<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Meia Palavra &#187; Adaptação</title>
	<atom:link href="http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/tag/adaptacao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br</link>
	<description>O prazer de uma palavra e meia em Meia Palavra.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 29 Jul 2010 10:04:35 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Comunicação a uma academia</title>
		<link>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2010/06/03/comunicacao-a-uma-academia/</link>
		<comments>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2010/06/03/comunicacao-a-uma-academia/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Jun 2010 11:01:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano R. M.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Adaptação]]></category>
		<category><![CDATA[Club Noir]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação a uma academia]]></category>
		<category><![CDATA[Juliana Galdino]]></category>
		<category><![CDATA[Kafka]]></category>
		<category><![CDATA[Roberto Alvim]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/?p=2486</guid>
		<description><![CDATA[Um macaco é ferido por caçadores e levado prisioneiro: provavelmente acabaria em um zoológico. No caminho, porém, é submetido a tantos sofrimentos e a estranheza é tanta que Pedro Rubro- este é o nome do simiesco protagonista- toma uma decisão drástica, a de tornar-se um ser humano. Assim, então, Pedro aprende a beber, a fumar, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2010/06/comunicacao_a_uma_academia_3_edson_kumasaka.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-2487" style="margin: 5px;" title="comunicacao_a_uma_academia_3_edson_kumasaka" src="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2010/06/comunicacao_a_uma_academia_3_edson_kumasaka-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Um macaco é ferido por caçadores e levado prisioneiro: provavelmente acabaria em um zoológico. No caminho, porém, é submetido a tantos sofrimentos e a estranheza é tanta que Pedro Rubro- este é o nome do simiesco protagonista- toma uma decisão drástica, a de tornar-se um ser humano. Assim, então, Pedro aprende a beber, a fumar, a falar e a pegar em armas.</p>
<p style="text-align: justify;">E é com o ex-macaco contando isso para os estudiosos de uma universidade que se constitui o conto de Kafka, um conto sobre a inadequação e sobre adaptação- que nunca é plena, que nunca deixa de ser mutilante. E é a partir desse conto do escritor Checo que a companhia <em>Club Noir</em> montou a peça homônima ao conto.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-2486"></span><em>A </em><em>Club Noir </em> foi fundada em 2006 pelo diretor e dramaturgo Roberto Alvim e pela atriz Juliana Galdino, com o objetivo de encenar exclusivamente autores contemporâneos. Essa adaptação kafkiana, porém, destoa de seu objetivo inicial, o que é justificado pela atemporalidade e eminência dramática do texto.</p>
<p style="text-align: justify;">A adaptação é um monólogo em que Juliana Galdino interpreta Pedro, de modo brilhante- não é a toa que lhe valeu uma indicação ao prêmio Shell de melhor atriz. Somando-se à sua impostura vocal e linguagem corporal excelentes, a maquiagem é impressionante e a iluminação apóio tudo isso de maneira fenomenal.</p>
<p style="text-align: justify;">Existe um outro personagem, um guarda, interpretado por José Geraldo Jr., que poderia passar apenas como elenco de apoio, pois não tem falas, nem grandes ações, quase que um detalhe cênico- mas que está lá de modo propositado: Rubro está separado do público por uma faixa e, com o guarda presente, não deixa que os acadêmicos (no caso, o público) esqueça que por melhor que seja sua adaptação ele nunca será um humano verdadeiro, nunca será um de nós.</p>
<p style="text-align: justify;">Captando a essência do conto de Kafka de um modo esteticamente  adequando, o <em>Club Noir </em>mostrou o porque de ser tão elogiado e indicado a tantos prêmios. Sem sombra de dúvida, uma das mais expressivas forças do teatro brasileiro nesse começo de século.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.meiapalavra.com.br/showthread.php?tid=4811">DISCUTA O POST NO FÓRUM DO MEIA PALAVRA</a></p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fmeiapalavra.mtv.uol.com.br%2F2010%2F06%2F03%2Fcomunicacao-a-uma-academia%2F&amp;linkname=Comunica%C3%A7%C3%A3o%20a%20uma%20academia">Compartilhe esse artigo!</a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2010/06/03/comunicacao-a-uma-academia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O beijo no meio da noite</title>
		<link>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2010/02/07/o-beijo-no-meio-da-noite/</link>
		<comments>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2010/02/07/o-beijo-no-meio-da-noite/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 01:08:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano R. M.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Adaptação]]></category>
		<category><![CDATA[Curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[Grand Guignol]]></category>
		<category><![CDATA[Horror]]></category>
		<category><![CDATA[Leandro Daniel Colombo]]></category>
		<category><![CDATA[Marco Novack]]></category>
		<category><![CDATA[Maurice Level]]></category>
		<category><![CDATA[Michelle Pucci]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Biscaia Filho]]></category>
		<category><![CDATA[Rafaella Marques]]></category>
		<category><![CDATA[Vigor Mortis]]></category>
		<category><![CDATA[Wagner Corrêa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.meiapalavra.com.br/?p=1762</guid>
		<description><![CDATA[Jeanne e Henri eram noivos. Ele porém decide deixá-la e ela, completamente transtornada, faz o impensável: derruba ácido sobre os olhos e a face de seu amado- para que ele nunca a abandone. Ele sobrevive terrivelmente deformado e angustiado, entregue à misantropia, enquanto espera que ela lhe faça uma visita para um último beijo.
