O Morro dos Ventos Uivantes (Emily Brontë)

Publicado por Anica em novembro - 4 - 2009

wutheringheightsEu sei que insisto bastante nisso, mas acho que ao menos no que diz respeito aos clássicos não tem livro ruim, é o leitor que não está no momento certo de ler. Veja o caso de O Morro dos Ventos Uivantes (Wuthering Heights), de Emily Brontë. Quando eu li, tinha lá uns quatorze ou quinze anos, tinha em mãos uma edição “resumida” da série Reencontro da editora Scipione. Estava na praia, o tempo estava ruim então o livro era só o que me restava. Resumo da ópera: achei bem sem graça.

Aí resolvi aproveitar alguns clássicos da Penguin (que firmou acordo com a Companhia das Letras recentemente) e reler o livro. Eu não vou dizer que está entre aqueles que mais amei em toda minha vida, nem que sejam daqueles que mudaram meu mundo, mas foi uma ótima experiência. E tem um valor literário gigante, se for pensar a época na qual foi escrito (final do século XIX) por quem foi escrito (uma mulher) e como retrata o amor entre duas pessoas.

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O Morro dos Ventos Uivantes – Emily Brontë

Publicado por Liv em janeiro - 30 - 2009

“Catherine, praza a Deus que não tenha descanso enquanto eu 31074_74viver! Disseste que eu te matei… pois persegue-me agora com o teu fantasma!… Sei que a vítima persegue o seu assasino. E sei que andam almas penadas pela terra. Fica comigo para sempre… toma qualquer forma… enlouquece-me! Mas não me deixes neste abismo onde não te possa encontrar! Oh, Senhor! É inexprimível! Não posso viver sem a minha vida! Não posso viver sem a minha alma!”

Heathcliff para Catherine.

“Se tudo perecesse, mas ele ficasse, eu continuaria a existir. E, se tudo permanecesse e ele fosse aniquilado, o mundo inteiro se tornaria para mim uma coisa totalmente estranha. (…) Nelly, eu sou Heathcliff!”

Catherine sobre Heathcliff.
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Biografia: Irmãs Brontë parte I – Emily Brontë

Publicado por Colaborador Meia Palavra em janeiro - 25 - 2009

Emily Brontë

“What have those lonely mountains worth revealing?
More Glory and more grief than I can tell:
The earth that wakes one human heart feeling
Can center both the worlds of Heaven and Hell.”
Stanzas – Emily Brontë

Emily Brontë nasceu em 30 de Julho de 1818 em Bradford, Yorkshire, Inglaterra. Filha de Maria Branwell e de um clérigo Irlandês chamado Patrick Bronte, ela era a quinta de seis irmãos: Maria, Elizabeth, Charlotte, Branwell e a irmã mais nova Anne.

As filhas, com exceção da mais nova, foram enviadas para Clergy Daughter’s School depois da morte de sua mãe. As condições precárias da escola foram propícias para a evolução da doença (tuberculose) que matou duas de suas irmãs, Maria e Elizabeth. Charlotte e Emily voltaram para casa, juntando-se ao pai, ao irmão e à irmã mais nova, Anne. Como forma de se entreterem, os irmãos passavam seu tempo lendo autores como Shakespeare e criando mundos fantásticos.

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O Meia Palavra nasceu ao contrário: surgiu como um fórum, um espaço novo para discutir literatura entre amigos, e do fórum saiu a idéia de montar um blog para todas as pessoas que se interessam por literatura sem preconceitos e sempre de bom humor. O blog tem áreas também sobre música, cinema e quadrinhos, e o que mais for arte e interessante, e está aberto a colaborações. As atualizações regulares fazem com que sempre tenha alguma coisa nova, portanto, não deixe de conferir! A Equipe dá boas vindas e manda sentirem-se a vontade, mas avisa que quem quiser água vai ter que buscar lá na geladeira.

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