<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Meia Palavra &#187; Quadrinhos</title>
	<atom:link href="http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/tag/quadrinhos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br</link>
	<description>O prazer de uma palavra e meia em Meia Palavra.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 29 Jul 2010 10:04:35 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Meia-Palavra explica: Maus</title>
		<link>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2010/02/23/meia-palavra-explica-maus/</link>
		<comments>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2010/02/23/meia-palavra-explica-maus/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 14:17:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Colaborador Meia Palavra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meia Palavra Explica]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Art Spiegelman]]></category>
		<category><![CDATA[Maus]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/?p=1882</guid>
		<description><![CDATA[Maus é uma grafic novel de Art Spiegelman que narra a luta de seu pai, um judeu polonês, para sobreviver ao Holocausto. O livro também fala do relacionamento complicado do autor com seu pai e de como os efeitos da guerra repercutiram através das gerações de sua família. Em 1992 Spiegelman foi agraciado com um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><img class="size-medium wp-image-1904 alignleft" style="margin: 5px;" title="maus-splash" src="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2010/02/maus-splash-300x300.png" alt="maus-splash" width="276" height="276" /><a href="http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2008/05/25/maus/">Maus</a></em> é uma grafic novel de Art Spiegelman que narra a luta de seu pai, um judeu polonês, para sobreviver ao Holocausto. O livro também fala do relacionamento complicado do autor com seu pai e de como os efeitos da guerra repercutiram através das gerações de sua família. Em 1992 Spiegelman foi agraciado com um “Prêmio Especial Pulitzer”: tal categoria foi proposta pois o comitê de premiação não se decidiu se categorizava <em><a href="http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2008/05/25/maus/">Maus</a></em> como uma obra de ficção ou biografia.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/author/amelie/">Amélie</a>: Surpreendente. Essa é a palavra que define <em><a href="http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2008/05/25/maus/">Maus</a></em>. O livro tem como cenário a fantasia, aquela antiga briga entre ratos e gatos. Mas a realidade dura da Guerra não aceita superficialidades e esse é o segredo do sucesso em <em><a href="http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2008/05/25/maus/">Maus</a></em>. A caçada é, antes de tudo, um depoimento, relato das lembranças do pai de Art Spielgeman, o premiado quadrinista. Enredo: um comerciante com dinheiro de sobra, mas que precisa trocar diamantes para conseguir um um pedaço de pão. Leva o fardo dos “indignos”: Judeu em uma Europa de Guerra. Os relatos de familias que sobreviveram ao Holocausto têm apelo natural, pela crueldade, chamam mesmo a atenção. E acredite, este é ainda mais especial. A escolha de representá-lo em quadrinhos, é certa: mexe com a imaginação do leitor. A cada fuga dos gatos (Nazistas), o coração do espectador dispara. Pequenas histórias emocionantes ganham as páginas, e a torcida pelos ratos (Judeus) é inquestionável. A partir daqui, guardo o segredo. Para quem ainda não conhece o que é uma Graphic Novel, deveria começar obrigatóriamente por esse livro. É amor à primeira vista, e com razão de ser tão aclamado.<span id="more-1882"></span><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/author/luciano">Luciano R.M</a>.: Confesso ser um pouco displicente com relação aos quadrinhos: só recentemente eles têm me cativado de forma mais séria. Um dos responsáveis por isso é Art Spiegelman, autor do excelente ‘<em><a href="http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2008/05/25/maus/">Maus</a></em>’ (palavra alemã para rato). Transformando judeus em ratos, poloneses em porcos e alemães em gatos- os dois primeiros tirados da propaganda nazista- ele reconta a história de seu pai, Vladek Spiegelman, e a sua própria, através e graças ao holocausto. Não cai, entretanto, no cliché piegas da maioria das obras a respeito do que os judeus passaram. A tragédia histórica de um povo é apenas o pano de fundo para a tragédia pessoal de seu pai- e, consequentemente, a sua própria. As repercussões e a contradição disso com o presente- como quando o pai de Art teme que um negro o roube, simplesmente por ser negro- é demonstrada, dando a <a href="http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2008/05/25/maus/"><em>Maus</em></a> o valor que tem.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/author/tiago-pinheiro/">Tiago</a>: Seria o caso de se perguntar qual é a vantagem de transferir o relato de um sobrevivente de Auschwitz para os quadrinhos? Se fosse apenas uma variação de meios (a literatura e o cinema já estariam saturados) então “<em><a href="http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2008/05/25/maus/">Maus</a></em>” não teria o valor que tem. Spiegelman, que teve uma longa experiência em publicações alternativas nos anos 1960 e 1970, soube usar os quadrinhos no que eles têm de melhor: seu lugar subterrâneo, como algo que circula por fora, até mesmo junky. Sem dúvidas, é a partir daí que ele consegue contar a história de seu pai sem apelos à dramaticidade barata ou à vitimização, ao que pendem as narrativas mais comuns desse “lugar impossível de se contar”. Seu pai e mesmo o alter-ego do autor são, na maior parte das vezes, absolutamente odiáveis. Mas, poderíamos ir além: mesmo uma certa “sublimidade” inerente e muitas vezes pervesa que clamamos ao assistirmos a um filme ou lermos um livro sobre o tema (entramos em contato com A Literatura, O Cinema, mais do que com um terror inominável) é evitada por Spiegelman. Até mesmo o risco mais provável de seu meio, o da infantilização da história por leitores mal acustumados, é contornada e ironizada pelos usos esteriotipados de animais (rato, gato, cão, etc.), típicos de histórias em quadrinhos. “<em><a href="http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2008/05/25/maus/">Maus</a></em>” faz lembrar, para aqueles que acham que HQ deveria ser Literatura, que, às vezes, é melhor que uma história seja em quadrinhos.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/author/kika/">Kika</a>: Não é só a despersonalização dos personagens (gatos, ratos, porcos), ou o assunto altamente contundente tratado – a Segunda Guerra Mundial. Esta obra prima dos quadrinhos me encanta por sua honestidade, pelo veio emocional de um filho contando a história de seu pai,sem esconder seus vícios e manias, boas ou ruins. Li de um só fôlego, chorei, me frustrei e até ri em alguns momentos. Foi o suficiente para despertar meu lado missionário. Genial.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/author/admin/">Anica</a>: O importante em <a href="http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2008/05/25/maus/"><em>Maus</em></a> não é o enredo em si (que convenhamos, já foi bem explorado em tudo quanto é tipo de mídia). A questão é como Art Spiegelman o faz, contrastando a leveza e o peso de maneira única ao contar uma fábula sobre os horrores do Holocausto. Ao contar a história dos pais e de como ele sobreviveram à Auschwitz, Spiegelman foge do caminho mais fácil de simplesmente vitimizá-los, mostrando que eram pessoas comuns que estavam lá: com todo os tipos de qualidades e defeitos que qualquer um poderia ter. Se você cresceu com a ideia de que HQ são só herois com superpoderes, talvez seja um bom momento para conhecer uma que apresenta como maior ato de heroísmo o fato de simplesmente sobreviver, quando tudo parece ir contra.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.meiapalavra.com.br/showthread.php?tid=4362">COMENTE ESSE ARTIGO NO FÓRUM MEIA PALAVRA</a></p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fmeiapalavra.mtv.uol.com.br%2F2010%2F02%2F23%2Fmeia-palavra-explica-maus%2F&amp;linkname=Meia-Palavra%20explica%3A%20Maus">Compartilhe esse artigo!</a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2010/02/23/meia-palavra-explica-maus/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pixu</title>
		<link>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2009/12/02/pixu/</link>
		<comments>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2009/12/02/pixu/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 04:07:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano R. M.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[10 pãezinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Fábio Moon]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriel Bá]]></category>
		<category><![CDATA[Itiban]]></category>
		<category><![CDATA[Pixu]]></category>
		<category><![CDATA[The Umbrella Academy]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.meiapalavra.com.br/?p=1786</guid>
		<description><![CDATA[Antes de mais nada, eu preciso admitir uma coisa: apesar de admirar muito o trabalho deles, não sou a pessoa mais familiarizada do mundo com o trabalho dos gêmeos Fábio Moon e Gabriel Bá- autores da revista ‘10 pãezinhos’, entre outros.
