Quem somos?
Pepper: nunca teve apelidos, até que arrumou um de pimenta pra ver se apimentava a vida um pouquinho. Ao invés de apimentar, resolveu aprender: brotou no Meia Palavra, se meteu na equipe querendo ser a primeira a saber de tudo, e agora revisa os textos do pessoal, além de dar pitacos ocasionais na forma de contribuições. Se sumir de vez em quando, é porque saiu pra ver o céu e se perdeu entre as estrelas…
Você também pode encontrá-la no Pães e Tulipas e no Lua Minguante.
Amelie: Eu tenho cabelos castanhos. Amo musicas pelo ritmo e pela letra. Eu tenho a teimosia do meu pai. E a agitação da minha mãe. Sou mais alta do que deveria. E os olhos verdes eu herdei da minha vó. Costumo ficar doente muito fácil. Dançar, dançar e dançar. Eu amo cores quentes. Gosto de beijo na bochecha e abraços bem apertados. Meu quarto é vermelho. Pipoca é o alimento sagrado dos deuses. Meu nariz é torto. E meus dentes muito grandes. Eu rio de nervoso. Amo estar com meus amigos. Odeio muitas atitudes das pessoas e sou enérgica com isso. Meus labios riem frequentemente. Meu braço dobra mais que o normal. Choro muito. Faço muito mais manha. Sou a irmã mais velha. Faço muitas caretas. Trabalho de jornalista. Cheiros de frutas são meus preferidos, mas quase não os sinto por causa da alergia. Sempre esqueço a luz ligada. O rádio também. A sanduicheira. Esqueço aniversários. Leio menos que queria. Trabalhos manuais eu amo fazer, mas não termino. Gosto de estudar, mas não até me acabar. Luto diariamente contra a preguiça me corrói. Fotografia seria algo a fazer quando crescer. Minha grande paixão é o cinema. Sou muito visão, médio auditiva, nada cinestésica. Uma lista que só está completa com tudo aquilo que você também pensa sobre de mim…
Carol: Também conhecida por Livrinho Girl. É viciada em livros e teve uma overdose lendo “A Revolução dos Bichos”. Pensou que era um porco. E isso causou sérios problemas com a equipe, pois eles tiveram que convencer ela do contrário. Atualmente, Carol já está em pleno uso de suas faculdades mentais, tanto, que escreve em blogs, colabora para o bom andamento do fórum e escreve alguns estudos literários. Mas que fique bem claro que por motivos de segurança a equipe do Meia Palavra proibiu ela de chegar perto de qualquer livro do George Orwell.
Você também pode encontrá-la no Toute ma vie e no That’s the point!.
kuinzytao: Eu tenho um teletransporte, o funcionamento é que é meio macabro. Abro o livro e desmaterializo o mundo inteiro. É difícil voltar, só com sustos, que, claro, o pessoal por aqui não economiza. Não há verdades únicas, inerentes a credo, vestimenta, ritmo, estilo ou outro meio de expressão. Apenas códigos utilizados para nos comunicar. Área em que um contador de histórias move-se com facilidade, olhos de lince, feito scanner com todos os dpis existentes. Decodificar esses códigos, usados pelas formas móveis de carbono, conhecidas pelos símbolos “humanidade”, no tempo/espaço Brasil atual, é a ocupação mais prazerosa que já escolhi.
Você também pode encontrá-la no Kuinzytao.
Ger: Desde seus oito anos Germano vem acumulando páginas e páginas de leitura, acompanhadas sempre por doses e doses de café. Da fantasia ao Realismo, da literatura chinesa à italiana, dos poetas aos romancistas, nada escapa ao apetite literário deste aspirante a físico. Porque além de tentar desvendar os mistérios da natureza, nada mais interessante do que se deliciar com um bom livro e aquela xícara de café. Pretendendo ir mais a fundo no mundo da literatura, Ger coloca seu conhecimento a disposição da equipe do Meia Palavra, escrevendo estudos literários e palpitando lá e cá sobre assuntos diversos.
Você também pode encontrá-lo no Simple Reverie.