Esse é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-medium wp-image-1775" style="margin: 5px;" title="img_4566-filtered" src="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2010/02/img_4566-filtered-300x199.jpg" alt="img_4566-filtered" width="300" height="199" />Jeanne e Henri eram noivos. Ele porém decide deixá-la e ela, completamente transtornada, faz o impensável: derruba ácido sobre os olhos e a face de seu amado- para que ele nunca a abandone. Ele sobrevive terrivelmente deformado e angustiado, entregue à misantropia, enquanto espera que ela lhe faça uma visita para um último beijo.</p>
<p>Esse é o enredo do conto ‘O beijo no meio da noite’, de Maurice Level. Em 1903 o texto foi adaptado para o teatro e encenado no famigerado Grand Guignol- o teatro de horror de Paris, ativo de 1897 até 1963. Agora foi readaptado pela companhia teatral curitibana Vigor Mortis.<span id="more-1762"></span></p>
<p>A Vigor Mortis, criada em 1997, já é conhecida por seu teatro de horror e violência, especialmente graças à ‘Morgue Story: Sangue, Baiacu e Quadrinhos’ e ‘Graphic’, que receberam o prêmio Gralha Azul em 2004 e 2006, respectivamente. Morgue Story, inclusive, transformou-se em filme.</p>
<p>“O Beijo no Meio da Noite”, porém, não é uma peça. É a primeira parte do experimento a que deu-se o nome de ‘Peep Show’, pois o público ‘espia’ o resultado dos estudos que o grupo vem fazendo como parte do projeto “Ator Prestidigitador: o intérprete do Grand Guignol”, vencedor do Prêmio Myriam Muniz da Funarte. O projeto, colocado de modo simples, consiste em pesquisas e aulas com dubles e mágicos, para que efeitos e coreografias tornem a violência e horror o mais verossímeis possível.</p>
<p>E, pareceu-me, o resultado foi satisfatório: abandonando o uso dos projetores, presentes em todas as outras montagens que eu vi do grupo, e buscando criar um clima de começo de século XX, o horror existencial de Level foi bem representado, com luz de velas, figurinos adequados e uma trilha sonora bem encaixada; e os estrangulamentos, socos, tapas e queimaduras pareceram convincentes o suficiente, sem que se pudesse descobrir como exatamente os atores fizeram essas coisas.</p>
<p>Sendo um experimento, ao fim foi pedido um feedback ao público: elenco e diretor sentaram-se para conversar e perguntar sobre o que tinhamos visto- para que possam trocar o que não deu certo e manter ou quiçá melhorar o que já funcionou- coisa a ser conferida nos próximos dois Peep Shows (o próximo adaptado de um conto de Poe).</p>
<p><strong> O beijo no meio da noite<br />
</strong> Elenco: Wagner Corrêa (Henri), Michelle Pucci (Jeanne), Leandro Daniel Colombo (Padre Gusteau), Marco Novack (Médico)<br />
Adaptado livremente da obra de Maurice Level por Paulo Biscaia Filho com colaboração de Rafaella Marques.<br />
Direção: Paulo Biscaia Filho<br />
<a href="http://www.vigormortis.com.br">http://www.vigormortis.com.br</a></p>
<p><a href="http://www.meiapalavra.com.br/showthread.php?tid=4217">DISCUTA O POST NO FORUM DO MEIA PALAVRA</a></p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fmeiapalavra.mtv.uol.com.br%2F2010%2F02%2F07%2Fo-beijo-no-meio-da-noite%2F&amp;linkname=O%20beijo%20no%20meio%20da%20noite">Compartilhe esse artigo!</a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2010/02/07/o-beijo-no-meio-da-noite/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Soldados de Salamina</title>
		<link>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2009/08/11/soldados-de-salamina/</link>
		<comments>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2009/08/11/soldados-de-salamina/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 12:12:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano R. M.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biografia]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Adaptação]]></category>
		<category><![CDATA[David Trueba]]></category>
		<category><![CDATA[Javier Cercas]]></category>
		<category><![CDATA[Soldados de Salamina]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.meiapalavra.com.br/?p=1293</guid>
		<description><![CDATA[Há alguns meses eu li o &#8216;Soldados de Salamina&#8217;, de Javier Cercas. Eu já havia lido um livro dele, &#8216;O Motivo&#8217;, e o &#8216;Soldados&#8217; me pareceu imensamente superior. Não só mais bem construído e escrito, mas com uma história um tanto quanto mais interessante: ele contava sobre a história de Rafael Sanchas Maza, poeta e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-1295" style="border: 0pt none; margin: 5px;" title="Soldados de Salamina" src="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2009/08/salamina-2.jpg" alt="Soldados de Salamina" width="330" height="220" />Há alguns meses eu li o &#8216;Soldados de Salamina&#8217;, de Javier Cercas. Eu já havia lido um livro dele, &#8216;O Motivo&#8217;, e o &#8216;Soldados&#8217; me pareceu imensamente superior. Não só mais bem construído e escrito, mas com uma história um tanto quanto mais interessante: ele contava sobre a história de Rafael Sanchas Maza, poeta e idéologo da falange (o partido fascista espanhol na época da Guerra Civil, que venceu a Guerra e colocou Franco no poder)- de como foi fuzilado e sobreviveu- e sobre suas pesquisas e angústias ao escrever o livro. Não se tratava de nada bonito ou tocante, mas de um livro inteligente e interessante.</p>
