Arquivo da Categoria ‘10 perguntas e meia’

10 perguntas e Meia para Samir Mesquita

Publicado por Colaborador Meia Palavra em setembro - 8 - 2009

samir-dois palitosSamir Mesquita nasceu em 1982 na cidade de Curitiba, cresceu em Alfenas (MG) e há 8 anos vive em São Paulo. Publicitário inquieto, ele vem se destacando no cenário literário através dos microcontos. O primeiro livro lançado foi “Dois Palitos” (2007), com 50 contos organizados e distribuídos dentro de uma caixa de fósforos e que já tem mais de 5 mil exemplares vendidos.

Em seu novo livro “18:30”, Samir escreve microcontos inspirados no caótico trânsito da capital paulista. O mais interessante é a proposta de distribuição, onde o livro “18:30” é trocado por um outro através do seu site oficial, que contém uma lista de livros constantemente atualizada. Eu mesmo já me aventurei na troca, que foi muito bem sucedida. Segundo o próprio Samir, já foram trocados 200 livros: “E além dos livros que estão lá (no site), ganhei (troquei) livros de outros novos autores, e por alguns títulos que os leitores me sugeriam.” O caráter acessível de Samir rendeu esta entrevista imperdível para o blog do Meia Palavra.

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10 perguntas e Meia para Daniel Waters

Publicado por Anica em agosto - 13 - 2009

Daniel Waters é autor dos livros Generation Dead e Kiss of Life, uma série sobre zumbis que (infelizmente) ainda não tem tradução no Brasil.  Apesar de não divulgar por aí informações básicas como local e data de nascimento, o escritor é bastante aberto ao contato com os  leitores, mantendo um blog constantemente atualizado com informações sobre o processo de escrita de seus livros.  Então, torcendo para que Generation Dead chegue logo em português por aqui, é com muito orgulho que trazemos para vocês nosso primeiro 10 perguntas e Meia internacional. Por questão até de clareza publicaremos a tradução da entrevista junto com o original. A tradução é de Gabriel O. Brum (o Tilion).

1. Livros e filmes de zumbi normalmente passam uma ideia de crítica à nossa sociedade. Quando você escreveu Generation Dead, você estava pensando em algo mais do que uma história de horror?

Sim, com certeza. Ou pelo menos em tipos diferentes de histórias de horror.

2. Qual é sua opinião sobre essa febre de livros de vampiros para adolescentes? Teve algum que você já leu e gostou?

Acho que a febre pelos vampiros é ótima, especialmente porque ela levou de maneira bem natural a uma febre por zumbis.

Na verdade não li nenhum dos livros de vampiros para adolescentes mais recentes.

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10 perguntas e Meia para Rafael Grampá

Publicado por Colaborador Meia Palavra em junho - 11 - 2009

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No inicio do ano fiz o meu primeiro post para o blog do Meia Palavra, exatamente no dia primeiro de janeiro. Nele falava sobre uma HQ recém adquirida chamada Mesmo Delivery e me derretia e,m elogios sobre a obra e o estilo de desenho de seu autor. Partindo desse principio meloso, imaginem a alegria que foi quando Rafael Grampá (autor de Mesmo Delivery e co-autor de 5) aceitou participar do 10 perguntas e meia. Fiquei super feliz de poder trazer um artista brasileiro dos quadrinhos que está em crescimento e mostrar que essa é uma arte que tem tudo para ganhar o gosto popular e mostrar que não é “coisa de criança”.

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10 perguntas e Meia para Carlos Reichenbach

Publicado por Pips em maio - 4 - 2009

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Carlos Reichenbach, o Carlão, nasceu em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, no dia 14 de Junho de 1945. Cursou a Escola de Cinema de São Luiz, onde foi aluno de Luis Sérgio Person. Considerado um dos mais importantes realizadores paulistas, Reichenbach teve sua obra reconhecida internacionalmente em 1985 no Festival de Rotterdam, Holanda, onde participou com seus filmes por cinco anos consecutivos. Foi por duas vezes premiado pela Cinemateca Real de Bruxelas, recebeu com ALMA CORSÁRIA, o prêmio dos 30 anos do Festival do Novo Cinema de Pesaro. Em 2001, após ter sobrevivido a três infartos do miocárdio e ganhar três pontes de safena e uma mamária, foi o primeiro cineasta a receber o Troféu Eduardo Abelim, no 29° Festival de Gramado. Recebeu também o troféu Barroco, pela obra, na 3ª Mostra de Cinema Brasileiro de Tirandentes, Minas Gerais, e o troféu especial do Guarnicê de Cine-Vídeo, em São Luiz do Maranhão.Tem exercido, esporadicamente, a função de crítico e ensaísta em diversas publicações, assinou durante dois três duas prestigiadas colunas semanais de cinema em sites específicos, participado de inúmeros cursos e palestras sobre o filme brasileiro no Brasil e exterior, lecionou cursos de roteiro cinematográfico em diversos lugares, fez parte da diretoria e conselho de diversos órgãos de classe cinematográfica e foi, durante quatro anos, titular da cadeira de direção cinematográfica e “expressão em cinema e vídeo”, do curso de cinema e vídeo da Escola de Comunicações e Artes (ECA), da Universidade de São Paulo. Reichenbach mantém um blog sobre cinema e assuntos em geral, o Olhos Livres, e promove a Sessão do Comodoro no Cinesesc.

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10 perguntas e meia para Antônio Xerxenesky

Publicado por Pips em abril - 27 - 2009

Portrait of Tony - Areia nos Dentes

Antônio Xerxenesky é um porto-alegrense nascido no fim de 1984. Publicou o livro de contos Entre (Fumproate/Ed. Movimento) e outras narrativas curtas em antologias e revistas. Seu conto O desvio (publicado em Ficção de Polpa, vol. 1) foi adaptado para a tevê por Fernando Mantelli em 2007. Areia nos Dentes é seu primeiro romance.

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10 Perguntas e Meia para Cristovão Tezza

Publicado por Pips em dezembro - 4 - 2008

Cristovão Tezza nasceu em Lages, Santa Catarina, em 1952. Em junho de 1959, morreu seu pai; dois anos depois, a família se mudou para Curitiba, Paraná. Sua tese de doutorado (USP), Entre a prosa e a poesia – Bakhtin e o formalismo russo, foi publicada em 2002 (Rocco). Também na área acadêmica, Cristovão Tezza escreveu dois livros didáticos em parceria com o lingüista Carlos Alberto Faraco (Prática de Texto e Oficina de Texto, editora Vozes), e nos últimos anos tem publicado eventualmente resenhas e textos críticos no jornal Folha de S.Paulo. Seu livro de 2007, “O Filho Eterno” (Record), ganhou os principais prêmios de literatura na língua portuguesa, incluindo o Prêmio Jabuti de 2008.

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O Meia Palavra nasceu ao contrário: surgiu como um fórum, um espaço novo para discutir literatura entre amigos, e do fórum saiu a idéia de montar um blog para todas as pessoas que se interessam por literatura sem preconceitos e sempre de bom humor. O blog tem áreas também sobre música, cinema e quadrinhos, e o que mais for arte e interessante, e está aberto a colaborações. As atualizações regulares fazem com que sempre tenha alguma coisa nova, portanto, não deixe de conferir! A Equipe dá boas vindas e manda sentirem-se a vontade, mas avisa que quem quiser água vai ter que buscar lá na geladeira.

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