Ainda assim nesse último sábado fui até a Itiban Comic Shop para o lançamento do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-1821" style="border: 0pt none; margin: 5px;" title="pixu" src="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2010/03/pixu-204x300.jpg" alt="pixu" width="204" height="300" />Antes de mais nada, eu preciso admitir uma coisa: apesar de admirar muito o trabalho deles, não sou a pessoa mais familiarizada do mundo com o trabalho dos gêmeos Fábio Moon e Gabriel Bá- autores da revista ‘10 pãezinhos’, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda assim nesse último sábado fui até a Itiban Comic Shop para o lançamento do ‘Pixu’ e do ‘The Umbrella Academy’. Os dois irmãos estavam lá para o um bate-papo com os fãs e uma sessão de autógrafos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dois paulistas já ganharam vários prêmios, entre eles o Jabuti- pela sua adapção de ‘O Alienista’ para os quadrinhos- e o Eisner Awards- por ‘5′ (em conjunto com Becky Cloonan, Vasilis Lolos e Rafael Grampá), como melhor antologia.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1786"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Foram extremamente solicitos ao responder as perguntas, além de bastante humildes. Falaram sobre suas influências, sobre como é a vida de quadrinista e muito mais. E falaram sobre os lançamentos do dia, claro.</p>
<p style="text-align: justify;">‘The Umbrella Academy’ conta com os desenhos de Bá e a história de Gerrard Way- vocalista do My Chemical Romance. A princípio, parece um quadrinho de super-heróis, com grande potencial de agradar fãs de clássicos- e de cativar novos.</p>
<p style="text-align: justify;">Já ‘Pixu’ é uma empreitada dos dois irmãos junto com Cloonan e Lolos, com quem trabalharam em ‘5′. Grampá ficou de fora para que terminasse o que está fazendo no momento. É um quadrinho de horror. Coisa que, a princípio, pareceu-me um tanto suspeita, confesso: gosto do gênero, mas é muito fácil que se torne algo ingênuo e seja, no fim, apenas engraçado. O que não é- ou não deveria ser- o objetivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas… Durante a conversa várias citações dos autores ao fato de que as personagens eram ‘tristes e feitas para morrer’ e de que o terror estava no que não é mostrado, me convenceram a comprá-lo. E não me arrependo. Ao contrário: há muito tempo que eu não me sentia perturbado assim por um quadrinho.</p>
<p style="text-align: justify;">As ilustrações são bastante bonitas, alternando quadrinhos mais ‘poluídos’ com outros ligeiramente minimalistas, dependendo da necessidade. Preto, branco e cinza usados de modo excelente, além do efeito estético ajudam a criar a atmosfera opressiva, kafkiana, da coisa toda.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, além de eu não ser a melhor pessoa para falar sobre os desenhos, acredito que o grande destaque seja a história: apenas sete personagens que se entrelaçam de modo sutil, mas perturbado, sob uma atmosfera de constante ameaça. Pedofilia, obsessões, ciúmes doentio e remorso juntam-se a algo sobrenatural que nunca aparece, afogando a todos numa rede de loucura.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo não sendo um grande consumidor de quadrinhos, posso dizer que é uma das coisas mais interessantes que já li nessa mídia. E que ‘Pixu’ mostra bem o porquê de Bá e Moon- junto com os outros autores e Grampá- terem alcançado o que alcançaram.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.meiapalavra.com.br/showthread.php?tid=4248">DISCUTA O POST NO FORUM DO MEIA PALAVRA</a></p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fmeiapalavra.mtv.uol.com.br%2F2009%2F12%2F02%2Fpixu%2F&amp;linkname=Pixu">Compartilhe esse artigo!</a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2009/12/02/pixu/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Vermelho para ativar</title>
		<link>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2009/11/21/vermelho-para-ativar/</link>
		<comments>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2009/11/21/vermelho-para-ativar/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 00:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Colaborador Meia Palavra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Cully Hamner]]></category>
		<category><![CDATA[Vermelho para ativar]]></category>
		<category><![CDATA[Warren Ellis]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.meiapalavra.com.br/?p=1854</guid>
		<description><![CDATA[Vermelho é uma cor de significados fortes. Não importa em qual esfera ela se encontre, sempre que o vermelho aparece, você sabe que tem de ficar atento ao que vai aparecer. Muitas vezes essa condição não quer dizer que os próximos acontecimentos serão bons, mas bom ou ruim depende somente da sua interpretação. Eu mesmo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2010/03/red.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1855" style="border: 0pt none; margin: 5px;" title="red" src="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2010/03/red-300x212.jpg" alt="red" width="300" height="212" /></a>Vermelho é uma cor de significados fortes. Não importa em qual esfera ela se encontre, sempre que o vermelho aparece, você sabe que tem de ficar atento ao que vai aparecer. Muitas vezes essa condição não quer dizer que os próximos acontecimentos serão bons, mas bom ou ruim depende somente da sua interpretação. Eu mesmo quando fui apresentado à <em>Red</em>, sabia que deveria ficar com os olhos atentos e ficar concentrado no que estava por vir em cada virada de página.</p>
<p style="text-align: justify;">O plot dessa HQ não é o que podemos chamar de “o” mais original. A história gira em torno do ex-agente secreto Paul Moses, que depois de anos em código “verde” (desativado) se vê ameaçado pela entrada de um novo diretor na CIA. O problema é que toda vez que um diretor novo é posto dentro de seu cargo, deve ser informado de todas as operações importantes que já foram executas, ou seja, ele fica ciente de todos os podres da agência.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1854"></span><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2010/03/red_2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1856" style="border: 0pt none; margin: 5px;" title="red_2" src="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2010/03/red_2-196x300.jpg" alt="red_2" width="196" height="300" /></a>No universo dessa HQ, todos os assassinatos importantes que ocorreram dentro do mundo político internacional foram realizados por um único agente. É justamente de Moses que estamos falando. Ele foi o responsável pelos maiores e mais importantes assassinatos e por isso, vivo, representa um grande risco para a agência. Se Moses resolver escrever um livro de suas memórias ou contar para qualquer um as missões que executou, pode por o governo em maus lençóis. Com medo da ameaça representada pelo agente, o novo diretor dá ordens para sua execução.</p>
<p style="text-align: justify;">A parte mais empolgante dessa história toda é que Moses, mesmo estando numa idade avançada, ainda é um bom combatente e só desejava ser deixado em paz para viver suas férias. Tudo isso muda quando ele percebe que o governo nunca o deixará em tranquilo pelo que ele sabe. É nesse momento que temos Moses de volta à ativa, agora em código vermelho.</p>
