Arquivo da Categoria ‘Música’

Matthieu Chédid (-M-)

Publicado por Kika em julho - 18 - 2010

Você já gostou de uma banda que todo mundo que você conhece odeia? Eu já. Ou pelo menos é essa a sensação que tenho toda vez que resolvo falar de -M-. Tá, talvez quase ninguém conheça mesmo. Pelo menos não aqui.

Matthieu Chedid, e seu personagem -M-, parecem ser grandes na França, e -M- já ganhou inclusive um Oscar pela canção de “Triplettes de Bellevile”. Eu conheci por acaso, vendo seu clip de “Je dis aime” no programa “Paroles de clip” no TV5Monde, e desde então procurei pelo cara na internet, em lojas, enfim, em tudo quanto é lugar. Tente fazer uma pesquisa de uma letra no Google, e entenderá meu sofrimento.

Quem me conhece sabe que sou fascinada por (quase) tudo que se refere à França, mas mesmo quando estava aprendendo o idioma tive dificuldades em achar, musicalmente falando, algo atual,vindo de lá, que me agradasse. Num dia um pouco mais obstinado, finalmente reencontrei-me com -M- no YouTube, e desde então estou mais ou menos obcecada. Vou tentar explicar o porquê, e peço desculpas antecipadamente pelos arroubos passionais que tenho certeza que aparecerão.

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Meia Palavra Indica: Livros para ler no Dia Mundial do Rock

Publicado por Colaborador Meia Palavra em julho - 13 - 2010

No dia 13 de Julho de 1985 foi realizado um concerto de rock para os famintos da Etiópia. Nesse dia diversas bandas do cenário do rock e pop da época fizeram shows memoráveis. Entre eles: Elvis Costello, U2, Queen, David Bowie, The Who, Sting, Phil Collins, Paul McCartney, Status Quo, entre outras. Um dos organizadores desse evento foi Bob Geldof, o famoso personagem principal do filme The Wall de Alan Parker, baseado no álbum homônimo do Pink Floyd. Esse dia ficou conhecido como O Dia Mundial do Rock e agora o Meia Palavra indica os melhores livros para se ler no dia 13 de julho:

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Livros sugeridos por Renato Russo

Publicado por Anica em março - 27 - 2010

Hoje o músico Renato Russo completaria 50 anos e como era de se esperar, as homenagens pipocam em todos os cantos. Entre elas, está previsto o lançamento de um CD com 15 duetos  de Renato com artistas nacionais, e o também do livro Como se não houvesse amanhã, publicado pela Record e organizado por Henrique Rodrigues, trata-se de uma coletânea de contos baseados nas canções escritas pelo músico.

As homenagens deixam evidente que musicalmente, alguém pode adorar ou odiar o que ele fez, mas é impossível dizer que foi irrelevante para o rock nacional. As letras são o destaque principal em sua carreira, algumas com versos que são poesia pura, daquelas que várias pessoas gostariam de ter escrito. E foi dessa vontade de compreender como Renato Russo conseguia compor músicas tão bonitas que surgiu uma história bem bacana envolvendo o músico com a Literatura.

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10 perguntas e Meia para Maíra Viana

Publicado por Colaborador Meia Palavra em dezembro - 4 - 2009

maira
Maíra nasceu em Recife, e aos 25 anos foi morar em São Paulo. Trabalha desde 2004 com a Trupe do Teatro Mágico nas áreas de criação musical e artística, onde é conhecida como “a menina das palavras”. Formada em jornalismo, ela não esconde sua paixão pelas letras: “Não exerço a profissão pois percebi ao longo do curso que, na minha vontade de escrever não havia muito de realidade mas sim de ficção”.

Ela já lançou dois livros (Teatro Mágico em Palavras e Menino-Varrido) e escreve regularmente em seu blog/site oficial. Além disso Maíra é dramaturga, roteirista, compositora e produtora cultural. E esta artista das palavras nos concedeu uma deliciosa entrevista para o blog do Meia Palavra.

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Playing for change – União através da música

Publicado por Colaborador Meia Palavra em julho - 28 - 2009

pfcUm violão na mão, o chapéu no chão e uma voz anônima a cantar músicas diversas. Seja na praça, em uma rodoviária, no meio de feiras ou em qualquer parte do mundo. Agora acrescentem outros instrumentos como flauta, saxofone, bateria, surdo, pandeiro, cavaquinho entre tantos outros tocados nos mais diversos cantos do planeta. Essa foi a idéia de Mark Johnson e sua equipe ao criarem o Playing for change (Tocando pela música).