<p style="text-align: justify;">Na própria edição que eu li havia uma nota de Cercas falando sobre uma adaptação cinematográfica. Apesar de saber que &#8216;adaptação&#8217; costuma ser sinônimo de &#8216;decepção&#8217;, eu resolvi conferir. E me arrependi.<span id="more-1293"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Não que o filme seja de todo ruim. David Trueba é um bom diretor e tudo mais. Mas&#8230; Javier Cercas, jornalista e escritor fracassado; foi travestido em Lola Cercas (Ariadna Gil), jornalista, escritora fracassada e professora de literatura no colégio. Sua namorada frívola, Conchi (María Botto), ganhou profundidade e virou uma amiga lésbica apaixonada por Lola. Essas pequenas mudanças por si só já foram difíceis de engolir. Mas o pior ainda está por vir: no livro, há uma aparição do escritor chileno Roberto Bolaño, que em uma conversa com Cercas lhe dá incentivo e informações essenciais para o desfecho da estória. Pois bem, Bolaño não apareceu, como eu esperava. No lugar dele Trueba colocou um aluno de Lola Cercas (Diego Luna), um garoto com cara de estrela juvenil que lhe fala o que Bolaño teria falado&#8230; mas em uma redação.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu juro que nesse momento eu tive muita, mas muita vontade de desligar o DVD e ir ler qualquer coisa. Mas eu resisti porque, apesar de tudo isso, o filme tem algo de realmente interessante. No livro, Cercas conta sobre ter entrevistado algumas personagens da história de Sanchas Maza. Chicho Sánchez Ferlosio, seu filho. Daniel Angelats. Jaume e Joaquim Figueras. Eles não só aparecem no livro, eles sequer são representados por atores: Chicho Sánchez Ferlosio é Chicho Sánchez Ferlosio, Daniel Angelats é Daniel Angelats, e por aí vai.</p>
<p style="text-align: justify;">De resto, a adaptação é fiel à original. Se você não conhece Bolaño, se não leu o livro de Cercas ou se gosta mais de cinema do que de literatura&#8230; Até que vale a pena. Caso contrário, vai ficar p*#$ que nem eu. Mas talvez ver os personagens reais da história valha a pena. Ou ainda os diálogos em galego e catalão.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h3 style="text-align: justify;">Ficha técnica</h3>
<p style="text-align: justify;"><span class="datosTecnicos">Título:</span> Soldados de Salamina<br />
<span class="datosTecnicos">Diretor:</span> David Trueba<br />
<span class="datosTecnicos">Ano produção:</span> 2002<br />
<span class="datosTecnicos">Formato:</span> DVD<br />
<span class="datosTecnicos">Duração:</span> 112 min<br />
<span class="datosTecnicos">País: </span>Espanha</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.meiapalavra.com.br/showthread.php?tid=3669">COMENTE O ARTIGO NO FÓRUM DO MEIA PALAVRA</a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fmeiapalavra.mtv.uol.com.br%2F2009%2F08%2F11%2Fsoldados-de-salamina%2F&amp;linkname=Soldados%20de%20Salamina">Compartilhe esse artigo!</a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2009/08/11/soldados-de-salamina/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Orgulho e Preconceito &#8211; ou nem tudo é o que parece.</title>
		<link>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2009/06/27/orgulho-e-preconceito-ou-nem-tudo-e-o-que-parece/</link>
		<comments>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2009/06/27/orgulho-e-preconceito-ou-nem-tudo-e-o-que-parece/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2009 11:38:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Liv</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Adaptação]]></category>
		<category><![CDATA[Adaptação de Jane Austen]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Jane Austen]]></category>
		<category><![CDATA[Orgulho e Preconceito]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.meiapalavra.com.br/?p=1069</guid>
		<description><![CDATA[Adaptado da obra de Jane Austen, autora favorita de sete entre dez garotas que gostam de um bom romance e estrelado pela linda Keira Knightley, Orgulho e Preconceito nos mostra que os sentimentos são mais complicados de se controlar do que gostaríamos.