<p style="text-align: justify;">Inicialmente pode parecer que <em>Red</em> seja só mais uma daquelas HQs que são historyboard para futuros filmes. As cenas de ação são construídas para dar fluidez aos movimentos dos personagens, usando ângulos mais explorados pelas lentes. Porém esses elementos não destroem o âmbito mais filosófico da história. Paul Moses é o típico homem máquina, treinado para matar e executar as ordens sem raciocinar, enquanto vive dentro da contradição de ser extremamente inteligente, provando que o conhecimento acadêmico não está ligado a sabedoria. Quando o mesmo governo, que ele servil ser questionar, começou a prejudicar sua vida de forma direta, a sabedoria dos anos mostrou que a melhor coisa a fazer era confrontar seu contratante.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2010/03/red_3.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1857" style="border: 0pt none; margin: 5px;" title="red_3" src="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2010/03/red_3-197x300.jpg" alt="red_3" width="171" height="259" /></a>O roteiro é assinado por Warren Ellis, nome que garante uma qualidade indiscutível a qualquer HQ. Claro que nem de longe é o melhor trabalho dele, mas uma obra desprendida e construída dentro de um ciclo fechado e sem possibilidades de continuações claras, pode ser a forma mais ilimitada de um autor expor seu talento. A arte de Cully Hamner também dá um sabor especial, porque lembra muito desenhos dos anos 90 e cai bem com o texto do Ellis, fazendo da HQ um corpo fechado e não uma desconexa junção de elementos estranhos entre si.</p>
<p style="text-align: justify;">O mais legal é que <em>Red</em> chega aos cinemas em 2010 e com participações de Bruce Willis e Morgan Freeman. Moses parece ter sido construído para o Bruce Willis, o que pode fazer desse filme uma das poucas boas adaptações de filmes. Red foi editado pela primeira vez em 2003 pela Homage Comics nos E.U.A.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sobre o autor</strong>: Breno Cavalcante de Souza é o <a title="BRENOC" href="http://www.meiapalavra.com.br/member.php?action=profile&amp;uid=17" target="_blank">Breno C.</a> lá no Meia Palavra e pode ser encontrado também no <a title="csides" href="http://csides.wordpress.com/" target="_blank">blog csides</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><a title="COMENTE" href="http://www.meiapalavra.com.br/showthread.php?tid=4338" target="_blank">COMENTE ESSE ARTIGO NO FÓRUM MEIA PALAVRA</a></p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fmeiapalavra.mtv.uol.com.br%2F2009%2F11%2F21%2Fvermelho-para-ativar%2F&amp;linkname=Vermelho%20para%20ativar">Compartilhe esse artigo!</a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2009/11/21/vermelho-para-ativar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Picabu #4</title>
		<link>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2009/09/01/picabu-4/</link>
		<comments>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2009/09/01/picabu-4/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 22:11:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Colaborador Meia Palavra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Picabu #4]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.meiapalavra.com.br/?p=1476</guid>
		<description><![CDATA[A começar pelo índice, que faz lembrar o final do conto Ligéia, de Edgar Alan Poe, criatividade parece ter sido a palavra-chave na elaboração da hq Picabu. E hq aqui, como os próprios criadores fazem questão de colocar na capa, não significa história em quadrinhos, mas história em quadros. Uma definição justa, visto que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Picabu4.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1477" style="border: 0pt none; margin: 5px;" title="Picabu4" src="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Picabu4.jpg" alt="Picabu4" width="138" height="200" /></a>A começar pelo índice, que faz lembrar o final do conto <em>Ligéia</em>, de Edgar Alan Poe, criatividade parece ter sido a palavra-chave na elaboração da hq Picabu. E hq aqui, como os próprios criadores fazem questão de colocar na capa, não significa história em quadrinhos, mas história em quadros. Uma definição justa, visto que a revista definitivamente não foi feita para crianças.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Tudo começa quando você agrega infinitos elementos intercomunicantes em busca da irrealidade paradoxal do mundo. Depois disso, o tortuoso caminho vai parecer não ter sentido algum. Haverá alienação e impossibilidade de retorno. Nesse momento ocorrerão N reinvenções, e o mundo real, amortecido pelo hábito, aparece.</p>
<p style="text-align: justify;">O grupo Bestiário é formado por Moacir Martins, Rafael Sica, Rodrigo Rosa, Leandro da Silva Adriano, Nik Neves, Carlos Ferreira e Fabiano Gummo. Utilizando o substrato individual somado à retroalimentação criativa, o coletivo pactua referências fusionando estilo.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1476"></span>Com esse texto de introdução (precedido por um outro escrito de trás para frente, o qual não colocarei aqui), tem-se início a Picabu #4, coletânea de 12 histórias curtas onde predomina a total liberdade de forma e conteúdo por parte de seus autores, com temas tão diversos quanto o sentido inconsciente da fala humana e o puro erotismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas das melhores histórias (<em>Hiato</em>, de Rafael Sica, e <em>Ondas</em>, de Carlos Ferreira) dispensam diálogos ou narração e apelam para o puro surrealismo para buscar um significado mais profundo. Impregnadas pelo preto e branco (como todas as demais), as duas histórias buscam retratar a solidão, seja nas relações humanas ou no afogamento de um homem. Outras histórias, ainda que sejam mais convencionais em seu formato, são também tão interessantes quanto: como <em>Telencefalos</em>, de Leandro Adriano e Carlos Ferreira, que com uma arte que lembra a dos mangás japoneses, conta uma história sombria que mistura medicina e cinema; ou <em>Escândalo</em>, de Rodrigo Rosa, que denuncia o circo exibicionista da televisão e do mundo das celebridades, bem como a alienação de seus espectadores; e <em>A contagem</em>, de Guraci Fraga e Rodrigo Rosa, um exemplo perfeito do humor negro. Todas as histórias contidas na revista merecem ser lidas mais de uma vez. Seja em busca de algum significado perdido, ou apenas para apreciar a arte, que varia do lúdico ao macabro, do extremo detalhismo à simplicidade, da luz à escuridão, da crítica à insanidade. Basta uma das histórias da revista para que ela já valha à pena: <em>Vostok</em>, de Fabiano Gummo, inspirada em Kafka de certa maneira, e que em apenas duas páginas deixa o leitor com o peito apertado.</p>
<p style="text-align: justify;">Ler a Picabu me fez pensar nas semelhanças entre os quadrinhos e o cinema, como o uso das imagens como princípio básico da narrativa, e também na diferença inerente entre os dois, pelo menos nos padrões atuais, que é o silêncio. Talvez seus autores tenham buscado inspiração no cinema mudo, ou no expressionismo alemão que mais tarde veio dar origem ao noir, ou talvez essa confluência tenha nascido de seu inconsciente coletivo, mas eles souberam aproveitar dela muito bem. Souberam fazer da falta de cores e de som o palco ideal para contarem suas histórias. Mais que uma bela experiência imersiva, Picabu #4 serve para deixar o leitor com um gosto de quero mais, esperando ansiosamente pela #5.</p>
<p style="text-align: justify;">O grupo Bestiário, responsável pela criação da revista, pode ser encontrado no site: http://www.bestiariopicabu.blogspot.com/</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sobre o autor</strong>: Wilson Costa é o <a title="wilson" href="http://www.meiapalavra.com.br/member.php?action=profile&amp;uid=555" target="_blank">Wilson</a> lá no Meia Palavra. Você pode ler mais textos dele no blog <a title="o lobo atrás da porta" href="http://oloboantesdaporta.blogspot.com/" target="_blank">o lobo antes da porta</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><a title="comente" href="http://www.meiapalavra.com.br/showthread.php?tid=3821" target="_blank">COMENTE ESSE ARTIGO NO FÓRUM MEIA PALAVRA</a></p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fmeiapalavra.mtv.uol.com.br%2F2009%2F09%2F01%2Fpicabu-4%2F&amp;linkname=Picabu%20%234">Compartilhe esse artigo!</a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2009/09/01/picabu-4/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Vampiros nos quadrinhos</title>
