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	<title>Meia Palavra &#187; Machado de Assis</title>
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	<description>O prazer de uma palavra e meia em Meia Palavra.</description>
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		<title>Meia Palavra explica: Dom Casmurro</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 18:45:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Colaborador Meia Palavra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Meia Palavra Explica]]></category>
		<category><![CDATA[Dom Casmurro]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Machado de Assis]]></category>

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		<description><![CDATA[Dom Casmurro é um romance do escritor brasileiro Joaquim Maria Machado de Assis. Foi publicado em 1899, e é um dos livros da literatura brasileira mais traduzidos para outros idiomas. A história se passa no Rio de Janeiro do Segundo Império, e conta a trajetória de Bentinho e Capitu. É um romance psicológico, narrado em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2009/10/capa-do-livro-dom-casmurro.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1627" style="border: 0pt none; margin: 5px;" title="capa do livro dom casmurro" src="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2009/10/capa-do-livro-dom-casmurro-194x300.jpg" alt="capa do livro dom casmurro" width="194" height="300" /></a>Dom Casmurro</em> é um romance do escritor brasileiro Joaquim Maria Machado de Assis. Foi publicado em 1899, e é um dos livros da literatura brasileira mais traduzidos para outros idiomas. A história se passa no Rio de Janeiro do Segundo Império, e conta a trajetória de Bentinho e Capitu. É um romance psicológico, narrado em primeira pessoa por Bentinho, o que permite manter questões sem elucidação até o final, já que a história conta apenas com a perspectiva subjetiva dele.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas palavras de Alfredo Bosi em A História Concisa da Literatura Brasileira:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Na verdade, um romance de Machado de Assis não se deve resumir: e como fazê-lo se o que neles importa não é o fato em si, mas a constelação de intenções e ressonâncias que o envolve?</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Portanto trazemos para vocês não um resumo, mas opiniões sobre essa que é uma das obras mais conhecidas de Machado de Assis na terceira edição do Meia Palavra Explica.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1585"></span><a title="Liv" href="http://blog.meiapalavra.com.br/author/carol/" target="_blank">Liv</a>: Amado, odiado, comentado… dá pra colocar n coisas para descrever um dos principais livros do Machado de Assis. A história? Impossível alguém não conhecer. Bentinho que amava Capitu que amava (?) Escobar. A graça desse livro é que ele é uma interrogação. Eu já li, milhões já leram e ninguém resolve o mistério que está nas suas linhas. Só pode ser coisa de gênio, concorda?</p>
<p style="text-align: justify;"><a title="luciano" href="http://blog.meiapalavra.com.br/author/luciano/" target="_blank">Luciano R.M.</a>: Alguns diriam que é um livro sobre uma estória de amor um tanto confusa e com um desfecho trágico. Eu gosto de pensar de outro modo: é um conto de desconfiança sem um desfecho. Mas isso não o faz menos, ao contrário: a falta de uma resposta e a acidez de cada página são seu grande trunfo.</p>
<p style="text-align: justify;"><a title="kika" href="http://blog.meiapalavra.com.br/author/kika/" target="_blank">Kika</a>: Uma história de amor, uma história de ciúmes. Um belo retrato do monstro de uma imaginação fértil, alimentada pela desconfiança. Machado de Assis consegue como poucos desfiar a linha de pensamento daqueles que se deixam levar pela inveja e a insegurança. Sabe aquilo tudo que passa na sua cabeça quando seu namorado se atrasa? Pense nisso ao ler…Se Capitu foi fiel, cabe ao leitor decidir…</p>