Ela dá vida a Elizabeth, a heroína austeniana. Sensata e sempre na medida certa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2009/06/orgulho-e-preconceito-poster01.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1226" style="border: 0pt none; margin: 5px;" title="orgulho-e-preconceito-poster01" src="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2009/06/orgulho-e-preconceito-poster01.jpg" alt="orgulho-e-preconceito-poster01" width="159" height="234" /></a>Adaptado da obra de Jane Austen, autora favorita de sete entre dez garotas que gostam de um bom romance e estrelado pela linda Keira Knightley, <em>Orgulho e Preconceito</em> nos mostra que os sentimentos são mais complicados de se controlar do que gostaríamos.</p>
<p style="text-align: justify;">Ela dá vida a Elizabeth, a heroína austeniana. Sensata e sempre na medida certa em relação aos seus sentimentos. Porém, com boas doses de orgulho e  preconceito nas veias. Vive com quatro irmãs fúteis, a mãe que só pensa em casar as filhas com um bom marido rico, e o pai, o típico “quem cala consente”.<span id="more-1069"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Não é necessário escrever aqui que não seria um bom filme romântico sem um “príncipe” para a mocinha. Só que o nosso herói é um mocinho às avessas. Mr. Darcy é orgulhoso, preconceituoso e egoísta. Porém lindo, charmoso e com o poder de fazer suspirar a mais sensata das mocinhas românticas. Até a sensata Elizabeth.</p>
<p style="text-align: justify;">Com trilha sonora e direção atraentes, bela fotografia e um elenco afiado, a adaptação mostra a que veio, e não deixa a desejar em relação ao que foi escrito por Jane Austen. Já que essa combinação nos faz acreditar na história. E é no maior dilema criado por William Sheakspeare “ser ou não ser” que em resumo o filme é focado, dar ou não uma chance para o amor (mesmo que ele não venha de um príncipe no cavalo branco ou de uma princesa presa em um castelo)?</p>
<p style="text-align: justify;"><a title="COMENTE" href="http://www.meiapalavra.com.br/showthread.php?tid=2382&amp;pid=54243#pid54243" target="_blank">COMENTE ESSE ARTIGO NO FÓRUM MEIA PALAVRA</a></p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fmeiapalavra.mtv.uol.com.br%2F2009%2F06%2F27%2Forgulho-e-preconceito-ou-nem-tudo-e-o-que-parece%2F&amp;linkname=Orgulho%20e%20Preconceito%20%26%238211%3B%20ou%20nem%20tudo%20%C3%A9%20o%20que%20parece.">Compartilhe esse artigo!</a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2009/06/27/orgulho-e-preconceito-ou-nem-tudo-e-o-que-parece/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Pagador de Promessas (HQ)</title>
		<link>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2009/05/22/o-pagador-de-promessas-hq/</link>
		<comments>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2009/05/22/o-pagador-de-promessas-hq/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 22 May 2009 11:43:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Adaptação]]></category>
		<category><![CDATA[Dias Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Eloar Guazzelli]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[O Pagador de Promessas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.meiapalavra.com.br/?p=931</guid>
		<description><![CDATA[Um fato em qualquer discussão sobre literatura é que aquele &#8220;empurrãozinho&#8221; inicial que deveria servir para estimular o hábito pela leitura normalmente transforma-se em uma pancada, que acaba afastando os jovens de qualquer livro. São provas mal formuladas sobre obras consagradas, aulas &#8220;decorebas&#8221; para que o aluno tenha em mente um dado ou outro para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2009/05/o-pagador-de-promessas-graphic_215.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-932" style="border: 0pt none; margin: 5px;" title="o-pagador-de-promessas-graphic_215" src="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2009/05/o-pagador-de-promessas-graphic_215.jpg" alt="o-pagador-de-promessas-graphic_215" width="215" height="284" /></a>Um fato em qualquer discussão sobre literatura é que aquele &#8220;empurrãozinho&#8221; inicial que deveria servir para estimular o hábito pela leitura normalmente transforma-se em uma pancada, que acaba afastando os jovens de qualquer livro. São provas mal formuladas sobre obras consagradas, aulas &#8220;decorebas&#8221; para que o aluno tenha em mente um dado ou outro para o vestibular&#8230; Falta (e muito!) mostrar que leitura pode ser um prazer, e não só obrigação.</p>
<p style="text-align: justify;">Levando isso em consideração, chegam propostas como as da editora Agir, que passa para os quadrinhos obras importantes da literatura. O novo lançamento é <a title="o pagador de promessas" href="http://blog.meiapalavra.com.br/2008/08/27/o-pagador-de-promessas-%E2%80%93-dias-gomes/" target="_blank">O Pagador de Promessas</a>, peça de Dias Gomes adaptada para o formato por Eloar Guazzelli. Definitivamente não é a mesma coisa que ler a obra, isso é certo. Mas serve como um aperitivo, e daqueles aperitivos bons que deixam gosto de quero mais na boca. E consequentemente, influencia o jovem a buscar o texto original.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-931"></span>A arte do Guazzelli é impecável, e em alguns momentos você sequer precisa de texto, de tão forte que são os quadros. Como quando por exemplo você vê a cruz como se fosse pupilas dos olhos de Zé-do-Burro. Ajuda muito também a qualidade do material (papel couché 115g), o que justifica o preço da HQ (por volta de 44 reais nas livrarias). A leitura flui de modo fácil e agradável, e em menos de uma hora é possível completá-la.</p>
<p style="text-align: justify;">Ou seja: ideal para quem ainda tem medo de literatura nacional. Ou ainda, uma boa sugestão para quem está querendo iniciar alunos por esses caminhos. Deixando evidente que esse <strong>não é</strong> o original, e que sempre existem diferenças, acredito que o estudante só tem a ganhar com um trabalho desses em mãos.</p>
