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	<title>Meia Palavra&#187; Noir</title>
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		<title>Sexta-feira Negra (David Goodis)</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Jan 2011 18:49:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Deschain</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[David Goodis]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Estrangeira]]></category>
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		<category><![CDATA[Noir]]></category>
		<category><![CDATA[Romance Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Sexta-feira Negra]]></category>

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		<description><![CDATA[David Goodis escreveu diversos roteiros para filmes de Hollywood, e Sexta-feira Negra parece não escapar muito dessa influência. O livro se assemelha em grande parte a um roteiro de filme holywoodiano. Se analisarmos dentro dessas perspectivas, pode-se perceber que se trata um livro que lembra romance policial, mas que, ainda parece difícil enquadrar-se nele. Há [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2011/01/Sexta-feira.Negra_.David_.Goodis.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6189" style="border: 0pt none; margin: 5px;" title="Sexta-feira.Negra.David.Goodis" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2011/01/Sexta-feira.Negra_.David_.Goodis.jpg" alt="" width="200" height="327" /></a>David Goodis escreveu diversos roteiros para filmes de Hollywood, e <em>Sexta-feira Negra</em> parece não escapar muito dessa influência. O livro se assemelha em grande parte a um roteiro de filme holywoodiano.</p>
<p style="text-align: justify;">Se analisarmos dentro dessas perspectivas, pode-se perceber que se trata um livro que lembra romance policial, mas que, ainda parece difícil enquadrar-se nele. Há alguma influência do <em>noir</em> também, mas Goodis não está interessado em colocar tiroteios, investigações, grampos, perseguições, mas de explorar a trama a partir do ponto de vista de um desses personagens.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem narra a história é Hart, um fugitivo com um “crime” na ficha. Ele se depara com uma gangue de “profissionais” (vigaristas que matam, roubam e praticam outros atos ilícitos por dinheiro) e é por eles raptado, sendo obrigado a viver no esconderijo desses.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-6185"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Hart se mostra durão, malandro e conhecedor dos cacoetes de golpistas e vigaristas, de modo que, depois de se envolver em uma briga com um dos integrantes da quadrilha e nocauteá-lo, ganha as graças do chefe do bando, Charlye.</p>
<p style="text-align: justify;">O protagonista sobe na hierarquia do grupo e se envolve cada vez mais com as pessoas que vivem no esconderijo, inclusive as mulheres, vendo-se cada vez mais afundado naquela ilegalidade e contravenção. A tensão do livro se coloca no segredo que Hart (que na presença dos vigaristas usa o nome de Al) guarda sobre o seu passado, que cerra a bruma de mistério sobre a história e ameaça inverter completamente sua posição dentro do bando.</p>
<p style="text-align: justify;">Goodis constrói uma história dinâmica, que preza não pela contemplação ou reflexão, mas pela narração, pela trama mesmo. Pesando-se esse intento dentro das circunstâncias do livro, a história é boa, mas peca pela falta de carisma do protagonista. Às vezes ele tem uns arroubos niilistas ou suicidas, que se revezam com alguns dilemas e arrependimentos, mas que não esculpem a personalidade ou as feições psicológicas de Hart.</p>
<p style="text-align: justify;">O leitor fica servido somente com a trama, que se movimenta bem, mas carece de um chamariz ou algum atrativo maior, seja pela ação seja pela reflexão.</p>
<p><strong>Sexta-feira Negra</strong><br />
Tradução: Eduardo Bueno<br />
200 páginas<br />
Preço Sugerido: R$ 14,00</p>
<p style="text-align: center;">Saiba mais sobre essa e outras obras no site da <strong>L&amp;PM Editores</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.lpm-editores.com.br/site/default.asp"><img class="aligncenter size-full wp-image-2400" title="L&amp;PM Editores" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2010/08/lepm.jpg" alt="" width="279" height="129" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2011/01/20/sexta-feira-negra-david-goodis/">COMENTE ESSE ARTIGO NO FÓRUM MEIA PALAVRA</a></p>