		<link>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2009/08/22/vampiros-nos-quadrinhos/</link>
		<comments>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2009/08/22/vampiros-nos-quadrinhos/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 22 Aug 2009 13:17:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Colaborador Meia Palavra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Blood + Water]]></category>
		<category><![CDATA[City of Others]]></category>
		<category><![CDATA[True Blood]]></category>
		<category><![CDATA[Vampiros]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.meiapalavra.com.br/?p=1425</guid>
		<description><![CDATA[Semana dessas li que vampiros sempre estarão na moda e que só muda a forma com que eles são apresentados ao público. Realmente não discordei da afirmação, até porque séries de TV, livros e filmes tem provado que cada dia mais os vampiros, ou pelo menos essa nova onda de vampiros humanizados, estão tomando conta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2009/08/14133.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1426" style="border: 0pt none; margin: 5px;" title="14133" src="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2009/08/14133-195x300.jpg" alt="14133" width="195" height="300" /></a>Semana dessas li que vampiros sempre estarão na moda e que só muda a forma com que eles são apresentados ao público. Realmente não discordei da afirmação, até porque séries de TV, livros e filmes tem provado que cada dia mais os vampiros, ou pelo menos essa nova onda de vampiros humanizados, estão tomando conta da cabeça dos antenados.</p>
<p style="text-align: justify;">Fiquei me questionando quantas HQs com vampiros como tema principal já havia lido e se alguma delas valia apena ser recomendada. Ainda não vi nas bancas nem nos locais onde costumo comprar minhas edições, obras que abordassem o assunto ou que tivessem como protagonista algum vampiro, por isso tive que partir para as velharias que tenho jogadas aqui pelo quarto e algumas já digitalizadas dentro do computador.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1425"></span>Li ao todo cinco minisséries em que os sugadores de sangue eram os principais personagens. Dessas só tive coragem de indicar duas, porque a terceira renderia uma postagem muito grande, a quarta era tão ruim que não valia a pena ser levada de volta ao público e a quinta é apenas uma adaptação da série <em>Trueblood</em> que já está tendo sua atenção devida nos blogs especializados em séries para TV.</p>
<p style="text-align: justify;">Espero que de alguma forma minhas resenhas sirvam de base e boa indicação para uma futura compra ou somente para deixar claro que os vampiros também estão nas HQs.</p>
<p style="text-align: center;"><em>&#8220;Blood + Water&#8221;</em></p>
<p style="text-align: justify;">Engraçado é que as pessoas parecem não se questionar o quanto se tornar vampiro pode ser benéfico aos pacientes de doenças terminais, porque um vampiro, segundo algumas lendas, é dotado de força física superior a humana e não se contunde nem adoenta tão fácil, além de ter um poder de “auto-regeneração” muito interessante em casos onde sua vida pode estar limitada em alguns meses. É justamente encima desse pensamento que somos apresentados a história de Adam Heller e sua relação com vampiros que não são nem bonzinhos e nem malzinhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Diferente das histórias comuns sobre vampiros, “Blood + Water”, narra a mudança e a descoberta de um humano “fraco”, Heller, que se encontra no final de sua vida e é tentado a mudar tudo apenas aceitando se transformar em um ser que ele duvidava da existência. Seu amigo Josh é responsável por esse momento de escolha, pois Josh é um vampiro e resolve depois de muito tempo abrir o jogo com Adam e contar-lhe que a única forma de continuar “vivo” é se transformando em um chupador de sangue.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2009/08/blood_and_water_tpb.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1427" style="border: 0pt none; margin: 5px;" title="blood_and_water_tpb" src="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2009/08/blood_and_water_tpb-197x300.jpg" alt="blood_and_water_tpb" width="197" height="300" /></a>A narrativa não é cheia de vai-e-vem e mantém um nível constante mostrando a vida de um vampiro desde seu “renascimento” até sua morte definitiva, assim como personagens novos são inseridos para que possamos entender porque os seres fantásticos de “Blood + Water” preferem não se meter diretamente com os humanos e viver num mundo sem serem caçados o tempo todo.</p>
<p style="text-align: justify;">O grande problema e o que leva a história de Adam a um desfecho é sua descoberta não como um vampiro comum, mas como um descendente sanguíneo de uma raça antiga de seres que deixaram de ser simples vampiros e se tornaram em monstros caçadores de outros hematofagos. Ou seja, uma trama com bastante sangue de ambos os lados. Como Adam e seus novos amigos vão resolver o problema da volta de uma ameaça a sobrevivência da sua espécie é o que nos motiva a continuar lendo essa HQ cuja arte pode não ser impressionante, mas se destoa do convencional, usando de traços bem marcados e de pouca descrição.</p>
<p style="text-align: justify;">“Blood + Water” é uma boa pedida para quem quer ver um desenho mais sóbrio e ler uma história mais cientifica (no caso, evolutiva) sobre os vampiros e seu estado de vida em comunidade com os humanos. Escrito por Judd Winick e desenhado por Tomm Coker e saiu pela Vertigo em 2003.</p>
<p style="text-align: center;"><em>“City of Others”</em></p>
<p style="text-align: justify;">Vampiros são por natureza: assassinos. Sua sede os obriga a matar os humanos detentores do líquido vital à sua sobrevivência. Então qual deveria ser o impacto de se transformar um assassino de aluguel em um ser das sombras cheio de poderes e de uma sede que o faz mais letal? City of Others tem a função de nos contar essa história através de um dos personagens mais “casca dura” que já pude conhecer no mundo das HQs.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro quadro de cenas que é mostrado ao leitor já serve de dica para como será o ritmo da história, onde uma cabeça sai de dentro da uma mulher que aparentava estar grávida. Porém a HQ é composta de momentos não tão gores e tem como primeiro plano a história um assassino de aluguel dotado de total falta de remorso que encara um dos trabalhos mais estranhos de sua vida e aceita matar dois viciados, porém vê que por mais que ele os fatie ou quebre seus ossos, os dois continuam lutando.</p>
<p style="text-align: justify;">A história de City Of Others é um pouco complexa, em vários momentos somos jogados no passado para poder entender quem é Artemus, o mago que descobriu uma forma de se manter vivo para sempre e porque ele arranjou a raiva eterna dos vampiros da antiga Europa, ou conhecer o passado do assassino e sua motivação a falta de remorso.</p>
<p style="text-align: justify;">Não sei se valeria apena contar todos os detalhes e despejar encima do leitor informações que são úteis quando se está com o exemplar dessa HQ em mãos. Mas num resumo rápido posso dizer que o tal assassino não parte em busca de vingança e nem de punição para o vilão dessa história. O final meio “Crepúsculo” pode desapontar boa parte dos leitores, mas a meu ver serviu mais como um “tudo pode continuar” de como um limitado “The End”.</p>
