27 de janeiro de 2012

Shakespeare escrevia por dinheiro: Tipos de leitores

Aí que este mês quase só li clássicos e lembrei dos tempos da universidade, que meio que achava que qualquer tempo gasto com literatura de entretenimento era tempo jogado fora. E de como hoje em dia mudei essa visão, e me permito ler para me divertir, e inclusive abandonar livros se estiver achando muito chato. [...]

A letra escarlate (Nathaniel Hawthorne)

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A letra escarlate, de Nathaniel Hawthorne (escrito em 1850), é um mergulho intenso e formidável nos costumes da Boston do século XVII, onde nos deparamos com Hester Prynne, recém-chegada e a espera do marido que vem em seguida. Contudo, só saberemos desse pequeno detalhe mais para frente quando já vimos a condenação da jovem por [...]

Artemis Fowl (Eoin Colfer) – Parte I

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Essa resenha foi publicada originalmente no dia 1º de abril de 2010, no Artilharia Cultural. Sou um grande fã da saga do garoto-gênio-criminoso irlandês, então resolvi resenhar a história. Contudo, a esse intento se sobrepõe um problema (mais meu do que de qualquer um) que é a minha impressão sobre a perspectiva da obra, portanto, [...]

O Nome da Rosa (Umberto Eco)

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O Nome da Rosa é um livro atraente por se tratar de um romance policial ambientado na Idade Média europeia, envolvendo manuscritos apócrifos e a inquisição. Seu appeal aumenta se nos lembrarmos que foi o livro responsável por tirar Umberto Eco da obscuridade e transformá-lo em um dos mais conhecidos e respeitados escritores italianos da [...]

um Balão por um Bacamarte (Bob Gill e Alastair Reid)

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Recentemente eu falei em minha coluna sobre troca de livros e todo o universo que o escambo pode proporcionar. Histórias trocadas, autores que mudam de mão, páginas que se multiplicam e se desfazem com o vento. Uma diversão de obras que passam de mão em mão para descobrir novos olhares. E é exatamente a brincadeira [...]

Paris é uma Festa (Ernest Hemingway)

Em O Apanhador no Campo de Centeio, Holden Caufield apresenta um critério bastante interessante para se “julgar” um autor: ele diz que os “autores bons” são aqueles para os quais você deseja ligar para bater um papo depois de ter terminado de ler seu livro. Posso dizer duas coisas depois de ter lido Paris é [...]

A outra rainha (Philippa Gregory)

BO-NI-TA.

1568. Maria, a rainha dos escoceses, foge para a Inglaterra buscando apoio da prima Elizabeth, então há dez anos rainha dos ingleses. Maria era acusada de ter tramado a morte do próprio marido, Lord Darnley, junto com o conde de Bothwell – com quem casou tão logo Darnley morrera, por isso atraindo as suspeitas. Os [...]