<p style="text-align: justify;">Para quem não conhece a história:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Um homem vai do interior da Bahia até Salvador, carregando uma cruz, com um objetivo: agradecer a Santa Bárbara pela recuperação do animal que lhe dá sustento. Ao chegar à cidade grande, Zé-do-Burro fica perdido, mas a obstinação de cumprir a promessa o faz enfrentar os obstáculos. Estrangeiro em seu próprio país, Zé-do-Burro vem de um lugar distante da disputa de poder na qual passa a se ver envolvido.</p>
<p>O livro revela a tragédia de um sujeito que não compreende os códigos e poderes do mundo em que vive e faz uma crítica à opressão do homem.</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Você pode saber mais sobre a HQ, o autor e a obra (e ainda ler um capítulo) visitando o site da graphic novel: <a href="http://www.opagadordepromessas.com.br/"><strong>O pagador de promessas</strong></a>.</p>
<p><strong>Informações Técnicas</strong>:<br />
ISBN 9788522009176<br />
Número de Páginas : 72<br />
Altura : 28 cm<br />
Largura : 21 cm<br />
Preço sugerido: R$44,00</p>
<p><a title="COMENTE" href="http://www.meiapalavra.com.br/showthread.php?tid=2982" target="_blank">COMENTE ESSE ARTIGO NO FÓRUM MEIA PALAVRA</a></p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fmeiapalavra.mtv.uol.com.br%2F2009%2F05%2F22%2Fo-pagador-de-promessas-hq%2F&amp;linkname=O%20Pagador%20de%20Promessas%20%28HQ%29">Compartilhe esse artigo!</a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2009/05/22/o-pagador-de-promessas-hq/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sem ideia para roteiros? Que tal ler algo desse cara aqui?</title>
		<link>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2009/03/07/sem-ideia-para-roteiros-que-tal-ler-algo-desse-cara-aqui/</link>
		<comments>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2009/03/07/sem-ideia-para-roteiros-que-tal-ler-algo-desse-cara-aqui/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 07 Mar 2009 14:53:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Adaptação]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Estrangeira]]></category>
		<category><![CDATA[Stephen King]]></category>
		<category><![CDATA[Terror]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.meiapalavra.com.br/?p=627</guid>
		<description><![CDATA[Pense rápido: o que Um Sonho de Liberdade, À Espera de um Milagre e Conta Comigo têm em comum fora o fato de estarem no top250 do IMDb? Quem respondeu &#8220;São todos filmes baseados em obras de Stephen King&#8221; acertou em cheio. Muito embora o autor seja constantemente associado a filmes de terror como Carrie, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2009/03/stephen_king.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-628" style="border: 0pt none; margin: 5px;" title="stephen_king" src="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2009/03/stephen_king-213x300.jpg" alt="stephen_king" width="204" height="286" /></a>Pense rápido: o que <a title="um sonho de liberdade" href="http://www.imdb.com/title/tt0111161/" target="_blank">Um Sonho de Liberdade</a>, <a title="à espera de um milagre" href="http://www.imdb.com/title/tt0120689/" target="_blank">À Espera de um Milagre</a> e <a title="conta comigo" href="http://www.imdb.com/title/tt0092005/" target="_blank">Conta Comigo</a> têm em comum fora o fato de estarem no top250 do IMDb? Quem respondeu &#8220;São todos filmes baseados em obras de Stephen King&#8221; acertou em cheio. Muito embora o autor seja constantemente associado a filmes de terror como <a title="carrie" href="http://www.imdb.com/title/tt0074285/" target="_blank">Carrie, a Estranha</a> e <a title="cemitério maldito" href="http://www.imdb.com/title/tt0098084/" target="_blank">Cemitério Maldito</a>, o fato é que ele também já rendeu algumas adaptações excelentes fora do estilo que domina tão bem. Na realidade, a sensação que se tem é que o que ele sabe fazer bem mesmo não é nem contar histórias assustadoras, mas escrever obras perfeitas para adaptações cinematrográficas.</p>
<p style="text-align: justify;">Para se ter idéia do que estou falando, ao fazer uma consulta pelo nome do escritor no IMDb, são listados nada mais, nada menos do que 108 filmes e séries de tvs baseados em suas obras.Ok, ok. Ainda não chegou às <a title="william shakespeare" href="http://www.imdb.com/name/nm0000636/" target="_blank">724 adaptações de William Shakespeare</a>, mas não dá para negar que para um escritor que publicou livros que passam longe de qualquer cânone literário, é interessante observar como Hollywood gosta utilizá-lo como fonte para roteiros. E é como uma forma de homenagem que comentarei aqui sobre cinco das minhas adaptações favoritas de livros de Stephen King, não levando em consideração necessariamente a qualidade da película senão a lista ficariam nos títulos já citados na pergunta inicial, não é mesmo?</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-627"></span><strong><a title="it" href="http://www.imdb.com/title/tt0099864/" target="_blank">It, Uma obra-prima do medo (1990)</a></strong>:  Eu ainda acho que é uma das razões do meu medo de palhaços. <a title="pennywise" href="http://www.best-horror-movies.com/images/it-pennywise-basement.jpg" target="_blank">Pennywise</a> é uma das coisas mais assustadoras que já vi, e é ainda mais assustador pensar que o ator que o interpreta é ninguém mais, ninguém menos do que Tim &#8220;Frank-N-Furter&#8221; Curry. A história acontece em uma pequena cidade, aterrorizada pelo retorno de um assassino de crianças. Um grupo de amigos precisa se reunir novamente para enfrentar o horror que apenas eles conhecem. A adaptação não é exatamente fiel ao original, mas nesse caso acho que algumas mudanças foram muito bem-vindas.</p>
