
É uma coisa um pouco sem sentido, mas eu acho cinema algo cansativo. Situar-me como espectador é uma atividade por demais passiva, e isso me dá preguiça. Por isso talvez soe um pouco paradoxal falar que um de meus diretores favoritos é o sueco Ingmar Bergman. Afinal, os filmes dele são um tanto arrastados. Mas [...]




















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