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		<title>Das Novelas Policiais aos Filmes Noir &#8211; parte 3</title>
		<link>http://blog.meiapalavra.com.br/2008/04/28/das-novelas-policiais-aos-filmes-noir-parte-3/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Apr 2008 17:32:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felippe Cordeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Noir]]></category>
		<category><![CDATA[Policial]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta derradeira parte do artigo, sobre as novelas policiais até o cinema noir, contarei sobre o cinema contemporâneo que homenageia e é influenciado pelos filmes noir e novelas policiais. Muitas vezes brincando com signos e usando-os como metalinguagem, atualizando estórias e até revisando histórias reais. Uma das () características mais evidentes dos filmes noir é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2010/07/barbeiro1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2705" style="border: 0pt none;margin: 5px" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2010/07/barbeiro1.jpg" alt="" width="315" height="209" /></a>Nesta derradeira parte do artigo, sobre as novelas policiais até o cinema noir, contarei sobre o cinema contemporâneo que homenageia e é influenciado pelos filmes noir e novelas policiais. Muitas vezes brincando com signos e usando-os como metalinguagem, atualizando estórias e até revisando histórias reais.</p>
<p style="text-align: justify">Uma das () características mais evidentes dos filmes noir é sua fotografia cheia de contrastes. Muitos cineastas ainda filmaram histórias semelhantes às tramas dos anos 40 e 50 em fotografia a cores sem os altos contrastes. Tais produções acabaram sendo consideradas mais uma homenagem do que um filme noir, mesmo mantendo as características principais. Dessa maneira, alguns classificam esse cinema, que homenageia os antigos filmes, de neo-noir. Como exemplo podemos citar “Los Angeles: A Cidade Proibida”, que além de voltar e se situar na mesma época dos clássicos, consegue recriar uma trama inteligente e instigante, contando com todos os elementos essenciais de um filme noir. Entretanto, nesse caso citado, não existe contemporaneidade ou inovação em relação à edição e montagem. De mais atual, apenas a fotografia.</p>
<p style="text-align: justify"><span id="more-46"></span></p>
<p style="text-align: justify">No entanto, alguns cineastas, como Brian de Palma, não se prendem aos pré-requisitos do gênero e de seu gênero subseqüente e, então, homenageiam esse tipo de cinema caracterizando suas personagens da mesma maneira que eram nas décadas de 1940 e 1950. O jeito anti-herói acaba por ser uma das características mais homenageadas no cinema hoje em dia. A tensão e o ambiente muitas vezes conseguem ser transportados pelas cores e, com a edição um pouco diferente de antigamente, acaba-se criando uma linguagem que casa o clássico e o contemporâneo, como podemos ver em “Olhos de Serpente” e  “Vestida para Matar”, do diretor Brian de Palma.</p>
<p style="text-align: justify">Destaque maior pode ser conferido ao filme “Os Intocáveis”, que segue pelo subgênero de gângsteres e mantém uma linha narrativa similar ao dos filmes dos anos 40 e 50, sem contar, é claro, com a montagem com roupas da época, cenários e outras partes do setor de artes. Nessa produção ressaltamos a edição outra vez como forma de inovar a narrativa. Ela ocorre de uma maneira não tão frenética, mas com um timing maior de diversas situações acontecendo ao mesmo tempo, como podemos conferir na famosa cena da escadaria (uma homenagem a “O Encouraçado Potemkim” de Eisentein), no qual o policial, interpretado por Kevin Costner, precisa esquivar-se do tiroteio e parar o carrinho de bebê que está descendo a escada. Entretanto, nem tudo são flores para Brian de Palma. Sua investida de 2006, &#8220;Dália Negra&#8221; (baseado no livro de James Elroy, mesmo de &#8220;Los Angeles &#8211; Cidade Proibida&#8221;, que se inspirou em um crime real e não desvendado na década de 1940), não foi bem recebida pelo público e dividiu a crítica, apesar de ser uma trama mais complexa (assim como um livro) e trazer caricaturas muito acentuadas de suas personagens.</p>