<p style="text-align: justify;"><a title="Anica" href="http://blog.meiapalavra.com.br/author/admin/" target="_blank">Anica</a>: O problema é focarem no mistério Capitu. Sim, o livro é genial justamente por lançar um mistério que jamais terá uma resposta (<a title="capitu??" href="http://www.anica.com.br/2006/04/05/teste-de-conhecimentos-literarios/" target="_blank">embora biograficamente tenhamos algumas pistas</a> que indicam que ela traiu, sim). Mas ele não é SÓ isso. A ironia rica de Machado oferece alguns momentos únicos da literatura brasileira. Eu tenho certeza que todo escritor gostaria de ter algumas dessas tiradas do Machado em seus livros. E se você é um daqueles casos de trauma pós-leitura obrigatória, dê uma segunda chance para a história do Bentinho.</p>
<p style="text-align: justify;"><a title="pips" href="http://blog.meiapalavra.com.br/author/pips/" target="_blank">Pips</a>: Irônico? Sim, Dom Casmurro carrega ironia em todas as suas linhas. Carrega momentos de dominação também, cada personagem é dominado por outra e, no caso de Bentinho, por si mesmo. O que torna a obra não apenas um exemplar do realismo (análise sobre a sociedade burguesa do século XIX), mas também flerta com o existencialismo (as dúvidas, os pensamentos, os medosm as lutas e angústias) através da metalinguagem com a qual é apresentada a narração. Essas dúvidas criam um Bentinho ímpar, com diversos sentimentos e ao mesmo tempo frio, esse combate reflete em sua relação com Capitu e com seu próprio filho. E o que dizer de Capitu, uma adúltera ou um mistério insolúvel?</p>
<p style="text-align: justify;"><a title="amelie" href="http://blog.meiapalavra.com.br/author/amelie/" target="_blank">Amélie</a>: É o típico livro que você lê porque uma professora da escola te obrigou, e que naquela idade, era difícil compreender alguns sentimentos transcritos… Na minha opinião, o fato consumado – ou não – da Capitu, é o que menos interessa na obra, e sim uma viagem pela mente insegura e neurótica do Bentinho. Não afirmo com todas as letras que Ezequiel não seja filho de Escobar, mas o que atrai no livro é a discussão, a dominação psicológica… E com tanta subjetividade, como é possível tirar uma verdade? Detalhes que foram levados com Machado de Assis para lá das memórias póstumas do mestre… Ao atar as duas pontas da vida, Bentinho vive um drama digno de histórias da realidade virtual… ou seria um apenas um déjavu?</p>
<p style="text-align: justify;"><a title="Ariane" href="http://blog.meiapalavra.com.br/author/ariane/" target="_blank">Ariane</a>: Dom Casmurro é a história de um homem neurótico ou de um marido traído? Essa é provavelmente uma das perguntas mais repetidas em uma roda de Literatura. O romance de Machado de Assis é um mar revolto de questões não respondidas, de especulações e as quase-certezas de Bentinho, que fazem com que leitores leiam e releiam a obra em busca de outras visões, tentando encontrar, nas palavras confusas do narrador-personagem, a resposta que tanto buscam. Se Capitu foi infiel ou não, nós jamais saberemos. Mas fica a certeza que a genialidade de Machado em criar uma história tão comum e tão fascinante ainda fará com que muitas gerações se perguntem: “E aí, Capitu traiu ou não traiu Bentinho?”</p>
<p style="text-align: justify;"><a title="COMENTE" href="http://www.meiapalavra.com.br/showthread.php?tid=4167" target="_blank">COMENTE ESSE ARTIGO NO FÓRUM MEIA PALAVRA</a></p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fmeiapalavra.mtv.uol.com.br%2F2009%2F10%2F24%2Fmeia-palavra-explica-dom-casmurro%2F&amp;linkname=Meia%20Palavra%20explica%3A%20Dom%20Casmurro">Compartilhe esse artigo!</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Sobre Capitu</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Apr 2009 11:39:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<category><![CDATA[Literatura Brasileira]]></category>
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		<category><![CDATA[Personagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo Fábio Lucas, na introdução do livro Dom Casmurro lançado pela Editora Ática1, “sob a forma de um memorial de acusação, temos que considerar o relatório como força re-construtiva do protagonista e fixadora da imagem dos demais figurantes”.
