16 de maio de 2012

Comer Rezar Amar – Elizabeth Gilbert

De repente, você se vê sentada no banheiro e descobre que a sua vida não tem sentido. E agora? O que você faria? Elizabeth Gilbert, pela primeira vez em seus 30 anos de vida, orou. E tudo o que aconteceu depois disso, você descobre em Comer, Rezar, Amar. Best-seller que já vendeu mais de 10 milhões de livros em todo o mundo e que logo estará nos cinemas com Julia Roberts e Javier Bárden.

Elizabeth é o modelo da mulher “ideal”. 30 anos, casamento estável, bela casa e um ótimo emprego. Mas quem disse que isso é sinônimo de felicidade? Numa crise de identidade ela termina o casamento (que já estava fracassando), pede afastamento do emprego e vai ser a “heroína da sua própria história”, Comendo, rezando e amando. Tudo isso em um ano.

Como o próprio título já “entrega”, ela começa a jornada, comendo (e muito). Em Roma. E também aprende italiano, realizando um sonho antigo. Acaba engordando os onze quilos mais felizes da sua vida e começando a curar seu espírito (pelo estômago).

Após a farra gastronômica, ela vai rezar em um ashram (uma espécie de templo) na Índia. Aprende a meditar, controlar seus impulsos e faz um amigo incomum. Um caubói que encontrou a paz de espírito e que ajuda a nossa heroína (ou Sacolão, como ele prefere chamá-la) nessa etapa da jornada de auto-ajuda e cura.

Após se entregar aos prazeres da comida, aprender italiano, fazer amigos e encontrar a paz de espírito, Elizabeth vai procurar o amor na Indonésia. (Bom, isso não seria um livro de auto-ajuda se ela não o encontrasse, não é mesmo?) Nos braços do brasileiro Antonio, ela encerra a “jornada” rumo à felicidade.

Como uma Cinderela moderna, a autora vendeu a sua autobiografia, ganhou milhões, ainda está feliz com o seu amor e está mostrando para quem não gosta de auto-ajuda que às vezes, Comer, Rezar e Amar (ou seja lá o que você precise na sua vida) é um santo remédio.

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Sobre Liv

Liv que também é conhecida por Carol ou Ana é leitora por paixão e opção. Começou com Chapeuzinho Vermelho e hoje aprende muito no Meia Palavra. De bula de remédio à Bíblia, troca na boa a balada por um bom escrito. Rata de biblioteca, nerd e mau humorada por opção, chuta pedrinhas nas ruas de Florianópolis devido ao talento (ninja, segundo alguns) de ler enquanto anda.

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