<p style="text-align: justify">O retro é o atrativo em obras contemporâneas, presente no figurino e cenários que fazem alusão aos clássicos do gênero. Citando o novo clássico “Pulp Fiction – Tempos de Violência” , de Quentin Tarantino, vemos o aspecto retro e personagens que são anti-heróis carismáticos. Consumidores de drogas, violentos, mas que despertam interesse no público. Apesar do aspecto retro das personagens, não é possível definir uma época dentro do filme, o que o faz perder uma característica que, possivelmente, o classificaria como noir. A edição é outro ganho para a produção, pois a linguagem não-linear acaba mostrando que as pequenas histórias não são isoladas uma das outras, mas requerem atenção do espectador para entendê-la como um todo. Nesse caso, o filme não traz uma trama complicada e cheia de reviravoltas, pois essas são auxiliadas pela maneira como são contadas.</p>
<p style="text-align: justify">Os vencedores do Oscar de 2008 de melhor filme e direção também investiram no neo-noir em 2001, contudo de forma bem mais fiel. Os irmãos Coen se inspiraram em um cartaz de cortes de cabelo dos anos 40 para criar uma trama com crimes, chantagens, pessoas comuns em situações incomuns, transpondo um humor típico de um filme dos Coens. A construção do ambiente não apenas homenageia, mas reflete como as obras eram filmadas nas décadas de 40 e 50, utilizando metalinguagem e criando ironias, como o narrador que se apresenta e logo confessa que não gosta de falar.</p>
<p style="text-align: justify">Os detetives, policiais, bem-feitores, mal-feitores e tramas de mistérios se atualizaram, se modificaram e às vezes buscaram no passado uma nova forma para se renovarem. Hoje em dia eles fazem parte de escritórios particulares ou da perícia. Com tanta evolução, é bem difícil imaginar se eles caçarão zumbis ou investigarão crimes espaciais num futuro distante. Mas com certeza, sem eles, a literatura e o cinema perderiam seu ar de mistério.</p>
<p><a href="http://www.meiapalavra.com.br/showthread.php?tid=1304"><strong>Comente esse artigo no Fórum Meia Palavra</strong></a></p>
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		<title>Das Novelas Policiais aos Filmes Noir &#8211; parte 2</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Apr 2008 18:43:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felippe Cordeiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Continuando o artigo iniciado semana passada, falo sobre os detetives saindo das páginas dos romances policiais, indo parar no cinema e, consequentemente, criando um novo estilo adotado na indústria cinematográfica nos anos 30, os filmes noir. O filme policial surge na França no começo do século XX, mas é nos EUA, a partir da década [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2010/07/bogart2.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2703" style="border: 0pt none;margin: 5px" src="http://blog.meiapalavra.com.br/files/2010/07/bogart2.jpg" alt="" width="324" height="465" /></a>Continuando o <a href="http://www.meiapalavra.com.br/wordpress/2008/04/18/das-novelas-policiais-aos-filmes-noir-parte-1/">artigo</a> iniciado semana passada, falo sobre os detetives saindo das páginas dos romances policiais, indo parar no cinema e, consequentemente, criando um novo estilo adotado na indústria cinematográfica nos anos 30, os filmes noir.</p>
<p style="text-align: justify">O filme policial surge na França no começo do século XX, mas é nos EUA, a partir da década de 1930, que o gênero se firma. Cenários sombrios e escuros, neblinas, cenas de violência envolvendo crimes, criminosos, detetives particulares, policiais, belas mulheres, aristocratas, gângsteres e ladrões. Filmes noir (escuro em francês), foi um nome dado pelos críticos franceses, o primeiro deles foi Frank Nino em 1946, quando notaram uma tendência no uso mais escuro no jeito e nos temas no filmes americanos lançados na França durante a guerra.</p>