<p style="text-align: justify;">A arte de Bernie Wrightson não é o mais atrativo de City Of Others, mas ela é bem constante e relativamente proporcional, lembrando muito a do Dave Gibbons em Watchamen, ou seja, é um quadrinho que se fia na história e nas viradas que ela dá para prender o leitor. Foi lançada em Março de 2007 lá fora e o texto é do Wrightson junto com Stive Niles pela Dark Horse.</p>
<p style="text-align: justify;">OBS: Trueblood também fica como dica, mas acho que uma história mais válida como série de TV. No <a title="true blood no hellfire" href="http://www.anica.com.br/tag/true-blood/" target="_blank">.:Hellfire Club:.</a> tem uns resumos de capítulo, comentários e um pouco sobre a série.</p>
<p><strong>Sobre o autor</strong>: Breno Cavalcante de Souza é o <a title="Breno C." href="http://www.meiapalavra.com.br/member.php?action=profile&amp;uid=17" target="_blank">Breno C.</a> lá no Meia Palavra e pode ser encontrado também no blog <a title="csides" href="http://csides.wordpress.com/" target="_blank">csides</a>.</p>
<p><a title="COMENTE" href="http://www.meiapalavra.com.br/showthread.php?tid=3771" target="_blank">COMENTE ESSE ARTIGO NO FÓRUM MEIA PALAVRA</a></p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fmeiapalavra.mtv.uol.com.br%2F2009%2F08%2F22%2Fvampiros-nos-quadrinhos%2F&amp;linkname=Vampiros%20nos%20quadrinhos">Compartilhe esse artigo!</a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2009/08/22/vampiros-nos-quadrinhos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A cultura nórdica muito bem representada</title>
		<link>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2009/08/07/a-cultura-nordica-muito-bem-representada/</link>
		<comments>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2009/08/07/a-cultura-nordica-muito-bem-representada/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2009 11:42:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Colaborador Meia Palavra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Brian Wood]]></category>
		<category><![CDATA[Davide Gianfelile]]></category>
		<category><![CDATA[Nórdicos]]></category>
		<category><![CDATA[Northlanders]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.meiapalavra.com.br/?p=1273</guid>
		<description><![CDATA[Mesmo depois de anos provando seu valor perante a sociedade, as histórias em quadrinhos ainda são vistas como leitura infantil para algumas pessoas. O bom é saber que volta e meia uma HQ de maior apelo histórico é desenhada e comprova que a nona arte é tão &#8220;educativa&#8221; quanto qualquer livro ou filme pode ser.
Tenho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2009/08/northlanders.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1274" style="border: 0pt none; margin: 5px;" title="northlanders" src="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2009/08/northlanders-200x300.jpg" alt="northlanders" width="200" height="300" /></a>Mesmo depois de anos provando seu valor perante a sociedade, as histórias em quadrinhos ainda são vistas como leitura infantil para algumas pessoas. O bom é saber que volta e meia uma HQ de maior apelo histórico é desenhada e comprova que a nona arte é tão &#8220;educativa&#8221; quanto qualquer livro ou filme pode ser.</p>
<p style="text-align: justify;">Tenho que admitir que apesar de ter lido uma quantidade boa de materiais sobre a cultura nórdica, nem de longe ela era uma das minhas favoritas. Porém, minha mente se viu forçada a mudar de opinião drasticamente depois de ler <em>Northlanders</em>. Nessa HQ somos apresentados a um projeto que tem como objetivo principal recontar a história do povo nórdico usando de uma linguagem mais cômoda ao público leitor, que seria o formato dos romances.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1273"></span>Logo na primeira saga, intitulada <em>Sven: O Retorno</em>, somos levados ao mundo antigo, época em que os mares ainda não haviam sido desbravados por inteiro e as barreiras sociais eram maiores. Nosso herói é justamente quem dá nome a saga, Sven de Órcades, e não é o que podemos  chamar de homem bem intencionado. Depois de passar anos longe de sua terra natal, a Ilha de Órcades, Sven retorna numa busca pelos seus direitos como filho legítimo do último rei morto anos atrás, mas essa não é uma busca pelo poder de comando e sim pelas riquezas.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2009/08/northlanders03.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1275" style="border: 0pt none; margin: 5px;" title="northlanders03" src="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2009/08/northlanders03-195x300.jpg" alt="northlanders03" width="195" height="300" /></a>Em exatos 8 números percorremos a vida do herói de trás para frente em forma de <em>flashbacks</em>. E entre a explicação da partida de Sven de sua terra de forma abrupta, da sua raiva pela religiosidade de seu povo, do seu romance quando pequeno e do seu amor quando mais velho, temos uma pequena apresentação das curiosidades da cultura nórdica, de suas tradições e de sua política, tudo de uma forma tão sutil e de fácil digestão que o aprendizado se torna uma delícia e você simplesmente não nota que está aprendendo aquela história.</p>
<p style="text-align: justify;">Em questão de arte <em>Northlanders</em> também é outra obra prima. Davide Gianfelile assina a arte que dá vida ao texto de Brian Wood, que por sua vez se tornou extremamente versátil por escrever uma HQ que vai totalmente de encontro com seus dois maiores trabalhos anteriores (DMZ e DEMO).  <em>Northlanders</em> foi publicado pela primeira vez em fevereiro de 2008 pela Vertigo e ainda não sei dizer quando será ou se já foi publicado aqui no Brasil, mas de qualquer modo deixo a sugestão de leitura, pois vale muito a pena conhecer essa história sobre um povo tão belo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sobre o autor</strong>: Breno Cavalcante de Souza é o <a title="Breno C." href="http://www.meiapalavra.com.br/member.php?action=profile&amp;uid=17" target="_blank">Breno C.</a> lá no Meia Palavra e pode ser encontrado também no blog <a title="csides" href="http://csides.wordpress.com/" target="_blank">csides</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><a title="COMENTE" href="http://www.meiapalavra.com.br/showthread.php?tid=3621"><strong>COMENTE ESSE ARTIGO NO FÓRUM MEIA PALAVRA</strong></a></p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fmeiapalavra.mtv.uol.com.br%2F2009%2F08%2F07%2Fa-cultura-nordica-muito-bem-representada%2F&amp;linkname=A%20cultura%20n%C3%B3rdica%20muito%20bem%20representada">Compartilhe esse artigo!</a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2009/08/07/a-cultura-nordica-muito-bem-representada/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Pagador de Promessas (HQ)</title>
		<link>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2009/05/22/o-pagador-de-promessas-hq/</link>
		<comments>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2009/05/22/o-pagador-de-promessas-hq/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 22 May 2009 11:43:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Adaptação]]></category>
		<category><![CDATA[Dias Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Eloar Guazzelli]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[O Pagador de Promessas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.meiapalavra.com.br/?p=931</guid>