<p style="text-align: justify;"><a title="o iluminado" href="http://www.imdb.com/title/tt0081505/" target="_blank"><strong>O Iluminado (1980)</strong></a>: Não tem como falar de filmes baseados em livros de Stephen King e não comentar algo sobre <em>O Iluminado</em>. Na minha opinião não é apenas um dos filmes mais assustadores de todos os tempos, mas também um dos melhores filmes de todos os tempos. O mais impressionante é que você pode ver e rever o filme e já saber de tudo que vai dar susto ou não, mesmo assim você é tragado para a atmosfera de horror do <em>Overlook Hotel</em>. Se ainda não viu, veja. Se já viu, aproveite então para se divertir com a <a title="30 segundos" href="http://www.angryalien.com/0504/shiningbunnies.html" target="_blank">versão em 30 segundos com coelhinhos</a> feita pelo grupo Angry Alien. REDRUM! REDRUM!</p>
<p style="text-align: justify;"><a title="o nevoeiro" href="http://www.imdb.com/title/tt0884328/" target="_blank"><strong>O Nevoeiro (2007)</strong></a>: Após uma tempestade atípica, monstros passam a aterrorizar uma pequena cidade. Um grupo se esconde dos bichos em um supermercado e a medida que o tempo vai passando, obviamente a tensão aumenta, levando em consideração as diferenças do grupo. Tem uma personagem, a fanática religiosa (interpretada por Marcia Gay Harden), que entrou na minha lista de personagens mais odiosas de todos os tempos. E tem um daqueles finais WTF que fazem o filme valer a pena mesmo que terror/tensão não seja bem a sua praia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a title="conta comigo" href="http://www.imdb.com/title/tt0092005/" target="_blank">Conta Comigo (1986)</a>:</strong> Ok, agora um pouco de Sessão da Tarde para dar uma amenizada nessa lista de horror. Só de ver Kiefer &#8220;Jack Bauer&#8221; Sutherland mocinho e fazendo aquele papel de <em>bad boy</em> que ele tão bem fazia (veja lá <a title="lost boys" href="http://www.imdb.com/title/tt0093437/" target="_blank">Garotos Perdidos</a>) já valeria a pena. Mas é uma história linda sobre amizade e amadurecimento. Naquele tom nostálgico delicioso ao melhor estilo <a title="wonder years" href="http://www.imdb.com/title/tt0094582/" target="_blank">Anos Incríveis</a> e com aqueles finais de ficar com um nó na garganta.</p>
<p style="text-align: justify;"><a title="1408" href="http://www.imdb.com/title/tt0450385/" target="_blank"><strong>1408 (2007)</strong></a>: Baseado no conto do livro <em>Everything&#8217;s Eventual</em>, o único defeito do filme é, infelizmente, a conclusão. Tinha tudo para ser ótimo, mas aí estendem a história e dá nisso. Mas mesmo assim, vale a pena, até pela idéia: um sujeito meio cético ganha a vida escrevendo resenhas sobre lugares mal assombrados. Um dia recebe um postal dizendo &#8220;Não entre no quarto 1408&#8243; e adivinha o que ele faz? Pois é. Horror puro a partir daí, com Samuel L. Jackson e John Cusack.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembrando que agora para 2009 temos SEIS filmes baseados nas obras de King para chegar. Não é à toa que ele está presente em quase qualquer lista de escritores mais ricos do mundo atualmente. Então, na sua opinião, <strong>qual é o melhor filme baseado em um livro do Stephen King</strong>?</p>
<p style="text-align: justify;"><a title="COMENTE" href="http://www.meiapalavra.com.br/showthread.php?tid=2503" target="_blank">COMENTE ESSE ARTIGO NO FÓRUM MEIA PALAVRA</a></p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fmeiapalavra.mtv.uol.com.br%2F2009%2F03%2F07%2Fsem-ideia-para-roteiros-que-tal-ler-algo-desse-cara-aqui%2F&amp;linkname=Sem%20ideia%20para%20roteiros%3F%20Que%20tal%20ler%20algo%20desse%20cara%20aqui%3F">Compartilhe esse artigo!</a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2009/03/07/sem-ideia-para-roteiros-que-tal-ler-algo-desse-cara-aqui/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ensaio sobre a Cegueira</title>
		<link>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2008/10/06/ensaio-sobre-a-cegueira/</link>
		<comments>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2008/10/06/ensaio-sobre-a-cegueira/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 23:40:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pips</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Adaptação]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Meirelles]]></category>
		<category><![CDATA[Saramago]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.meiapalavra.com.br/?p=178</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Ensaio sobre a Cegueira&#8221; , o filme, está causando bastante ‘polêmica’ ao redor do mundo. A última ocorreu essa semana quando a Federação Nacional dos Cegos dos EUA pedem boicote ao livro, alegando que o filme deturpava os cegos, ajudando na exclusão deles da sociedade. Claro que isso é uma tremendo engano, pois a película [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2008/10/blindness_15s1.jpeg"><img class="alignright size-medium wp-image-179" style="border: 0px none; margin: 5px;" title="blindness_15s1" src="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2008/10/blindness_15s1-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>&#8220;Ensaio sobre a Cegueira&#8221; , o filme, está causando bastante ‘polêmica’ ao redor do mundo. A última ocorreu essa semana quando a Federação Nacional dos Cegos dos EUA pedem boicote ao livro, alegando que o filme deturpava os cegos, ajudando na exclusão deles da sociedade. Claro que isso é uma tremendo engano, pois a película de Meirelles fala sobre a observação e, não apenas o dom de ver, sobre o homem voltando a hábitos primitivos. Expondo o apodrecimento moral no colapso social.