
Um dos “problemas” da fantasia (aqui entre aspas, porque não acho que seja um problema de fato) é que quase sempre (ênfase para quase) os títulos desse gênero seguem duas ambientações: ou acontecem em um cenário tipicamente medieval, independente de ser em outro mundo/realidade, ou são futurísticos, mostrando maravilhas tecnológicas que só existem em sonhos. [...]




















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