		<description><![CDATA[Um fato em qualquer discussão sobre literatura é que aquele &#8220;empurrãozinho&#8221; inicial que deveria servir para estimular o hábito pela leitura normalmente transforma-se em uma pancada, que acaba afastando os jovens de qualquer livro. São provas mal formuladas sobre obras consagradas, aulas &#8220;decorebas&#8221; para que o aluno tenha em mente um dado ou outro para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2009/05/o-pagador-de-promessas-graphic_215.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-932" style="border: 0pt none; margin: 5px;" title="o-pagador-de-promessas-graphic_215" src="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2009/05/o-pagador-de-promessas-graphic_215.jpg" alt="o-pagador-de-promessas-graphic_215" width="215" height="284" /></a>Um fato em qualquer discussão sobre literatura é que aquele &#8220;empurrãozinho&#8221; inicial que deveria servir para estimular o hábito pela leitura normalmente transforma-se em uma pancada, que acaba afastando os jovens de qualquer livro. São provas mal formuladas sobre obras consagradas, aulas &#8220;decorebas&#8221; para que o aluno tenha em mente um dado ou outro para o vestibular&#8230; Falta (e muito!) mostrar que leitura pode ser um prazer, e não só obrigação.</p>
<p style="text-align: justify;">Levando isso em consideração, chegam propostas como as da editora Agir, que passa para os quadrinhos obras importantes da literatura. O novo lançamento é <a title="o pagador de promessas" href="http://blog.meiapalavra.com.br/2008/08/27/o-pagador-de-promessas-%E2%80%93-dias-gomes/" target="_blank">O Pagador de Promessas</a>, peça de Dias Gomes adaptada para o formato por Eloar Guazzelli. Definitivamente não é a mesma coisa que ler a obra, isso é certo. Mas serve como um aperitivo, e daqueles aperitivos bons que deixam gosto de quero mais na boca. E consequentemente, influencia o jovem a buscar o texto original.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-931"></span>A arte do Guazzelli é impecável, e em alguns momentos você sequer precisa de texto, de tão forte que são os quadros. Como quando por exemplo você vê a cruz como se fosse pupilas dos olhos de Zé-do-Burro. Ajuda muito também a qualidade do material (papel couché 115g), o que justifica o preço da HQ (por volta de 44 reais nas livrarias). A leitura flui de modo fácil e agradável, e em menos de uma hora é possível completá-la.</p>
<p style="text-align: justify;">Ou seja: ideal para quem ainda tem medo de literatura nacional. Ou ainda, uma boa sugestão para quem está querendo iniciar alunos por esses caminhos. Deixando evidente que esse <strong>não é</strong> o original, e que sempre existem diferenças, acredito que o estudante só tem a ganhar com um trabalho desses em mãos.</p>
<p style="text-align: justify;">Para quem não conhece a história:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Um homem vai do interior da Bahia até Salvador, carregando uma cruz, com um objetivo: agradecer a Santa Bárbara pela recuperação do animal que lhe dá sustento. Ao chegar à cidade grande, Zé-do-Burro fica perdido, mas a obstinação de cumprir a promessa o faz enfrentar os obstáculos. Estrangeiro em seu próprio país, Zé-do-Burro vem de um lugar distante da disputa de poder na qual passa a se ver envolvido.</p>
<p>O livro revela a tragédia de um sujeito que não compreende os códigos e poderes do mundo em que vive e faz uma crítica à opressão do homem.</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Você pode saber mais sobre a HQ, o autor e a obra (e ainda ler um capítulo) visitando o site da graphic novel: <a href="http://www.opagadordepromessas.com.br/"><strong>O pagador de promessas</strong></a>.</p>
<p><strong>Informações Técnicas</strong>:<br />
ISBN 9788522009176<br />
Número de Páginas : 72<br />
Altura : 28 cm<br />
Largura : 21 cm<br />
Preço sugerido: R$44,00</p>
<p><a title="COMENTE" href="http://www.meiapalavra.com.br/showthread.php?tid=2982" target="_blank">COMENTE ESSE ARTIGO NO FÓRUM MEIA PALAVRA</a></p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fmeiapalavra.mtv.uol.com.br%2F2009%2F05%2F22%2Fo-pagador-de-promessas-hq%2F&amp;linkname=O%20Pagador%20de%20Promessas%20%28HQ%29">Compartilhe esse artigo!</a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2009/05/22/o-pagador-de-promessas-hq/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pontos de partida</title>
		<link>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2009/05/01/pontos-de-partida/</link>
		<comments>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2009/05/01/pontos-de-partida/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 02 May 2009 00:20:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Colaborador Meia Palavra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Brian Wood]]></category>
		<category><![CDATA[Devir]]></category>
		<category><![CDATA[Rayn Kelly]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.meiapalavra.com.br/?p=862</guid>
		<description><![CDATA[Apesar do ser humano ser um animal adaptável, é fato que todos nós precisamos e um ponto de partida, porque ninguém nasce do nada. Temos um passado por mais que esqueçamos de onde viemos ou que o próprio local de origem, nascimento ou criação se esqueça de que somos sua cria. Mas correndo ao lado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-864" style="border: 0pt none; margin: 5px;" title="local_2" src="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2009/05/local_2.jpg" alt="local_2" width="148" height="214" />Apesar do ser humano ser um animal adaptável, é fato que todos nós precisamos e um ponto de partida, porque ninguém nasce do nada. Temos um passado por mais que esqueçamos de onde viemos ou que o próprio local de origem, nascimento ou criação se esqueça de que somos sua cria. Mas correndo ao lado dessa ideia de ter “a necessidade de um ponto de partida”, existe a premissa de que sempre podemos começar e recomeçar a torto e direito, deixando apenas para trás os corações partidos e as pessoas confusas.</p>
<p style="text-align: justify;">No início do ano comprei uma HQ (um compilado de seis números) que aborda justamente esse tema, até o nome é sugestivo: Local – Um ponto de partida. Escrita por Ryan Kelly, desenhada por Brain Wood e editada no Brasil pela Devir, Local conta a história de uma jovem que faz de sua vida um eterno recomeço, sempre procurando não “ferrar” com tudo por onde passa.<span id="more-862"></span></p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-867" style="border: 0pt none; margin: 5px;" title="local_1" src="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2009/05/local_1.jpg" alt="local_1" width="185" height="314" /></p>
<p style="text-align: justify;">A arte de Brain Wood (DMZ) já faz com que os olhos procurem estar seguros de ver cada detalhe, aliada ao enredo idealizado e desenvolvido por Rayn Kelly, faz dessa HQ uma aquisição especial para qualquer um, mesmo aquele que acha histórias em quadrinhos “coisa para criança”. E asseguro que Local, não é uma história para crianças.</p>
<p style="text-align: justify;">Logo de início somos transportados para Portland no Oregon, costa lesta dos Estados Unidos da América, mais precisamente para dentro de um carro, onde uma jovem (ainda sem nome) está passando pela difícil tarefa de ter que decidir se compra ou não diamorfina<sup>1</sup> para seu namorado viciado. E em meio a alguns devaneios, ilustrados na história como momentos reais, chegamos ao ponto culminante em que ela joga qualquer possibilidade para cima e simplesmente vai embora caminhando em direção a estação de trens, deixando seu ex-namorado para trás junto com seu carro.</p>