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-178"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Mergulhados no mar de leite, pois a cegueira aqui é branca, os novos cegos precisam confiar uns nos outros para dividir comida, para fazerem necessidades e para redescobrirem as coisas mais simples que a visão cegava, principalmente no campo dos sentimentos (que serão fortemente separados das necessidades físicas do homem). No livro de Saramago, o médico cita que cegos eles não são melhores nem piores, são os mesmos. Ou seja, a humanidade de todos está mais exposta, aquela suja, aquela que muitos só se voltam para o seu bem estar quando não estão sendo observados ou vigiados.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir desse momento Fernando Meirelles mostra ao espectador que ele também deve observar o que ocorre na tela. Muita vezes o que está em foco não é a seqüência principal e, sim, o reflexo que se encontra um pouco transparente no vidro. Os sons a principio são confusos: carros, sinos, buzinas, pessoas, o que está incomodando tanto os ouvidos? Quanto mais a epidemia se espalha mais podemos ouvir nitidamente uma arma, um cano, madeira e até o fogo ateado. Dessa forma começamos cegos no inicio dos créditos e vamos descobrindo o poder da observação tanto para analisar as personagens como do ambiente que as cercam.</p>
<p style="text-align: justify;">O livro traz descrições das personagens através de suas profissões ou características mais marcantes, dessa forma ficou aberto para Meirelles a escolha de um elenco de várias nacionalidades compondo um país multiétinico, formado pelas locações em diferentes partes do mundo, completando assim a metáfora de que não é uma história sobre nações ou raças, mas sobre a humanidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A edição do filme começa brutal e incomoda (de maneira boa) para ficarmos atentos a tudo que acontece, pois a primeira metade do filme começa numa velocidade igual a das grandes metrópoles e megalópoles, passam por nós sem que possamos acompanhar. A exposição de luz que transpõe o mar de leite para o espectador mostra silhuetas dos personagens, perceptivel em uma cena de sexo antes de ser totalmente exposta fora da brancura.</p>
<p style="text-align: justify;">A adaptação é fiel ao livro, quem o leu há muito tempo talvez nem perceba as três ou quatro cenas que são somas de trechos do livro. Todavia, as cenas mais fortes foram suavizadas devido a dispersão de público nas exibições de teste (aqueles em que o diretor exibe para uma platéia selecionada o filme não finalizado), por isso os sons tem grande importância. E para todos que leram o livro, chegar ao final do filme com a narração do velho da venda preta tem um significado maior.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>&#8220;Ensaio sobre a Cegueira&#8221;</em></strong> (Blindness, 2008). Dir.: Fernando Meirelles. Roteiro: Don Mckellar. Adaptado da obra &#8220;Ensaio sobre a Cegueira&#8221; de José Saramago. Com: Julianne Moore, Mark Ruffalo, Alice Braga, Danny Glover, Yusuke Iseya, Yoshino Kimura, Don McKellar, Mitchell Nye, Gael García Bernal, Susan Coyne, Sandra Oh, Maury Chaykin, Mpho Koaho.</p>
<p style="text-align: justify;"><a title="ensaio meia" href="http://www.meiapalavra.com.br/showthread.php?tid=1356" target="_blank"><strong>Comente esse post no Fórum Meia Palavra.</strong></a></p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fmeiapalavra.mtv.uol.com.br%2F2008%2F10%2F06%2Fensaio-sobre-a-cegueira%2F&amp;linkname=Ensaio%20sobre%20a%20Cegueira">Compartilhe esse artigo!</a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2008/10/06/ensaio-sobre-a-cegueira/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Montecchios e Capuletos na Telinha</title>
		<link>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2008/05/05/montecchios-e-capuletos-na-telinha/</link>
		<comments>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2008/05/05/montecchios-e-capuletos-na-telinha/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 May 2008 21:56:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Colaborador Meia Palavra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Adaptação]]></category>
		<category><![CDATA[Romeu e Julieta]]></category>
		<category><![CDATA[Shakespeare]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.meiapalavra.com.br/wordpress/?p=71</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Meu único amor nascido de meu único ódio! Cedo demais o vi sem saber quem era, tarde demais o conheci para saber que não posso mais vê-lo.&#8221; Julieta, em Romeu e Julieta de William Shakespeare
De todas as obras literárias adaptadas para os mais diversos meios, nenhuma se compara ao drama Shakespeariano, Romeu e Julieta. Seja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><a href="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2008/05/shakespeare1.jpg"><img class="size-medium wp-image-2314 alignleft" style="border: 0pt none; margin: 5px;" title="shakespeare1" src="http://blog.meiapalavra.com.br/wp-content/uploads/2008/05/shakespeare1-233x300.jpg" alt="" width="233" height="300" /></a>&#8220;Meu único amor nascido de meu único ódio! Cedo demais o vi sem saber quem era, tarde demais o conheci para saber que não posso mais vê-lo.&#8221;</em> Julieta, em Romeu e Julieta de William Shakespeare</p>
<p style="text-align: justify;">De todas as obras literárias adaptadas para os mais diversos meios, nenhuma se compara ao drama Shakespeariano, Romeu e Julieta. Seja nos teatros, nas danças, na tela, (sim, mil vezes na tela), ver o amor nascido do ódio de Montecchios e Capulettos é sempre uma nova experiência ou um novo olhar. Escrita pelo inglês William Shakespeare no século XVI, <em>The Most Excellent and Lamentable Tragedy of Romeo and Juliet</em> &#8211; no título original – é seguramente uma das maiores obras da literatura mundial.</p>
<p style="text-align: justify;">Com tantas adaptações para recontar a história dos jovens apaixonados de Verona, destacar-se significa abusar da criatividade. Figurinos, cenários, ambientações, críticas, são todos elementos que, renovados, compõem as versões modernas e inesquecíveis do clássico. No cinema isso virou mais que uma regra, quase uma necessidade. Trilhas sonoras elaboradas, efeitos especiais, mudanças inclusive no enredo estão entre os recursos que nem Shakespeare imaginaria.</p>