É ao narrar sua história que Bentinho, ao invés de justificar sua vida através de acusações contra Capitu, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2009/04/1234410336_3184498993_1be32004ce.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-853" style="border: 0pt none; margin: 5px;" title="1234410336_3184498993_1be32004ce" src="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2009/04/1234410336_3184498993_1be32004ce-300x168.jpg" alt="1234410336_3184498993_1be32004ce" width="300" height="168" /></a>Segundo Fábio Lucas, na introdução do livro Dom Casmurro lançado pela Editora Ática<sup>1</sup>, “<em>sob a forma de um memorial de acusação, temos que considerar o relatório como força re-construtiva do protagonista e fixadora da imagem dos demais figurantes</em>”.</p>
<p style="text-align: justify;">É ao narrar sua história que Bentinho, ao invés de justificar sua vida através de acusações contra Capitu, acaba por gerar a dúvida sobre se ela seria de fato culpada. Mais do que isso, ao evidenciar a tendência que Capitu tinha de dissimular, acaba criando em torno dela uma aura mística, um mistério que só é menor ao da sua traição.<span id="more-852"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Indo ainda além, como a história é contada sob a perspectiva do apaixonado (porém ciumento) Bentinho, não é de se admirar que, ao mesmo tempo em que ele a acusa de dissimulação, também a coloca ao patamar de heroína. Esses podem ser considerados alguns dos elementos que fizeram desta personagem secundária, Capitu, uma das mais importantes da literatura brasileira.</p>
<p style="text-align: justify;">Na realidade, Capitu passa de uma personagem secundária para uma personagem principal, uma vez que todo o drama narrado por Bentinho gira em torno dela. E, para Bentinho, para “<em>atar as duas pontas da vida</em>” é explicar como se tornara um “Dom Casmurro”, o que torna fundamental incluir Capitu em sua história. Mas Capitu é a acusada, e por isso, é uma tendência de Bentinho contar como desde o momento que conhecera Capitu, ainda na infância, esta sempre se mostrara ter tendência à falsidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Como quer se justificar, Bentinho dá ênfase a todas as atitudes que Capitu toma, para delinear sua personalidade para os leitores, tornando o temperamento dela como condicionante fundamental da obra. Como mero observador, Bentinho descreve as ações e o físico de Capitu, e não o que ela sente de fato.</p>
<p style="text-align: justify;">É assim que surgem os famosos olhos de ressaca, que em si carregam toda a essência da traição, inclusive quando alega <em>“… cheiram ao mar e à maré que deram morte ao meu amigo e comborço Escobar. Cheiram também aos olhos de ressaca de Capitu</em>”.(D.C., CAP.CXXXII).</p>
<p style="text-align: justify;">Concluindo, é justamente a paixão com quem descreve Capitu, aqui também se levando em conta todo os ciúmes que causaram as acusações contra a mesma, é o que fez da personagem a figura principal de toda a trama. Ela não é perfeita como uma heroína romântica, mas foi quem conduziu a vida de Bentinho por um longo período de sua vida, que fez dele, direta ou indiretamente, se tornar o “Dom Casmurro”.</p>
<p style="text-align: justify;">É ela, a figura misteriosa e dissimulada, que poderia revelar a verdade. E justamente por residir nela todo o mistério da obra, que Bentinho sem intenção, cede a ela o posto de personagem principal da história.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mais sobre o assunto</strong>:</p>
<p style="text-align: justify;"><a title="quem é capitu?" href="http://blog.meiapalavra.com.br/2008/08/19/quem-e-capitu/" target="_blank">Quem é Capitu?</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a title="mil casmurros" href="http://www.milcasmurros.com.br/" target="_blank">Mil Casmurros &#8211; A leitura coletiva de Machado de Assis</a></p>
<p style="text-align: justify;">***</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a title="comente" href="http://www.meiapalavra.com.br/showthread.php?tid=2845" target="_blank">COMENTE ESSE ARTIGO NO FÓRUM MEIA PALAVRA</a></strong></p>