<p style="text-align: justify;">Só essa primeira passagem já dita qual vai ser o ritmo da história, mas sem fazer com que o leitor perca a vontade de continuar. Nas próximas páginas somos levados a outras histórias em outras cidades do EUA e assim caminhamos por várias vidas, muitas vezes normais, outras um tanto quanto estranhas e essas mudanças de foco dos capítulos que seguem, fazem com que Megan McKeena se torne um personagem secundário em sua própria história, dando brecha para conhecermos o garoto da foto polaróide (sem nome), a banda de grunge <em>Theories and Defenses</em> ou Glória, a colega de qualquer com TOC; que são personagens ricos em suas pequenas histórias de algumas páginas em preto e branco, efeito só obtido pela intima relação com estereótipos reais, porém não genéricos.</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo em Local, desde as histórias contidas dentro da história principal, que seria o êxodo em busca de um eu interior melhor de Megan, até os diálogos curtos e extremamente reais, fazem com que leitor tente se colocar no lugar de quem vê e de quem se identifica. Revelações pessoais são feitas a partir do momento que você se pergunta o quanto daquilo tudo pode ter um dia sido real e quanto ainda vai acontecer com aquela personagem cativante. Só é frustrante ver que essa seria uma história com muitos números até que Megan encontrasse algo que a obrigasse parar de recomeçar, e que por isso tem que encontrar seu fim em uma passagem pouco reveladora. Resumindo de uma forma simples: termina sem final.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a title="COMENTE" href="http://www.meiapalavra.com.br/showthread.php?tid=2860" target="_blank">COMENTE ESSE ARTIGO NO FÓRUM MEIA PALAVRA</a></strong></p>
<ol class="footnotes"><li id="footnote_0_862" class="footnote">heroína farmacêutica</li></ol><p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fmeiapalavra.mtv.uol.com.br%2F2009%2F05%2F01%2Fpontos-de-partida%2F&amp;linkname=Pontos%20de%20partida">Compartilhe esse artigo!</a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2009/05/01/pontos-de-partida/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O que vem por aí</title>
		<link>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2009/04/25/o-que-vem-por-ai/</link>
		<comments>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2009/04/25/o-que-vem-por-ai/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2009 13:46:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Bernard Schlink]]></category>
		<category><![CDATA[Confissões de Mãe]]></category>
		<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[Formaturas Infernais]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação]]></category>
		<category><![CDATA[Guy de Maupassant]]></category>
		<category><![CDATA[História da Vida Privada]]></category>
		<category><![CDATA[Isaac Asimov]]></category>
		<category><![CDATA[Jornada nas Estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Mariana]]></category>
		<category><![CDATA[Matrix]]></category>
		<category><![CDATA[Meg Cabot]]></category>
		<category><![CDATA[O Beijo das Sombras]]></category>
		<category><![CDATA[O Outro]]></category>
		<category><![CDATA[Richelle Mead]]></category>
		<category><![CDATA[Stephenie Meyer]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.meiapalavra.com.br/?p=830</guid>
		<description><![CDATA[Nos próximos dias vários lançamentos chegarão nas livrarias, e o Meia Palavra traz agora para você uma lista de alguns destaques do que está por vir. É importante destacar desde já que algumas vezes o prazo de lançamento muda, com o livro sendo lançado antes ou depois da data que a editora divulgou (que serão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2009/04/livros.jpg"><img class="size-full wp-image-831 alignright" style="border: 0pt none; margin: 5px;" title="livros" src="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2009/04/livros.jpg" alt="livros" width="197" height="284" /></a>Nos próximos dias vários lançamentos chegarão nas livrarias, e o <strong>Meia Palavra</strong> traz agora para você uma lista de alguns destaques do que está por vir. É importante destacar desde já que algumas vezes o prazo de lançamento muda, com o livro sendo lançado antes ou depois da data que a editora divulgou (que serão as datas informadas nessa lista). Há livros para todos os gostos, de (novos) vampiros até o retorno de uma figura que marcou os adolescentes da década de 90: Maria Mariana.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>História da Vida Privada</strong> (Vários): Uma das boas notícias entre os lançamentos recentes, a coleção da Companhia das Letras sai agora pelo selo Companhia de Bolso, com preço sugerido de 33 reais (quase 60 reais mais baratos que os de capa dura). Dividido em cinco volumes, os livros apresentam como recorte o cotidiano nos variados períodos históricos (o volume 1 vai do declínio do Império Romano até a Alta Idade Média). O lançamento está previsto para 30/04/2009.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-830"></span><strong>Formaturas Infernais </strong>(Vários): Pegue todos os autores de livros para adolescentes do momento e faça uma coletânea de contos de terror e pronto, mais sucesso. Com nomes famosos como o de Stephenie Meyer e Meg Cabot, a tradução de &#8220;Formaturas Infernais&#8221; chega ao Brasil quase dois anos após o lançamento no exterior, agora aproveitando as portas abertas pela série Crepúsculo. O lançamento está previsto para 05/05/2009.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O Beijo das Sombras</strong> (Richelle Mead): Outro livro que aproveita a onda de vampiros adolescentes, &#8220;O Beijo das Sombras&#8221; conta a história de Lissa Dragomir, princesa de uma família real muito importante na sociedade vampiresca. A &#8220;novidade&#8221; aqui fica por conta de que Lissa frequenta a São Vladimir, uma escola para vampiros. O quarto livro da série será publicado em agosto lá fora. Aqui, &#8220;O Beijo das Sombras&#8221; tem lançamento previsto para 30/04/2009.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Almanaque Jornada nas Estrelas</strong> (Salvador Nogueira e Susana Alexandria): Essa é para os &#8220;nerds old school&#8221;. Seguindo o mesmo modelo de outros almanaques (como o Almanque Anos 80 e o Almanaque do Rock), esse apresenta curiosidades e dados sobre uma das séries mais famosas da ficção científica. E para quem é fã, fica aqui outra sugestão &#8220;<a title="captain kirk" href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=2243148&amp;sid=01891171011324423676302781&amp;k5=13A74479&amp;uid=" target="_blank">Captain Kirk&#8217;s Guide to Women</a>&#8220;, hilário! O lançamento do almanaque está previsto para 07/05/2009.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>125 Contos de Guy de Maupassant</strong>: Seguindo os mesmos padrões caprichados (e lindos!) das outras coletâneas de contos já lançadas (como &#8220;50 Contos de Machados de Assis&#8221; ou ainda &#8220;24 Contos de F. Scott Fitzgerald&#8221;), a Companhia das Letras lança agora essa seleção de escritos de um dos maiores contistas de todos os tempos, Guy de Maupassant, famoso pelo conto <a title="o horla" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Horla" target="_blank">O Horla</a>. Uma boa sugestão para quem gosta do gênero, o livro tem lançamento previsto para 02/05/2009.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Box da trilogia Fundação</strong> (Isaac Asimov): Mais um lançamento para os fãs da ficção científica. A editora Aleph está lançando uma caixa com a trilogia traduzida por Fábio Fernandes e Marcelo Barbão, a partir da versão inédita modificada por Asimov em 1980. Os leitores terão a opção de comprar os livros separados (cada um custando 39 reais) ou juntos (por 117 reais). O lançamento está previsto para 12/05/2009.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Confissões de Mãe</strong> (Maria Mariana): Lembram do livro &#8220;Confissões de Adolescente&#8221;, que rendeu peça de teatro e série de TV (na Cultura)? Agora Maria Mariana volta como mãe. Escrito como um diálogo entre mãe e filha, num formato meio auto-ajuda o livro procura responder questões relacionadas à maternidade. Chega perto do dia das mães, com lançamento previsto para 29/04/2009.