<p style="text-align: justify;">Então vamos falar de cinema. Caro leitor, para que você não se canse (afinal, são dezenas, centenas de versões, alusões e inspirações cinematográficas para Romeu e Julieta), destacarei apenas três. Mas saiba: Elas são imperdíveis!<span id="more-71"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Amor, Sublime Amor (West Side Story &#8211; 1961 &#8211; Dir. Robert Wise)</em></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignright" style="float: right; border: 0; margin: 8px;" src="http://www.filmreference.com/images/sjff_01_img0531.jpg" alt="Tony e Maria" width="258" height="190" />Um musical de Romeu e Julieta. Ou seriam Tony e Maria? O filme norte-americano, dirigido por Robert Wise, foi roterizado por Ernest Lehman a partir de uma peça de 1957 da Broadway. Jets e Sharks são gangues rivais. Os Jets, liderados por Tony (Richard Beymer), representam o lado dos meninos brancos e americanos, enquanto os Sharks, gangue do irmão de Maria (Natalie Wood), representam os imigrantes latinos e marginalizados.</p>
<p style="text-align: justify;">Um filme muito premiado. Mas prêmios ainda não descrevem as qualidades exemplares do filme. As coreografias enchem os olhos dos espectadores, assim como a trilha sonora. A crítica social universaliza o filme, fazendo com que ainda hoje ele seja atual. A trilha sonora cola nos ouvidos como algo que &#8220;acho que já ouvi isso antes&#8221;. Não é impressão, você já ouviu mesmo!</p>
<p style="text-align: justify;">Duas criosidades interessantes sobre a realização de Amor, Sublime Amor. A primeira é que Elvis e Audrey Hepburn foram cotados na época para os papéis de Tony e Maria. Nem consigo imaginar como teria sido. Outra, é que dizem as fofocas que, para aumentar a hostilidade entre Sharks e Jets, o diretor usava recursos de discórdia. Os Jets recebiam scripts corretos e camarins limpos, enquanto os Sharks tinham material desorganizado, camarins afastados e sujos. Pelo que é visto na tela, deu certo!</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Romeu e Julieta (Romeo e Giulietta &#8211; 1968 &#8211; Dir. Franco Zeffirelli)</em></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" style="border: 0; float: left; margin: 8px;" src="http://cora.blogspot.com/romeoandjulietkiss.jpg" alt="Romeo e Giulietta" width="173" height="200" />Dessa vez, é tempo de Leonard Whiting (Romeu) e Olivia Hussey (Julieta) viverem os papéis. A adaptação é muito fiel ao texto de Shakespeare, e encanta principalmente por uma direção de arte de primeira. A trilha sonora de Nino Rota foi premiadíssima. Os atores também ganharam Globo de Ouro em categorias de atores revelação.</p>
<p style="text-align: justify;">O apreciativo da obra de Zeffirelli é justamente o esforço feito para que todos os elementos fossem os mais fiéis possíveis ao original, das falas ao figurino: Julieta usa um vestido vermelho com dourado e tranças no cabelo, exatamente como está no nosso inconsciente de como deve se vestir uma donzela. Romeu, o príncipe galanteador, usa veludo nobre e malha, assim como nos sonhos das mocinhas românticas.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa versão ganhou o apreço do público justamente pela sensibilidade. A escolha de atores adolescentes (e bonitos!) fez com que o coração dos espectadores batesse ainda mais forte. Para quem gosta de detalhes e curte o perfeccionismo dos cineastas italianos, é um prato cheio!</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Romeu + Julieta ( Romeo + Juliet &#8211; 1996 &#8211; Dir. Baz Luhrmann)</em></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignright" style="float: right; border: 0; margin: 8px;" src="http://www.shakespeareinamericanlife.org/images/Romeo_Juliet_1996_1200_l.jpg" alt="Di Caprio e Claire Danes" width="225" height="141" />Esqueça tudo o que você viu na versão italiana de Zeffirelli. Luzes, cores, muita psicodelia e violência. Isso mesmo! A versão de Luhrmann virou uma febre do cinema nos anos 90, mesmo porque o Leozinho Di Caprio como Romeu é sucesso teen na certa. A bela Claire Danes faz juz à querida Julieta, instrospectiva e apaixonada. Cenários e fotografia impagáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Verona aparece numa versão moderna e contemporânea. A violência é um elemento motivador do roteiro, mas nos moldes da atualidade. O excesso de elementos em cena, em sons e cortes frenéticos trazem ao espectador uma sensação mais próxima da guerra entre as duas famílias. As falas? Mantidas no original, por incrível que pareça.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas cenas criadas para essa versão são inesquecíveis. O primeiro encontro de Romeu e Julieta através do aquário marinho, a briga na praia, a morte do casal em meio a uma poluição de luzes&#8230; são momentos preciosos a serem guardadas na memória.</p>
<p style="text-align: justify;">***</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, essas são as minhas dicas imperdíveis. Você tem mais alguma? Dúvidas, críticas ou sugestões, entre em contato. Meu e-mail é <strong>amelie@meiapalavra.com.br</strong>. Nos encontramos na próxima edição de livros adaptados para cinema no Meia Palavra. <img src='http://blog.meiapalavra.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><a href="http://www.meiapalavra.com.br/showthread.php?tid=1309"><strong>Comente esse post no Fórum Meia Palavra.</strong></a></p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fmeiapalavra.mtv.uol.com.br%2F2008%2F05%2F05%2Fmontecchios-e-capuletos-na-telinha%2F&amp;linkname=Montecchios%20e%20Capuletos%20na%20Telinha">Compartilhe esse artigo!</a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://meiapalavra.mtv.uol.com.br/2008/05/05/montecchios-e-capuletos-na-telinha/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