<p style="text-align: justify">Os primeiros filmes abordavam a luta da policia contra quadrilhas de Chicago, ocorrida nos tempos da lei seca. &#8220;Scarface&#8221; fazia uma alusão ao chefão da vida real Al Capone (como muitas histórias, a vida real viria a inspirar novos filmes). James Cagney se tornaria célebre interpretando gângsteres violentos<span id="more-42"></span> e loucos em filmes como “Inimigo Público”, “Fúria Sanguinária” e “Anjos de Cara Suja”. O maior astro desse estilo de filme foi Humphrey Bogart, interpretando detetives particulares adaptado das novelas policiais de sucesso, “O Falcão Maltês &#8211; Relíquia Macabra” e “A Beira do Abismo”.</p>
<p style="text-align: justify">Seguindo por ambientes claustrofóbicos da cidade grande, retratando o lado ruim e não glamuroso, como era mostrado por outras produções, nesse cinema a fotografia em preto-e-branco era um atrativo à parte, mexendo com contrastes e criando uma atmosfera fria e obscura para o espectador se sentir de fato sufocado e atordoado.</p>
<p style="text-align: justify">Nos filmes noir as tramas tornam-se mais complexas, ligando-se a detalhes e mais detalhes que podem ou não influir no desfecho da história. Para começar deveríamos nos perguntar em quem poderíamos confiar, já que o chamado mocinho não existia mais, dando lugar a pessoas cujos interesses pessoais vêm em primeiro lugar. Pessoas más, corruptas e gângsteres eram as personagens principais e suas formas subversivas de conseguirem o que queriam foi o que tornou esse gênero obscuro.</p>
<p style="text-align: justify">Um gênio importante que gostava do noir era Orson Welles. Em “A Dama de Xangai” tingiu de loiro o cabelo de sua esposa, Rita Hayworth, transformando-a em uma loira fatal. Em “O Falcão Maltês &#8211; Relíquia Macabra”, de John Huston, temos a introdução de vários personagens típicos de um filme noir: a loira fatal e misteriosa, o pistoleiro sanguinário e o chefão de alguma organização. É característica também a narração do protagonista, o que não quer dizer que ele termine a história vivo.</p>
<p style="text-align: justify">Grandes reviravoltas na trama tornaram-se o grande desafio para manter o espectador atento. Esse é o diferencial dos filmes noir, cujas histórias e personagens eram ainda os focos principais, o que exigia uma construção elaborada para poderem fazer com que o público se apegasse aos seus casos e à trama. Quando nem tudo é o que parece e quando muito do que suspeitávamos não completava um terço do quebra cabeça, ficávamos interessados em saber como o nosso detetive iria resolver aquilo.</p>
<p style="text-align: justify">O uso da violência nos filmes noir era o que tornava os anti-heróis grandes atrativos de suas tramas. Esse tipo de violência foi evoluindo durante os anos deixando espaço não só para ela própria, mas também para as cenas de ação com perseguições de carro, tiros, explosões e qualquer outro artifício que pudesse dar mais ênfase em tais cenas. Equilibrar seqüências de ação e história é uma tarefa muito difícil, sobretudo no quadro cinematográfico atual, no qual podemos dizer que as cenas de ações que enchem os olhos e nos deixam boquiabertos as vezes não tem razão para existir ou não fazem parte do contexto como um todo.</p>
<p style="text-align: justify">Nos anos 60 e 70, os filmes passaram a se tornar mais violentos, incluindo o envolvimento dos policiais nos casos que investigam, seguindo o modelo de “Bullit”, de Steve McQueen, e as duas partes de “Operação França”, com Gene Hackman. Nesses filmes destacam-se as cenas de perseguição envolvendo carros. Outro exemplo é “Chinatown”, com Jack Nicholson e dirigido por Roman Polanski, conta uma trama cujo protagonista é um típico detetive dos anos 40 e 50 que se envolve com uma loira fatal (considerado uma homenagem ao noir por ser colorido, tirando os grandes contrastes e apenas se situando nas tramas).</p>
<p style="text-align: justify">Nos anos 70 os filmes passam a abordar freqüentemente as atividades da máfia como o sucesso do diretor Francis Ford Coppola, realizado em duas partes (a terceira parte apenas nos anos 90), “O Poderoso Chefão”, estrelando Al Pacino e Robert de Niro, que se tornaram ícones do gênero policial. Pacino fez dois filmes baseados em histórias policiais reais: “Um Dia de Cão” e “Sérpico”. De Niro interpretaria Al Capone no filme de Brian de Palma, “Os Intocáveis”.</p>
<p style="text-align: justify">Na próxima semana: <em>Homenagem ao noir no cinema atual</em></p>
<p><a href="http://www.meiapalavra.com.br/showthread.php?tid=1302"><strong>Comente esse artigo no Fórum Meia Palavra.</strong></a></p>
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