Isabel: Conhecida por Menina Honey. Sobrenome oportuno, pois é de uma cutisse que faz elevar seus níveis de glicose. Uma vez ela comeu 5 kilos de Pão de Mel, e conseguiu ficar morena da cor de canela, hálito de mel e uma dor de barriga! Ela também é conhecida por vários pseudônimos, como Isabelita dos Patins, o significado desse, é um tanto obscuro por nós da equipe. Agora, a querida Menina do Pão de Mel, escreve estudos literários, e ajuda na reabilitação da Carol.
Você também pode encontrá-la no Have to have some fun e no That’s the point!.
Pips: Sabe quando você está em um bar e vê um cara meio estranho lendo no canto escuro com um cigarro pendurado na boca, um copo de cerveja quase no fim e uma respiração branda? É, eu também. Geralmente, eu sou o cara que está olhando esse cara. Mesmo porque eu gosto de ler, mas em lugares mais bucólicos como redes ou na varanda de casa, sempre acompanhado por uma xícara, caneca, garrafa de café. Uso óculos com aspas, porque não me vêem usando-os com freqüência. Como disse gosto de ler, a literatura é minha amante, com ela vivo aventuras, desvendo mistérios, vivo uma vida que não é minha, que não me pertence. Gasto minhas horas vagas e espremo o último segundo para continuar com ela, sempre deixando o gosto de quero mais. Porém devo satisfações ao meu amor, o cinema, quando chego atrasado à sessão, às filmagens, à produção, pois matei o tempo lendo aquele último paragráfo do penúltimo capítulo daquele livro de capa dura, ou mole, ou encadernado. Flerto com a música como quem não quer nada, de vez em quando solto um dó, um lá ou um fá sustenido, solto leves suspiros ao ouvir uma poesia casar com uma melodia - tão fascinante. Quando não estou entre essas três, estou em silêncio, decifrando a Meia Palavra de todos os dias. Prazer, Felippe, se leu até o fim pode me chamar de Pips e etc.
Você também pode encontrá-lo no Última Sessão e no Pips, etc.
Anica: Pode ser localizada desviando os paralelepípedos soltos das calçadas de Pinhão City, conhecida também como Curitiba. Viciada em cafeína desde a mais tenra idade, depende da substância para conseguir expressar contentamento ou responder perguntas complexas como “Qual é o seu nome?” ou “Que horas são?” logo pela manhã. Gosta mais de Fanta do que de Coca-cola, Inverno do que Verão, George do que John (e Paul, e Ringo), Terror do que Comédia e Poe do que Lovecraft. Queria bater um papo com Voltaire e Oscar Wilde, fazer uma versão para teatro de “Monty Python em Busca do Cálice Sagrado”, assistir Chico Buarque ao vivo antes que ele bata as botas e apertar as bochechas do Neil Gaiman. Também queria ter um gatinho preto para chamar de Nevermore, ou um branco de olhos de cores diferentes para chamar de Bowie.
Você também pode encontrá-la no .:Hellfire Club:..
Cabal: É cheio de tchuntz, pléc, póins e cataplufts. Inspira, respira e transpira roquenrôul. Pretenso escritor, ator, poeta, cantor, andava sempre com um caderno de brochura dobrado no bolso da calça pra não deixar escapar nenhuma inspiração!! Sim, um rapaz visionário! Mesmo cercado de axé e berimbaus por todos os lados, ele luta bravamente por seus ideais e vai colaborar com a parte de literatura. Rá, peguei você! Apesar do nosso pequeno guerreiro ter um caso de amor com os versos, ele prefere os já “musicados”, logo vai escrever sobre a sua musa maior, a música!
Você também pode encontrá-lo no Crepúsculo Nascente.
Victoria: É meio metamorfose, ninguém sabe bem. Já teve cabelos enormes, médios e curtos. Castanhos, roxos e vermelhos. Passou por São Paulo, está em Campinas e sonhou com o Rio. Já teve nomes diferentes acompanhados por estrelas, já teve tardes acompanhadas por Guaraná Antártica e noites de danças e música. Talvez isso tudo tenha a ver com o que ela escolheu estudar: metamorfose como as borboletas e outros bichinhos pequenos que viram grandes, e alguma relação entre saber palavras complicadas para falar de flores e ver a beleza das mesmas na gramática. Também revisa os textos do Meia Palavra, mesmo que um gato no colo queira roubar a atenção - e olha que disputar atenção com gato é tafera difícil.