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Matrix vol. 1</strong> (Vários): Quase 10 anos após o lançamento do primeiro filme nos cinemas, aparentemente o assunto ainda não se esgotou. Agora chega às livrarias a HQ Matrix, que procura aprofundar algumas questões levantadas na trilogia. A história &#8220;Fragmentos de Informação&#8221;, criada pelos irmãos Wachowski, mostra os primórdios da mudança que fez o planeta ser dominado pelas máquinas. Lançamento previsto para 27/04/2009.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O Outro</strong> (Bernard Schlink): Após o sucesso recente de &#8220;O Leitor&#8221; (cuja adaptação rendeu o Oscar de melhor atriz para Kate Winslet esse ano), chega agora &#8220;O Outro&#8221;. Depois de perder a mulher para o câncer, Bengt procura conforto nas tarefas mais simples do dia a dia. Até que recebe uma carta endereçada a ela e tudo o que viveram juntos desmorona. Percebendo a chance de manter viva a memória da esposa, Bengt começa a responder às cartas como se fosse Lisa. A cada nova carta, ele a redescobre. Entretanto, as mensagens não são suficientes e logo a empatia entre os dois e a curiosidade de Bengt fazem com que ele vá ao encontro do &#8220;Outro&#8221;. Lançamento previsto para 30/04/2009.</p>
<p style="text-align: justify;"><a title="COMENTE" href="http://www.meiapalavra.com.br/showthread.php?tid=2805" target="_blank">COMENTE ESSE ARTIGO NO FÓRUM MEIA PALAVRA</a></p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fmeiapalavra.mtv.uol.com.br%2F2009%2F04%2F25%2Fo-que-vem-por-ai%2F&amp;linkname=O%20que%20vem%20por%20a%C3%AD">Compartilhe esse artigo!</a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2009/04/25/o-que-vem-por-ai/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mesmo Delivery, Rafael Grampá</title>
		<link>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2009/01/01/mesmo-delivery-rafael-grampa/</link>
		<comments>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2009/01/01/mesmo-delivery-rafael-grampa/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Jan 2009 16:51:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Colaborador Meia Palavra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Mesmo Delivery]]></category>
		<category><![CDATA[Rafael Grampá]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.meiapalavra.com.br/?p=341</guid>
		<description><![CDATA[Quando entro na loja de gibis e quadrinhos, tenho o costume de ir logo em direção aos lançamentos, pois sei que não terei condições financeiras de comprar tudo o que está nas estantes. Então perco bastante tempo fazendo uma análise baseada em &#8216;n&#8217; critérios avaliativos, na esperança de fazer a escolha certa e comprar uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-342" style="border: 0pt none; margin: 5px;" title="ad_mesmo_deliverylo" src="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2009/01/ad_mesmo_deliverylo-195x300.jpg" alt="ad_mesmo_deliverylo" width="195" height="300" />Quando entro na loja de gibis e quadrinhos, tenho o costume de ir logo em direção aos lançamentos, pois sei que não terei condições financeiras de comprar tudo o que está nas estantes. Então perco bastante tempo fazendo uma análise baseada em &#8216;n&#8217; critérios avaliativos, na esperança de fazer a escolha certa e comprar uma HQ (História em Quadrinhos) ou Mangá que vá suprimir minha necessidade de arte gráfica até a próxima quinzena. Agora vou gastar mais um pouco de tempo falando sobre uma dessas minhas escolhas e como fiquei feliz em concretizá-la.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia 30 de dezembro de 2008 (uma terça feira), me tornei mais um dos felizes proprietários da obra de arte chamada <em>Mesmo Delivery</em>, história em quadrinhos escrita e desenha por nada mais nada menos que Rafael Grampá, o mais novo nome do mundo das HQs brasileiras. E posso dizer sem sombra de dúvidas que essa foi a minha melhor aquisição até o momento, pois dentro das cinqüenta e quatro páginas de <em>Mesmo Delivery</em> encontrei um pouco do melhor que se pode ter dentro de uma HQ. Havia suspense, sangue e morte, uma paleta de cores simplista, uma boa história, bons personagens, bons ganchos e o principal, uma das artes mais surpreendentes que eu já vi! Cada expressão e cenário que compõe as páginas de <em>Mesmo Delivery</em> carrega dentro de si uma coisa única e indecifrável, fazendo com que o leitor fique parado absorvendo os detalhes do desenho como quem bebe de uma fonte inesgotável.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-341"></span><img class="alignright size-medium wp-image-343" style="border: 0pt none; margin: 5px;" title="mesmodeliverypagina" src="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2009/01/mesmodeliverypagina-197x300.jpg" alt="mesmodeliverypagina" width="197" height="300" />A história de <em>Mesmo Delivery</em> é mais um dos trunfos dessa obra de arte. Ela conta sobre a empresa de logística <em>Mesmo Delivery</em> e como ela trabalha. Rufo e Sangrecco são os dois personagens principais: o primeiro é um ex-boxeador de tamanho descomunal, mas  de inteligência diminuta que está dirigindo para a empresa pela primeira vez. Ele não sabe o que está carregando, pois uma das cláusulas de entrega é não abrir o baú de carga até a chegada no destino.</p>
<p style="text-align: justify;">Sangrecco é um pouco mais sombrio e tem o péssimo hábito de falar durante a viagem, contado sua vida ou aquilo que ele deseja que pensem ser sua vida.  As coisas vão bem até que eles decidem parar em uma parada de caminhões e lá Rufo encontra problemas. Porém quem está lendo encontra mais do que problemas. Uma reviravolta na história prova que as coisas, definitivamente, não são o que parecem. Não vou contar mais para não tirar a graça da leitura.</p>
<p style="text-align: justify;">O único cuidado que se deve ter ao ler <em>Mesmo Delivery</em> é estar com a mente aberta para o novo e para algumas cenas impactantes que a HQ apresenta. Um pouco de violência e closes &#8220;abusados&#8221; podem fazer com que os mais conservadores se sintam meio ofendidos, porém é fato observável que chocar os leitores é uma das principais propostas do desenho.</p>
<p style="text-align: justify;">Numa escala decimal de zero a onze, posso dar nota nove para <em>Mesmo Delivery</em>. Para quem se interessou e quer comprar a HQ, ela está sendo vendida pela<a title="mesmo delivery na saraiva" href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/produto.dll/detalhe?pro_id=2576609&amp;ID=C95618037D80C1E10370B0886" target="_blank"> Saraiva a  R$24,90</a>. Então é isso. Espero compartilhar mais experiências com os leitores do blog e fazer desse mais um local para a divulgação das artes gráficas ligas a literatura.</p>
<p style="text-align: justify;">(Esse artigo é uma colaboração de <strong>Breno</strong>. Você pode conferir outros textos do autor no blog <a title="contos café poesia" href="http://contoscafepoesia.blogspot.com/" target="_blank">Contos Café Poesia</a>.)</p>
<p style="text-align: justify;"><a title="NO FÓRUM" href="http://www.meiapalavra.com.br/showthread.php?tid=1790" target="_blank"><strong>COMENTE ESSE ARTIGO NO FÓRUM MEIA PALAVRA</strong></a></p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fmeiapalavra.mtv.uol.com.br%2F2009%2F01%2F01%2Fmesmo-delivery-rafael-grampa%2F&amp;linkname=Mesmo%20Delivery%2C%20Rafael%20Gramp%C3%A1">Compartilhe esse artigo!</a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2009/01/01/mesmo-delivery-rafael-grampa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
