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É comum dividir a literatura em duas partes, bastante distintas e distantes entre si: a ficção e a… [more]
Ana Cristina Cesar
Nosso país nunca me pareceu um campo exatamente bom para a poesia. Eu tinha uma visão de que existiam… [more]
10 perguntas e meia para Juan Pablo Villalobos
Juan Pablo Villalobos nasceu em 1973, em Guadalajara, México, e atualmente mora no Brasil. É autor… [more]
Especial Alan Moore
Confira aqui o que foi publicado no Especial Alan Moore. Para ler, basta clicar nas capas das obras abaixo.… [more]
As Aventuras de Sharpe – Bernard Cornwell
27 de julho de 2010 By Kika 1 Comentário
Richard Sharpe, um britânico de origem humilde, órfão, que para fugir da prisão faz sua entrada no exército de Sir Arthur Wellesley, é o centro destra série de livros de Bernard Cornwell. Iniciada em 1981, ambientada nas campanhas militares conhecidas como Guerras Napoleônicas, a série Sharpe acompanha a carreira de Sir Arthur Wellesley, logo Duque de Wellington, através de Sharpe, seus amigos, seus inimigos e, como não poderia deixar de ser, suas mulheres.
Dick Sharpe é um homem rude, mas inteligente, que aprende a ler a duras penas, fiel, exímio atirador, bom estrategista, um dos poucos a avançar em sua carreira militar unicamente em função de seu mérito e, como tal, alvo da admiração de uns e da inveja de muitos.
2666: A parte de Amalfitano
26 de julho de 2010 By Anica 3 Comentários
Continuando a leitura de 2666 de Roberto Bolaño, terminei ontem à noite a segunda parte (A parte de Amalfitano). Para situar quem acabou de chegar, estou seguindo na direção contrária do que foi adotado pela família do autor (publicação do que seriam cinco livros em um só) e fazendo os comentários aos poucos, sempre antes de iniciar a parte seguinte. Minhas opiniões sobre a primeira parte (A parte dos críticos) você pode encontrar aqui.
Eu sei que em teoria estou lendo o livro tal e qual a qualquer um – até porque mal estou interrompendo a leitura. Por causa disso acho que as sensações que tive sobre A parte de Amalfitano não serão tão diferentes, talvez só os achismos sobre o que as outras três partes podem trazer, o que será até divertido de confirmar depois. A verdade é que se não fosse a já familiar dificuldade para ler o catatau na cama, fiquei em alguns momentos com a impressão que tratava-se de um outro livro. [Continue a ler o artigo ...]
Entre o filme e a filosofia: Dogville e Nietzche
25 de julho de 2010 By Dindii 1 Comentário
“Há homens que já nascem póstumos”. Nietzsche tinha plena consciência de que suas idéias somente influenciariam gerações posteriores àquela que pertenceu. Se durante a sua época o filosofo não foi valorizado, no século seguinte ocorreu exatamente o oposto: Ele se tornou um dos mais célebres pensadores a serem discutidos e assim segue até hoje.
Li sua crítica ardente à sociedade e o ser humano nos livros “Alem do Bem e do Mal”, que mostra as diferentes facetas que uma pessoa pode assumir, e, sobretudo, “O Anticristo”, onde ele mostra que o mal da sociedade está na fé cega. Eles ficaram por um bom tempo na minha cabeça. (e é comum isso acontecer com leitores de Nietzsche). A ideia agora é mostrar como o pensamento desse filósofo pode ser visto em um filme. Escolhi falar hoje sobre Dogville, porque não vejo melhor exemplo de narrativa que se foca tão somente nos personagens do que essa.
Poesia Matemática – Millôr Fernandes
24 de julho de 2010 By Liv 1 Comentário
Desde muito criança, tinha uma coisa que eu achava engraçadíssimo nas aulas de matemática. Os nomes das grandezas matemáticas. Tinha até uma brincadeira com as minhas amiguinhas de colégio, escolher qual o nome de batismo dos nossos futuros filhos. Eu teria dois: Um menino que seria “o” Subtração e uma menina com “nome duplo” como a mãe: Expressão Numérica. E eles seriam amiguinhos de: Adição, Colchetes e Parênteses.
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Papéis Inesperados (Julio Cortázar)
23 de julho de 2010 By Felippe Cordeiro Comentar
Julio Cortázar há tempos figura na minha mente como um dos meus escritores favoritos. E como eu sempre gosto de salientar, quando resenho, é que escrever sobre algo que mexe com seu gosto pessoal, que está em um pedestal e na sua mente é quase sem mácula, se torna uma tarefa árdua, afinal como passar para as pessoas o que aquele livro, autor, personagem tem de tão especial.
Essa edição de textos póstumos, guardados num móvel na casa do autor em Paris, contém todos os apêndices, as críticas, diários e auto-entrevistas. Em Papéis Inesperados somos convidados a conhecer a figura do escritor argentino já tão discutida, mas de forma íntima, mostrando o seu lado de admirador do mundo, da política e das artes.
As Minas do Rei Salomão (Henry Rider Haggard)
22 de julho de 2010 By Lucas Deschain 2 Comentários
O Imperialismo representou para muitos povos destruição e exploração, espoliação de sua terra e de sua liberdade em detrimento da ganância e febre de ouro e riquezas de algumas pessoas. Para outros, no entanto, essa época, que vai, segundo as “balizas históricas” de Eric Hobsbawn, de 1875 a 1914, a “Era dos Impérios”; foi uma era de luxo e opulência, de gozos sublimes, de inebriantes e dispendiosas regalias, que ganhou um alcunha deveras significativo de Belle Époque.
Edward Said estudou várias obras literárias desse período no sentido de explorar e discutir qual a visão que se tinha sobre todo esse processo no livro Cultura e Imperialismo: que tipo de imagem se construía sobre aquelas populações dominadas e longínquas que tinham seu sofrimento e penúria dissolvidos em meio aos régios regalos que inundavam grande parte da Europa em desfiles e salões de festas.
10 Perguntas e Meia para Tony Bellotto
21 de julho de 2010 By Felippe Cordeiro 11 Comentários
Tony Bellotto é músico e compositor da banda Titãs, em 1995 lançou seu primeiro romance policial Bellini e a Esfinge, adaptado para o cinema em 2001 com Fábio Assunção e Mallu Mader. O segundo livro Bellini e o Demônio entrará em cartaz esse ano com Fábio Assunção repetindo o papel do detetive. No seu currículo constam ainda: BR163: Duas histórias na estrada (2001), O livro do guitarrista (2001), Os insones (2007) e o ainda inédito No Buraco (2010) que será lançado pela Cia. das Letras. Tony colabora como colunista do Blog da Cia. das Letras.














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