressionante como do preconceito dos adolescentes que surge o real horror do livro. Muito interessante, e já tem continuação: <em>Kiss of Life</em>.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify"><strong><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2009/06/6a00c2251fecfa8fdb0109d0f5e4bf000f-500pi.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1085" style="border: 0pt none;margin: 5px" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/uploads/2009/06/6a00c2251fecfa8fdb0109d0f5e4bf000f-500pi-185x300.jpg" alt="6a00c2251fecfa8fdb0109d0f5e4bf000f-500pi" width="109" height="161" /></a>The Laughing Corpse (Laurell K. Hamilton)</strong>: Em outra oportunidade eu comentei sobre a série da caça-vampiros Anita Blake, mas foi comentando o primeiro livro (e único que tem tradução disponível aqui no Brasil), <a title="vampiros na literatura" href="http://blog.meiapalavra.com.br/2009/01/15/vampiros-na-literatura/" target="_blank">Prazeres Malditos</a>. Mas no segundo livro da coleção o que pesa mais é o fato de Anita ser uma &#8220;animator&#8221; e poder levantar mortos e controlar zumbis, com a história praticamente focada nisso. Ironicamente é um dos melhores livros da série, com alguns momentos em que a tensão é muito bem desenvolvida e claro, com o ótimo senso de humor ácido da protagonista e narradora Anita Blake. O negócio é torcer para que a Rocco volte a publicar as traduções.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Eu sou um zumbi apaixonado (Isaac Marion)</strong>: na verdade não é um livro, mas um conto. Mas um conto tão, tão legal que merece um espaço aqui nas indicações. Você pode ler <a title="zombie filled with love" href="http://www.burningbuilding.com/filledwithlove.htm" target="_blank">em inglês no site do autor</a>, ou ler <a title="tradução do conto" href="http://www.jesusmechicoteia.com.br/traduo-canhestra" target="_blank">a tradução do Marco Aurélio lá no Jesus me chicoteia!</a>, mas o importante é: <span style="text-decoration: underline">leia</span>. Marion já publicou um livro que seria baseado nesse conto, o Warm Bodies, o problema é que ele lançou em tiragem limitada e no momento não tem como comprar, então só resta ler o conto mesmo.</p>
<p style="text-align: justify">***</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Só para terminar</strong>:</p>
<ul style="text-align: justify">
<li>Não sei se repararam em um padrão nessa lista de sugestões: quase todos não foram publicados aqui no Brasil ainda. Eu pessoalmente acho uma pena que um livro como<em> World War Z</em> não tenha tradução, e que as editoras brazucas estejam preferindo seguir o <em>hype</em> das histórias de vampiros e deixando de lado &#8216;n&#8217; títulos relacionados com zumbis, mesmo os que tem mais a ver com humor do que horror, como o <em>Pride and Prejudice and Zombies</em> do Seth Grahame-Smith. Fica a dica para as editoras aí: zumbis são legais. Zumbis pode ser engraçados, assustadores e até românticos, como nossas sugestões deixam claro. Vamos variar, minha gente.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify">
<ul style="text-align: justify">
<li>Não entrou na lista só porque ainda não li, mas continuo curiosíssima sobre o livro de zumbis do brazuca Antônio Xerxenesky, <a title="areia nos dentes" href="http://blog.meiapalavra.com.br/2008/08/26/areia-nos-dentes-%E2%80%93-antonio-xerxenesky/" target="_blank">Areia nos Dentes</a>.  Se ainda não leu <a title="10 perguntas e meia" href="http://blog.meiapalavra.com.br/2009/04/27/10-perguntas-e-meia-para-antonio-xerxenesky/" target="_blank">a entrevista com o autor aqui no <strong>Blog Meia Palavra</strong></a>, corre lá conferir porque está muito legal.</li>
</ul>
<p><a title="comente" href="http://www.meiapalavra.com.br/showthread.php?tid=3307" target="_blank"><strong>COMENTE ESSE ARTIGO NO FÓRUM MEIA PALAVRA</strong></a></p>
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		<title>Jogo Perigoso (Stephen King)</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Apr 2009 15:09:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Colaborador Meia Palavra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Estrangeira]]></category>
		<category><![CDATA[Stephen King]]></category>