A princípio a idéia pode soar um tanto estranha e inviável, mas Mark e sua equipe viajaram o mundo com um estúdio de gravação móvel, unindo diferentes músicos, de diferentes partes do mundo com o intuito de uni-los através da música. Segundo Mark, “Em um mundo com tanta divisão, a música é uma das poucas coisas que pode nos unir”. Leia a continuao desse artigo »

Arte e transformações sociais — Brasas reavivadas

Publicado por Colaborador Meia Palavra em abril - 20 - 2009

Sou tropicalista desde sempre
Todas as letras, todos os tons, inclusive as vozes. Chico já foi conhecido como o sujeito que não devia cantar. Nunca pude ficar quieta quando diziam tamanha besteira, era o meu ídolo. Com aquela doçura de voz, meus ouvidos estavam pré-dispostos a escutá-lo… eternamente. Eu, e muitas outras pessoas.

Os tropicalistas levantam todas as lebres, são provocativos, dão vozes aoscult_rei sensores de toda uma geração. Nos anos 70 e 80 os  maniqueistas exigiam uma única escolha: a jovem guarda, ou os tropicalistas? Jovens radicalizam em qualquer época, é o esperado. Românticos e roqueiros caiam aos pés de Roberto e Erasmo. Qualquer garota, não tropicalista, gostaria de ser a “escolhida” do coração do Rei do iê iê iê.

Em 1970 ele, o Rei, declara seu amor por uma mulher desquitada, em alto e comovente tom. Todos os queixos caíram. Leia a continuao desse artigo »

Intertextualidade Buarqueana

Publicado por Colaborador Meia Palavra em março - 29 - 2009

chico_1Há algum tempo que tenho experimentado a Arte do Brasil. Digo, compulsivamente. Por um longo tempo fechei-me para o estrangeiro e abracei nossa literatura, nossa música, nosso teatro, etc. Acho que para o sujeito pensar pra onde vai, ele precisa antes conhecer da onde veio, e por achar que nossas obras não são devidamente valorizadas em nosso próprio país, adotei por alguns anos essa espécie de nacionalismo. Percebi muito claramente que nossas artes mantém um diálogo, bebem da mesma fonte, e por isso resolvi juntar nesse texto um punhado de intertextualidades da Literatura com a música de Chico Buarque, que para mim é o maior expoente vivo de nossa música. Chico, que também é metido na literatura, tem em sua obra muitas citações literárias. Veja só:

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Dicas de leitura para as férias do fórum Meia Palavra.

Publicado por Liv em fevereiro - 7 - 2009

Cansado das férias? Gostaria de fazer alguma coisa mais interessante do que assistir ao Big Brother Brasil? Precisando de algumas indicações de bons livros para o término das suas férias? Os usuários do fórum Meia Palavra resolveram o problema, elaborando uma lista de livros interessantes, clássicos, divertidos e que vão agradar a gregos e troianos.

E são eles…

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Lendo e ouvindo – Laranja Mecânica e A-Lex

Publicado por Colaborador Meia Palavra em janeiro - 28 - 2009

A-LexCriar um álbum musical baseado em um livro não é um feito que possamos chamar de novidade. Algumas bandas já tiveram essa iniciativa de musicar os livros preferidos, mas a verdade é que poucas conseguiram passar algo parecido com as obras que homenageavam. Um grande exemplo de sucesso é o álbum Nightfall in Middlhe-Eart do Blind Guardian, que consegue transmitir para o ouvinte toda a atmosfera tolkieniana em suas faixas. Dia 23 de janeiro, mais um álbum baseado em uma obra literária foi apresentado ao mundo.

A-Lex é o mais novo CD da banda de “trash”1 Sepultura e, para a felicidade dos fãs, ele é inteiramente baseado no livro Laranja Mecânica do escritor Anthony Burgess. São ao todo 18 faixas que tem a intenção de “cantar” um pouco da história do livro ou abordar o assunto mais recorrente da obra: a violência. Eu considero esse CD em questão um marco na carreira da banda, mesmo não sendo o primeiro álbum baseado em um clássico literário. O Sepultura já havia experimentado essa temática literária em Dante XXI, quando usou o livro A Divina Comédia como base para seu trabalho. Existem algumas controvérsias que vão marcar A-Lex na memória musical de alguns críticos do gênero, talvez elas passem despercebidas pelos simples ouvintes, mas vou salientá-las nos próximos parágrafos.

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  1. Eu ainda considero o Sepultura como uma banda de trash []

About Me

O Meia Palavra nasceu ao contrário: surgiu como um fórum, um espaço novo para discutir literatura entre amigos, e do fórum saiu a idéia de montar um blog para todas as pessoas que se interessam por literatura sem preconceitos e sempre de bom humor. O blog tem áreas também sobre música, cinema e quadrinhos, e o que mais for arte e interessante, e está aberto a colaborações. As atualizações regulares fazem com que sempre tenha alguma coisa nova, portanto, não deixe de conferir! A Equipe dá boas vindas e manda sentirem-se a vontade, mas avisa que quem quiser água vai ter que buscar lá na geladeira.

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