<ol class="footnotes"><li id="footnote_0_852" class="footnote">ASSIS, Machado de. <em>Dom Casmurro</em> São Paulo: Editora Ática, 2000.</li></ol><p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fmeiapalavra.mtv.uol.com.br%2F2009%2F04%2F30%2Fsobre-capitu%2F&amp;linkname=Sobre%20Capitu">Compartilhe esse artigo!</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Quem é Capitu?</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 21:41:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<description><![CDATA[Eu sei que ao mesmo tempo que diversas pessoas babam por essa personagem, as vezes até querendo atribuir mais mistérios do que aqueles que Machado já deixou, existe lá também uma infinidade de pessoas que tremem só de lembrar que Capitu é personagem de Dom Casmurro (também conhecido como &#8220;aquele livro chato que fui obrigado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2008/08/46c3d1ff-8db1-4a6a-af79-dd35afe65aa4.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2902" style="border: 0pt none; margin: 5px;" title="46c3d1ff-8db1-4a6a-af79-dd35afe65aa4" src="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2008/08/46c3d1ff-8db1-4a6a-af79-dd35afe65aa4.jpg" alt="" width="135" height="196" /></a>Eu sei que ao mesmo tempo que diversas pessoas babam por essa personagem, as vezes até querendo atribuir mais mistérios do que aqueles que Machado já deixou, existe lá também uma infinidade de pessoas que tremem só de lembrar que Capitu é personagem de <em>Dom Casmurro</em> (também conhecido como &#8220;aquele livro chato que fui obrigado a ler&#8221;). Eu, apesar de &#8220;obrigada&#8221; a ler <em>Dom Casmurro</em>, confesso que estou no primeiro time.</p>
<p style="text-align: justify;">Não que eu tenha uma adoração tremenda pela personagem. Admiro, sim, é a capacidade do Machado de ter incluído em nosso imaginário essa figura que é, por si só, uma interrogação. E acredito que justamente por isso o <em>Quem é Capitu?</em>, recém-lançado pela editora Nova Fronteira, é tão especial: ao invés de focar no mistério básico da traição ou não, ele vai além e mostra faces e faces não só de Capitolina, mas da obra <em>Dom Casmurro</em> em si.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-135"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A coleção de contos, crônicas e ensaios organizada por Alberto Schprejer conta com uma constelação de nomes, incluindo aí até Fernanda Montenegro, e outros &#8220;velhos conhecidos&#8221; do público como Lya Luft e Luis Fernando Veríssimo. São diversos autores, que vão desenhando a obra de Machado e levantando questões interessantíssimas que muitas vezes o leitor de primeira viagem podem deixar passar batidas.</p>
<p style="text-align: justify;">O ponto alto do livro é o conto &#8220;O caso da senhora Santiago&#8221;, de Gustavo Bernardo. A idéia é simplesmente genial: a história toda é só a fala de uma personagem, e o leitor aos poucos passa a entender que a inerlocutora é a Capitu. O desfecho é tão nonsense e divertido que me fez lembrar até o humor dos Python. Verdade seja dita, o livro já valeria só por esse conto.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas tem muito mais. E, como disse anteriormente, a obra vai além de especular se Capitu traiu Bentinho, e justamente por isso levanta possibilidades infinitas de leitura. Sim, traiu. Não, não traiu. Sim, mas quem traiu mesmo foi o Escobar. Não, porque na verdade o Bento era gay (etc.). São diversas vozes, e no final das contas todas elas mostrando as mais variadas cores que a obra de Machado de Assis possui.</p>
<p style="text-align: justify;">Justamente por isso é um livro para agradar aos dois lados: sejam os babões da Capitu, sejam os traumatizados do vestiba. Mesmo porque se o professor em sala de aula não foi capaz de responder a razão pela qual <em>Dom Casmurro</em> <span style="text-decoration: underline;">deve</span> ser lido, <em>Quem é Capitu?</em> não só dá conta da tarefa de explicar, como também de deixar claro os motivos que fazem da leitura da obra de Machado um <span style="text-decoration: underline;">prazer</span>. E eu fico aqui, tentando lembrar onde larguei meu Casmurro porque definitivamente preciso ler novamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Para quem quiser mais sobre o lançamento da Nova Fronteira, já está no ar <a title="quem é capitu?" href="http://www.novafronteira.com.br/capitu/default.asp" target="_blank">um site especial sobre o livro</a>. Tem leitura complementar, trecho do livro e outras coisitas mais. E antes que eu me esqueça: genial a idéia da capa de Marcelo Martinez.</p>
<p><a href="http://www.meiapalavra.com.br/showthread.php?tid=1336"><strong>Comente esse post no Fórum Meia Palavra</strong></a></p>
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