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		<description><![CDATA[Jogo Perigoso, do conhecido autor de suspense e terror Stephen King, conta a história de um casal em crise, que foi para sua casa no lago e, durante um joguinho sexual, Gerald, o marido, morre acidentalmente. É assim que a história começa, com a insatisfação de Jessie, que estava cansada de ser presa à cama [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="size-medium wp-image-715 alignright" style="margin: 5px" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/uploads/2009/04/jogosperigosos-212x300.jpg" alt="jogosperigosos" width="212" height="300" />Jogo Perigoso, do conhecido autor de suspense e terror Stephen King, conta a história de um casal em crise, que foi para sua casa no lago e, durante um joguinho sexual, Gerald, o marido, morre acidentalmente. É assim que a história começa, com a insatisfação de Jessie, que estava cansada de ser presa à cama para atender às vontades de Gerald. Entre a raiva e o medo do que ele poderia fazer, um impulso o matou e, para o desespero de Jessie, ficou sozinha presa à cama sem ter como sair.</p>
<p style="text-align: justify">Até aí, tudo bem, mas cadê o mistério? Pois bem, Jessie começa a receber visitas de um ser estranho, que sempre a observa do canto do quarto, de onde ela não pode sair. Um ser apavorante, que para Jessie, significa a morte. Dá até um pouco de medo nos momentos iniciais, mas quando vemos que nada acontece, e que o delírio da protagonista se intensifica, as próximas aparições da “morte” não são envolventes. E tudo não passa, realmente, de um delírio. Misturado a isso, a protagonista relembra fatos traumáticos de sua infância que a fazem tomar menos gosto pelo lugar em que se encontra, mas não é nada que acrescente algo na história ou que a ajude a sair da condição em que se encontra.</p>
<p style="text-align: justify"><span id="more-714"></span></p>
<p style="text-align: justify">É interessante como quase toda a história do livro se passe no mesmo lugar, com a mesma situação. Mas depois de um tempo, além de agonizante (o que é importante até para entrar no clima da história), o livro se torna maçante. Mesmo as lembranças de Jessie não passam a sensação de local diferente, como se suas memórias fossem um teatro encenado no quarto vazio. Eu também tive dificuldade em perceber quanto tempo havia transcorrido desde a morte de Gerald. Às vezes pareciam apenas horas (o que realmente era), outras pareciam ser dias. Aliás, nem tenho certeza do tempo exato em que Jessie ficou na casa. Isso pode ser visto como ponto negativo ou positivo: ou o autor esperava provocar essa falta de localização no tempo, ou a história se mostrou tão confusa em algumas partes que foi difícil manter a compreensão da leitura.</p>
<p style="text-align: justify">Eu senti necessidade de uma troca de cenário a cada nova linha, e como isso não acontecia, a leitura deixou de ser prazerosa para mim. Talvez eu devesse me colocar mais na situação da personagem para entender todo o medo que ela sentia, afinal ficar presa e sozinha em um lugar deserto, não deve ser uma experiência agradável. Todo tempo você pensa que vai morrer. Contudo, não achei o enredo convincente, onde horas Jessie se mostrava controlada e cautelosa, hora se rendia aos seus medos e temia mais ainda pela vida.</p>
<p style="text-align: justify">O final eu não conto, para não estragar a leitura de quem por ventura se interessar pelo livro. Mas para facilitar a escolha, se alguém quiser acatar à minha opinião, Jogo Perigoso está na minha lista de livros “indiferentes”. Pode até servir para uma distração, mas dentre as obras do autor, há muita coisa melhor para se ler. A forma de narrar de King é a mesma de seus outros livros. Porém ele foi infeliz no enredo e no seu desenvolvimento. Ficou tudo com ar de lembranças aleatoriamente jogadas no papel. Desespero e delírio, mas pouco mistério.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>KING</strong>, Stephen. <em>Jogo Perigoso</em>. São Paulo: Editora Objetiva, 2007. 172 págs, Preço sugerido: 35,90.</p>
<p style="text-align: justify">Sobre o autor: <a href="http://www.meiapalavra.com.br/member.php?action=profile&amp;uid=312"><span style="text-decoration: none">.Izze.</span></a> é usuário do <a href="http://www.meiapalavra.com.br"><span style="text-decoration: none">Fórum Meia Palavra</span></a>. Você pode encontrá-la também na <a href="http://rizzenhas.wordpress.com/"><span style="text-decoration: none">r.izze.nhas</span></a>.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.meiapalavra.com.br/showthread.php?tid=2645">DISCUTA ESSE ARTIGO NO FÓRUM MEIA PALAVRA</a></p>
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