Se você perdeu as duas partes anteriores, pode encontrá-las aqui e aqui. O conto que sucede O Resíduo de Felicidade é O Conciliador. Novamente é um casal que protagoniza a história, e vive, a exemplo dos outros casais de Fitzgerald, crises conjugais que acabam por desembocar em choro e, ocasionalmente, ranger de dentes. Charles Hemple [...]
Seis Contos da Era do Jazz e outras histórias (F. Scott Fitzgerald) – Parte II
Você pode conferir a primeira parte dessa resenha aqui. O conto seguinte da famosa coletânea é O Tarquínio de Cheapside. É um conto enigmático, que mais deixa dúvidas no ar do que propriamente possui uma trama elucidativa. A história se detém no ambiente da casa de Wessel, que recebe um homem fugitivo, a quem acolhe [...]
O grande Gatsby (F. Scott Fitzgerald)

Nos últimos meses, a tal Era do Jazz parece ter voltado a ser interesse de editores e leitores. Um filme de Woody Allen que trouxe um ambiente mágico com grandes figuras dos anos 1920 se divertindo por Paris – filme que, aliás, fez os livros desses escritores esgotarem nas livrarias –, e o anúncio de [...]
Paris é uma Festa (Ernest Hemingway)
Em O Apanhador no Campo de Centeio, Holden Caufield apresenta um critério bastante interessante para se “julgar” um autor: ele diz que os “autores bons” são aqueles para os quais você deseja ligar para bater um papo depois de ter terminado de ler seu livro. Posso dizer duas coisas depois de ter lido Paris é [...]
Os Belos e os Malditos (F. Scott Fitzgerald)

Francis Scott Fitzgerald é o nome mais conhecido da literatura norte-americana dos “loucos anos 20”. Gertrude Stein, a responsável por cunhar a expressão “geração perdida” para designar essa geração de escritores encantados pela vida boêmia, descrentes em relação ao que sobrara da civilização ocidental do pós-Primeira Guerra Mundial e preocupados com a estreiteza cultural da [...]
















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